Coluna Cláudio Humberto




Maia manobra orçamento para tentar se reeleger

A ambição de Rodrigo Maia, que tenta dar a volta à Constituição para se reeleger presidente da Câmara, atrasou a análise de reformas e levou ao impasse que travou a aprovação do orçamento. A ideia agora é votar até 17 de dezembro a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o que devia ter sido feito no primeiro semestre, mas o Orçamento deve ficar para depois da eleição do substituto, em fevereiro. A jogada é provocar a convocação de sessões em janeiro, quando espera aprovar a PEC de sua reeleição.

Índios venezuelanos ‘tomam’ área nobre de Brasília

Dezenas de índios venezuelanos são a nova dor de cabeça do governo do Distrito Federal. “Refugiados”, eles acamparam próximos à rodoviária interestadual e dali não saem, nem ninguém tira. São da etnia warao e se caracterizam pela mendicância: como em Roraima, primeira parada, mulheres e crianças pedem esmolas e homens “descansam”. Recusaram empregos e área oferecida pelo governo na cidade de São Sebastião: exigem ficar onde estão, no valorizado Plano Piloto de Brasília.


Poder sem Pudor

Cara-de-pau à mineira

O general Costa e Silva foi fulminado por uma trombose, em agosto de 1969, e os militares ficaram inquietos: não queriam empossar o vice civil, Pedro Aleixo. Outro mineiro ilustre, José Maria Alkmin, telefonou ao vice: “É preciso resistir. Volte para Minas e vamos organizar um contragolpe.” Não adiantou: Aleixo não tomou posse. Tempos depois, Alkmin foi procurado pelo general Sizeno Sarmento, comandante do II Exército, com a gravação do telefonema a Aleixo. Alkmin não perdeu a naturalidade: “Esse (Renato) Azeredo (deputado do PSD, como ele) é terrível! Sabia que imitava minha voz com perfeição, mas desta vez ele foi muito longe!”

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Frase do Dia

+ Cláudio Humberto

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A ambição de Rodrigo Maia, que tenta dar a volta à Constituição para se reeleger presidente da Câmara, atrasou a análise de reformas e levou ao impasse que travou a aprovação do orçamento. A ideia agora é votar até 17 de dezembro a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o que devia ter sido feito no primeiro semestre, mas o Orçamento deve ficar para depois da eleição do substituto, em fevereiro. A jogada é provocar a convocação de sessões em janeiro, quando espera aprovar a PEC de sua reeleição.

Índios venezuelanos ‘tomam’ área nobre de Brasília

Dezenas de índios venezuelanos são a nova dor de cabeça do governo do Distrito Federal. “Refugiados”, eles acamparam próximos à rodoviária interestadual e dali não saem, nem ninguém tira. São da etnia warao e se caracterizam pela mendicância: como em Roraima, primeira parada, mulheres e crianças pedem esmolas e homens “descansam”. Recusaram empregos e área oferecida pelo governo na cidade de São Sebastião: exigem ficar onde estão, no valorizado Plano Piloto de Brasília.



Poder sem Pudor

Cara-de-pau à mineira

O general Costa e Silva foi fulminado por uma trombose, em agosto de 1969, e os militares ficaram inquietos: não queriam empossar o vice civil, Pedro Aleixo. Outro mineiro ilustre, José Maria Alkmin, telefonou ao vice: “É preciso resistir. Volte para Minas e vamos organizar um contragolpe.” Não adiantou: Aleixo não tomou posse. Tempos depois, Alkmin foi procurado pelo general Sizeno Sarmento, comandante do II Exército, com a gravação do telefonema a Aleixo. Alkmin não perdeu a naturalidade: “Esse (Renato) Azeredo (deputado do PSD, como ele) é terrível! Sabia que imitava minha voz com perfeição, mas desta vez ele foi muito longe!”

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