"Lealdade e gratidão"

‘Estão criando coisas’ na investigação contra Bolsonaro, afirma Tarcísio

Ele reafirmou confiança no ex-presidente e acha que 'tudo será esclarecido'

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Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Rep). (Foto: Sergio Barzaghi/Governo de SP).

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Rep), afirmou que “estão criando muita coisa” em relação à investigação da Polícia Federal (PF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Sinceramente, eu não consigo ver, e essa não é uma opinião minha, tem muitos juristas divididos, nada que traga uma responsabilização para ele [Bolsonaro]. Não vejo. Acho que o pessoal está criando muita coisa”, declarou Tarcísio durante entrega de uma escola reformada em São Sebastião, litoral Norte de SP, nesta quinta-feira (15).

O governador paulista afirmou ainda que “confia em Bolsonaro”, e que com o tempo, “tudo será esclarecido”.

“Lealdade e gratidão não vão embora nunca. Se o presidente estiver precisando de apoio, eu vou estar do lado dele. Confio muito num cara que eu aprendi a admirar, que eu trabalhei junto, que a única coisa que eu vi nesse tempo todo que eu trabalhei com ele foi preocupação com as pessoas, mais nada. Vou estar junto dele. Sempre”, afirmou.

Operações contra o ex-presidente:

Bolsonaro tem sido alvo de diversas operações da PF, o que tem sido visto para deputados da oposição como “perseguição”, conforme já foi noticiado pelo Diário do Poder.

Suposta importunação a baleia: 

O ex-presidente foi alvo da PF em um inquérito que apura se o político importunou uma baleia jubarte durante um passeio de jet ski em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. A oitiva está marcada para o dia 27 de fevereiro na capital paulista.

Operação Tempus Veritatis:

A operação deflagrada pela PF para apurar uma suposta tentativa de golpe de Estado, mirou o ex-presidente e atingiu os ex-ministros na gestão do político, Braga Netto (Casa Civil), Augusto Heleno (GSI) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa).

Como resultado da operação, o ministro do Supremo Tribunal Federal,Alexandre de Moraes, ordenou o ex-presidente a entregar o  passaporte dele à Polícia Federal.

 

 

 

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