10/09/2018

PT só tem até amanhã para anunciar nome de candidato a presidente

Novela petista

PT só tem até amanhã para anunciar nome de candidato a presidente

Presidente do TSE negou o pedido do PT para estender o prazo após Lula ser impugnado

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber, que também integra o Supremo Tribunal Federal negou o pedido dos advogados do PT para estender o prazo de substituição da candidatura do ex-presidente Lula, preso por corrupção e lavagem de dinheiro e considerado ficha suja pela Justiça Eleitoral. O PT tem, portanto, até amanhã (11/set) pra anunciar o nome do seu candidato oficial à presidência. Desde a prisão de Lula, o preferido é Fernando Haddad, narrador das propagandas do PT na TV e candidato a “vice de Lula”. O Partido dos Trabalhadores queria empurrar o prazo para o dia 17, que é o último dia para a Justiça Eleitoral julgar os registros de candidaturas e chapas em geral. Rosa Weber encaminhou o recurso extraordinário contra a decisão do TSE de barrar a candidatura de Lula para o Supremo, mas a defesa de Lula também já havia protocolado o mesmo recurso no próprio STF. O STF, no entanto, pode não julgar esses recursos ainda esta semana.
10/09/2018

Comissão analisa flexibilização de regras da LRF para transferências entre entes da União

Regras da LRF

Comissão analisa flexibilização de regras da LRF para transferências entre entes da União

O parecer da relatora Lídice da Mata (PSB-BA) foi favorável, "iniciativa justa e lógica"

A senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) apresentou o projeto de lei que flexibiliza regras da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para transferências entre entes da Federação, até o final de 2019. “As transferências voluntárias da União são fundamentais para viabilizar programas com grande impacto sobre o bem-estar das populações locais. Não faz sentido prejudicá-las pelo desajuste financeiro dos municípios ou estados em que vivem, quando esse desajuste não é decorrente de improbidade ou incompetência administrativa”. O parecer da relatora Lídice da Mata (PSB-BA) foi favorável ao projeto, sem modificações, ressaltando que se trata de uma iniciativa “justa e lógica”. Se a matéria for aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), seguirá para votação no Plenário do Senado Federal. No entendimento da senadora, a economia do Brasil no biênio 2015-2016 teve resultados devastadores nas fianças dos Estados e Municípios, tendo em vista que esses são mais vulneráveis a recessões do que a União, pois têm menos instrumentos para lidar com as quedas nas suas receitas. Sendo assim, a senadora acredita que a consequências foi o endividamento de muitos estados e municípios que se tornaram inadimplentes nas obrigações tributarias. O PLS 164/2018 permite que as transferências voluntárias entre a União, Estados e Municípios, possam descumprir algumas exigências da LRF, ressaltando que, esse descumprimento deve ser resultado da queda de arrecadação, em valores reais, decorrentes do período de recessão econômica do Brasil, nos anos de 2015 e 2016. A permissão terá validade até o dia 31 de dezembro de 2019. A LRF proíbe transferências voluntárias entre os entes caso o beneficiado não esteja em dia com o pagamento de tributos, empréstimos e financiamentos, esteja descumprindo os limites constitucionais para investimento em educação e saúde ou tenha ultrapassado o limite de endividamento. A proposta da senadora é que essas regras sejam temporariamente suspensas nos casos em que o estado ou município puder comprovar que foi a perda de receita que levou ao seu descumprimento, e não a má gestão dos recursos. A extensão da flexibilização até 2019 se justifica, segundo ela, porque a recuperação do produto interno bruto (PIB) tem acontecido com “lentidão”, e apenas no fim do próximo ano se pode esperar que ele retorne ao patamar em que estava antes da recessão. (Com informações Agência Senado)
10/09/2018

Eletrobras irá reabrir programa de demissão voluntária em outubro

Demissão

Eletrobras irá reabrir programa de demissão voluntária em outubro

O objetivo é desligar cerca de 2,4 mil funcionários que são um excedente de mão de obra no momento

A Eletrobras vai reabrir em outubro o Plano de Demissão Consensual (PDC). Segundo o presidente da empresa, Wilson Ferreira Júnior, o objetivo é desligar cerca de 2,4 mil funcionários que são um excedente de mão de obra no momento. “A tecnologia que é mais avançada, a padronização e a organização dos processos vão permitir ao grupo Eletrobras, como um todo, reduzir em torno de 2,4 mil empregados”, disse o presidente sobre as razões que tornam o quadro maior do que o necessário. Ferreira participou hoje (10) de um almoço com empresários na capital paulista. Na primeira etapa do PDC, houve adesão de 736 empregados. Ferreira disse que espera terminar a gestão na empresa com um quadro de funcionários reduzido à metade do que quando assumiu o cargo. De acordo com ele, eram 24 mil empregados em junho de 2016. Com as privatizações e programas de demissão, Ferreira pretende entregar a companhia com 12 mil funcionários no início do ano que vem. A empresa propôs o pagamento da multa do FGTS, somado ao aviso prévio correspondente a três salários do empregado, mais 50% relativos à soma dos valores da multa e do aviso prévio, além de cinco anos de plano de saúde para quem aderir ao plano de demissão. Privatização A próxima etapa no programa de privatizações da Eletrobras é a venda da Amazonas Distribuidora de Energia, prevista para o dia 26 de setembro. O negócio evitaria, segundo Ferreira, um processo de liquidação da empresa. “É o pior que pode acontecer”, disse sobre a medida que, de acordo com ele, prejudicaria funcionários e credores. Das seis distribuidoras que eram controladas pela estatal, quatro já foram leiloadas. A Companhia Energética de Alagoas (Ceal), teve o leilão suspenso devido a uma decisão judicial do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), impedindo a venda da companhia, após ação movida pelo governo de Alagoas. (ABr)
10/09/2018

Melhor maneira de se sentir seguro é não incitar o ódio, diz Marina

Atos de campanha

Melhor maneira de se sentir seguro é não incitar o ódio, diz Marina

A candidata afirmou que não pedirá reforço em sua segurança nem deixará de participar de atos de rua na campanha

Em sua primeira viagem à Bahia na campanha deste ano, a presidenciável Marina Silva (Rede) adotou um tom conciliatório ao falar da disputa eleitoral e criticou o discurso do uso da violência para combater a violência. Em sua segunda agenda pública após o atentado sofrido pelo candidato Jair Bolsonaro (PSL), Marina afirmou que não pedirá reforço em sua segurança nem deixará de participar de atos de rua na campanha. “A melhor forma de se sentir seguro é não incitando o ódio. Eu prefiro sofrer uma injustiça do que praticar uma injustiça. E é por isso que sou tão bem recebida, mesmo por aqueles que não votam em mim”, afirmou a candidata. Marina também fez um paralelo entre à campanha presidencial de 2014 e a de 2018. Ela afirmou que campanha passada foi marcada pela violência política e pela desconstrução de biografias. E disse que a atual está marcada pela “violência de fato”, lembrando o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), os tiros desferidos contra a caravana do ex-presidente Lula e o atentado a Jair Bolsonaro. Ao comentar o ataque sofrido pelo candidato do PSL, aproveitou para levantar a bandeira do desarmamento. Ela defendeu ainda ser equivocada a ideia de que o problema da segurança será resolvido com armas e violência. “[Essa ideia] é tão equivocada que o candidato Bolsonaro, que estava com forte aparato da Polícia Federal, Polícia Militar e seguranças particulares, foi atingido por uma faca. Imagine se essa pessoa estivesse com uma arma de fogo, seria uma tragédia. Graças a Deus que temos o estatuto do desarmamento”, disse. Em Salvador, Marina visitou uma memorial a Nelson Mandela na Liberdade, bairro que é um dos principais redutos petistas da capital baiana e que também foi visitado por Fernando Haddad (PT) há três semanas. Acompanhada por uma comitiva de cerca de 50 candidatos e militantes da Rede e do PV, Marina foi até a estação do Plano Inclinado, onde dois ascensores fazem a ligação da cidade alta com a cidade baixa. A comitiva da candidata tentou passar à frente dos demais passageiros, mas foi alvo de protestos de quem aguardava na fila. “Nem conseguiu se eleger e já quer passar na frente, imagina quando conseguir?”, reclamou um passageiro. Irritada, Marina reclamou com os auxiliares e retornou para o final da fila, onde aguardou cerca de 20 minutos para embarcar no ascensor. Na cidade baixa, visitou a estação ferroviária da Calçada, cujo trem liga o centro aos bairros do subúrbio de Salvador. Na estação esvaziada, cumprimentou alguns passageiros e ambulantes. A vendedora Márcia Santos Freitas, 32, foi uma das poucas a cumprimentar e declarar voto na candidata. Ela incentivou Marina a persistir em suas tentativas de eleger-se presidente: “Não desista que você vai chegar lá. Nós, mulheres, estamos com você”. (João Pedro Pitombo/Folhapress)
10/09/2018

Senado pode ter CPI para investigar museus ainda neste ano

Incêndio no Museu Nacional

Senado pode ter CPI para investigar museus ainda neste ano

Requerimento para comissão foi apresentado por Cristovam Buarque e já tem assinaturas necessárias para a criação

Após o primeiro turno das eleições, ao voltar os trabalhos no Congresso Nacional, na semana de 8 de outubro, o Senado pode ter uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a situação dos museus do país. Com 28 assinaturas, uma a mais que o mínimo exigido, o requerimento de criação da CPI foi apresentado na semana passada pelo senador Cristovam Buarque (PPS-DF) sob o argumento de que o incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, que destruiu a maior parte do seu acervo de 20 milhões de itens no último dia 2, é resultado de negligências acumuladas ao longo do tempo. “Uma universidade que tem R$ 3 bilhões de orçamento poderia gastar R$ 500 mil na fiação e na manutenção de um museu. É impossível que um mínimo de boa gestão não fosse capaz de conseguir R$ 500 mil em um orçamento de R$ 3,4 bilhões”, criticou Cristovam. Tramitação Para avançar, o documento ainda precisa ser lido no plenário da Casa e a partir daí os líderes dos partidos precisam indicar nomes para compor o colegiado. Até lá, é possível retirar ou acrescentar assinaturas. Se for instalada, segundo a secretaria de comissões do Senado, a CPI deverá ter um orçamento de R$ 100 mil para quatro meses de funcionamento. Repercussão A falta de recursos direcionados ao museu foi alvo de discursos de vários parlamentares durante o esforço concentrado na semana passada no plenário. Nas redes sociais muitos acusaram o governo Temer de ter sido negligente. “O que houve não foi apenas mais um incêndio: foi um crime cometido por essa política da insensatez que tomou conta do Brasil. Precisamos apurar não apenas para punir, mas para que erros como esses não se repitam. É inaceitável”, disse o senador Jorge Viana (PT-AC) um dos signatários do pedido de CPI. Apesar de ainda não ter o nome na lista de solicitantes da CPI, o líder do governo Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) engrossou o coro de apoio a uma CPI do Museus, mas ressaltou que “a responsabilidade pela má conservação da memória nacional” é anterior ao presidente Temer. “Não é algo que aconteceu nesses últimos dois anos e meio. Muito pelo contrário: essa é uma falha que se verifica em muitas administrações federais no nosso país. É importante que a gente não deixe resvalar as avaliações para questões partidárias ou para questões de natureza mais imediata, que não contribuem para identificar as reais causas e a solução que todos nós devemos buscar”, avaliou. “Não foram poucos os episódios, com prejuízos para a memória nacional”, disse a senadora Marta Suplicy (MDB-SP). Ex-ministra da Cultura ela lembrou outros incêndios que destruíram o patrimônio artístico, histórico e científico do país como os que atingiram o Teatro Cultura Artística, o Instituto Butantan, o Memorial da América Latina, o Museu de Ciências Naturais, o Centro Cultural Liceu de Artes e Ofícios, o Museu da Língua Portuguesa, a Cinemateca Brasileira e o Museu de Arte Moderna. (ABr)
10/09/2018

Supremo decide nesta terça-feira se Bolsonaro se tornará réu por racismo

Danúncia da PGR

Supremo decide nesta terça-feira se Bolsonaro se tornará réu por racismo

Denúncia foi feita por Raquel Dodge por manifestações discriminatórias contra quilombolas, índios, refugiados, mulheres e LGBTs

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar amanhã (11) o julgamento sobre o recebimento de uma denúncia de racismo da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência. O julgamento foi iniciado em 28 de agosto, quando foi interrompido por um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes. O placar ficou em 2 a 2. Nesta segunda-feira, ele reincluiu o processo na pauta de julgamentos da Primeira Turma, da qual é presidente. A denúncia foi oferecida ao STF pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em 13 de abril, em decorrência de uma palestra proferida no ano passado por Bolsonaro no Clube Hebraica, no Rio de Janeiro. Ela acusou o deputado de racismo e manifestações discriminatórias contra quilombolas, índios, refugiados, mulheres e lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs). Na ocasião, o deputado disse que ao visitar um quilombo constatou que “o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador eles servem mais”. Votaram pelo recebimento de parte da denúncia os ministros Luís Roberto Barroso e Rosa Weber. Eles consideraram que Bolsonaro deveria se tornar réu e responder a ação penal pelos crimes de discriminação e incitação ao crime, devido a falas em relação aos quilombolas e aos gays. O relator, ministro Marco Aurélio Mello, e o ministro Luiz Fux consideraram que as falas de Bolsonaro se inserem no contexto da liberdade de expressão e rejeitaram a denúncia. Caso seja aceita a denúncia da PGR, Bolsonaro pode se tornar réu pela terceira vez no STF. Ele já responde a outras duas ações penais, nas quais é acusado de injúria e de incitação ao estupro, devido a declarações feitas em relação à deputada Maria do Rosário (PT-RS). (ABr)
10/09/2018

Suspensa a comercialização de 26 planos de saúde a partir de hoje

Novos clientes

Suspensa a comercialização de 26 planos de saúde a partir de hoje

ANS informou, há cinco dias, que os usuários terão a assistência regular garantida

A partir desta segunda-feira (10) passa a valer a suspensão temporária da comercialização de 26 planos de saúde de 11 operadoras definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A medida foi tomada a partir das elevadas queixas relativas à cobertura assistencial. Os 26 planos, juntos, têm 75.500 beneficiários. A ANS informou, há cinco dias, que os usuários terão a assistência regular garantida. No entanto, para que os planos voltem a ser comercializados para novos clientes, as operadoras deverão comprovar melhorias no atendimento. Paralelamente, houve a reativação de 20 planos de 11 operadoras, que ficarão liberados para comercialização a partir de hoje (10). Monitoramento As operadoras são avaliadas por meio do Monitoramento da Garantia de Atendimento partir das reclamações registradas pelos beneficiários nos canais da ANS. Nessa etapa, foram consideradas as queixas sobre cobertura e demoras de atendimento no segundo trimestre de 2018. De acordo com a ANS, o objetivo da suspensão é também estimular que as operadoras qualifiquem o atendimento prestado aos consumidores. Queixas No trimestre compreendido entre 1º de abril a 30 de junho de 2018, a ANS recebeu 17.171 reclamações de natureza assistencial. Desse total, 16.189 foram consideradas para análise pelo Programa de Monitoramento. No período, 93,2% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela ANS via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), garantindo respostas aos problemas dos consumidores. Lista A lista completa dos 26 planos que serão suspensos está disponível no site da ANS.(ABr)
10/09/2018

Petrobras reduz estimativa da dívida líquida para US$ 69 bilhões

Encontro anual

Petrobras reduz estimativa da dívida líquida para US$ 69 bilhões

O presidente da estatal informou que no primeiro semestre o lucro líquido foi de US$ 4,9 bilhões

A previsão da dívida líquida da Petrobras para este ano é de US$ 69 bilhões, montante abaixo do registrado em 2017, de US$ 85 bilhões. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa, Ivan Monteiro, após encontro anual com investidores em São Paulo. Ele informou que o lucro líquido alcançou US$ 4,9 bilhões no primeiro semestre deste ano, valor bem acima do registrado ao longo de todo o ano de 2017. Esse resultado mostra que ficou para trás os prejuízos registrados em 2015 (US$ 8,6 bilhões) e em 2016 (4,3 bilhões), disse Ivan Monteiro. De acordo com o presidente da estatal, a companhia tem mantido uma administração com mais transparência, em sintonia com os interesses dos investidores, adotando uma política de preços alinhada com o mercado internacional e recorrendo a estratégia de proteção como operações de hedge para obter bons resultados. Entre os fatos para justificar esse mecanismo de proteção por meio do mercado de capitais, citou a volatilidade cambial característica desse período de eleições para a sucessão presidencial no país e adventos climáticos externos que sempre pressionam as cotações dos derivados de petróleo. O executivo também informou que a empresa tem recebido equipes econômicas de candidatos à Presidência da República. Sem citar os nomes, revelou que a esses interlocutores têm sido repassadas dados do bom desempenho da estatal entre os quais os que vêm sendo obtidos por meio da produção do pré-sal, que atingiu uma média diária de 1,38 milhão de barris, no primeiro semestre deste ano.(ABr)
10/09/2018

CGU identifica pagamentos irregulares no programa Mais Médicos

Prejuízo ao menos R$ 2 milhões

CGU identifica pagamentos irregulares no programa Mais Médicos

Prejuízo pode ser de mais de R$ 2 milhões, segundo auditoria

Pagamentos irregulares no programa Mais Médicos para ajuda de custo e bolsa formação dos profissionais contratados podem ter produzido um prejuízo de mais de R$ 2 milhões, segundo uma auditoria do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) divulgada hoje (10). O volume de recursos se refere a mais de 2% do total analisado, de R$ 87 milhões, relacionados a esse tipo de repasse. A avaliação sobre o programa, criado em 2013 para suprir a carência de médicos em locais mais vulneráveis do país, teve como principal alvo a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), mas também incluiu fiscalizações em 198 municípios, 233 Unidades Básicas de Saúde e 14.265 médicos. “Em 26% das equipes houve descumprimento, por parte de médicos, da carga horária mínima obrigatória de 40 horas semanais”, destacaram os auditores. Outro problema constatado foi a falta de detalhamento na prestação de contas apresentadas pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que firmou acordo com o Governo Federal para executar o programa. De acordo com a equipe da Controladoria, a SGTES não tem controle sobre os produtos e serviços realizados e não acompanhou a execução técnica e financeira definida nos planos de trabalho. “Tais fragilidades propiciaram a transferência antecipada de recursos federais para realização de despesas relacionadas à ajuda de custo, passagens nacionais e internacionais, seguro, logística, acolhimento e recesso, além de bolsa-formação, no montante de R$ 316,6 milhões – que podem se concretizar em prejuízo ao erário”, concluiu a equipe de auditores. Distribuição de médicos A CGU ainda afirmou que a distribuição dos médicos não atendeu prioritariamente às vagas que precisavam ser preenchidas nos municípios classificados como mais vulneráveis. E, das entrevistas realizadas com pacientes, apontou que 12% das pessoas ouvidas relataram dificuldades de comunicação com médicos, que falam outro idioma. Apesar disso, apenas 19 casos (1,8%) indicaram que a diferença de idiomas inviabilizou uma consulta ou tratamento. Na lista de recomendações, que devem ser atendidas pelo Ministério da Saúde até outubro, está a adoção de medidas para que os recursos indevidamente utilizados sejam ressarcidos. O órgão orienta a SGTES a melhorar as normas do programa e a prestação de contas e ampliar o controle sobre os sistemas utilizados pelo Ministério da Saúde na gestão das ações. Em nota, o Ministério da Saúde reiterou que está atendendo as recomendações e afirmou que vem implementando mecanismos de monitoramento e controle para evitar a reincidência dos fatos. No caso da prestação de contas, a pasta criou um grupo de trabalho para analisar os dados a cada seis meses. “É importante ressaltar que o Ministério da Saúde vem aprimorando o Programa Mais Médicos para tornar o processo de andamento mais fácil e transparente. Recentemente publicou um edital permitindo a inclusão de municípios que ainda não fazem parte do Programa. A partir da manifestação de interesse, será feita uma reavaliação dos critérios de distribuição dos médicos”, informou a assessoria da pasta. (ABr)
10/09/2018

Bolsonaro precisará de cirurgia para reconstruir trânsito intestinal

'Posteriormente'

Bolsonaro precisará de cirurgia para reconstruir trânsito intestinal

Boletim médico diz que operação de "grande porte" será feita “posteriormente”

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, precisará passar por uma nova cirurgia de grande porte, “posteriormente”, para reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia, feita em função de lesões graves no intestino grosso e delgado, informou boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado às 10h desta segunda-feira, 10. A nota não informa em que momento essa cirurgia será feita. De acordo o boletim médico, Bolsonaro permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, fisioterapia respiratória e motora e alimentação exclusivamente endovenosa. “O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e com paralisia intestinal que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais. Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje”, diz o boletim médico. Bolsonaro foi atingido por uma faca na região abdominal na última quinta-feira, 6, quando participava de uma atividade de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Segundo o hospital, quatro dias após o ferimento, o estado do candidato ainda é grave e ele permanece em terapia intensiva. A pedido da família, ele foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG), onde recebeu os primeiros atendimentos após a facada, e passou por cirurgia, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na sexta-feira, 7.
10/09/2018

Mais de 100 detentos fogem de presídio em João Pessoa

"Segurança máxima"

Mais de 100 detentos fogem de presídio em João Pessoa

Criminosos derrubaram portão principal do presídio e trocaram tiros com policiais e agentes

Pelo menos 105 presos conseguiram fugir Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes, o PB1, em João Pessoa, na madrugada desta segunda-feira, 10. Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária da Paraíba, Até as 7h50, 33 detentos haviam sido recapturados. De acordo com informações da PM, cerca de 20 homens chegaram em quatro carros e dispararam várias vezes contra as guaritas, o alojamento e o portão principal, de mais de 5 metros de altura, que foi derrubado após uma explosão. Durante a fuga, houve confronto com policiais e agentes penitenciários, e um tenente da PM foi baleado na cabeça. Ele está internado em estado grave. O principal objetivo da ação seria o resgate de quatro integrantes de uma quadrilha que explode caixas-eletrônicos e carros-fortes com atuação em várias regiões do Brasil. Eles haviam sido presos no mês passado, em Lucena, Região Metropolitana de João Pessoa. A polícia investiga ainda se os criminosos realizaram ação simultânea para bloquear a rodovia estadual PB-108 — o tenente foi baleado na estrada. O presídio estava com sua lotação excedida em 4% —com capacidade para 654 presos, estava com 680. Em 2011, o PB-1 foi um dos dois presídios da Paraíba em que detentos fizeram uma greve de fome por alguns dias devido a regras de entrada de alimentos e para pressionar pela saída do à época novo diretor da prisão, Sérgio Fonseca, considerado linha-dura. Fonseca é hoje o secretário da Administração Penitenciária paraibana.​ Naquele ano, denúncias de tortura e maus-tratos nos presídios da Paraíba motivaram visitas de comissões de direitos humanos às prisões.
10/09/2018

Vaia é aplauso

Vaia é aplauso

Autor de algumas das melhores frases da história da política brasileira, o saudoso ex-ministro da Justiça Fernando Lyra considerava memorável a reação que ouviu de um mestre, o ex-senador e ex- ministro Roberto Campos, ao ser tremendamente vaiado em uma palestra, no Rio de Janeiro: “A vaia é o aplauso daqueles que não concordaram.”
06/09/2018

Cláudio Humberto comenta ataque contra Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (06)

Bastidores do Poder

Cláudio Humberto comenta ataque contra Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (06)

O programa Bastidores do Poder é apresentado por Fábio Pannunzio, Thays Freitas, Pedro Campos e por Cláudio Humberto, que fala direto de Brasília. Os colunistas Luís Paulo Rosenberg e Gesner Oliveira fazem a análise dos fatos econômicos que mais influencia a vida do brasileiro. De segunda a sexta, às 17h.
05/09/2018

Cláudio Humberto comenta os destaques da política desta quarta-feira (05/09/18)

Bastidores do Poder

Cláudio Humberto comenta os destaques da política desta quarta-feira (05/09/18)

O programa Bastidores do Poder é apresentado por Fábio Pannunzio, Thays Freitas, Pedro Campos e por Cláudio Humberto, que fala direto de Brasília. Os colunistas Luís Paulo Rosenberg e Gesner Oliveira fazem a análise dos fatos econômicos que mais influencia a vida do brasileiro. De segunda a sexta, às 17h.
10/09/2018

Basile alerta para ensino precário e analfabetismo de 18%, em Alagoas

Eleições em Alagoas

Basile alerta para ensino precário e analfabetismo de 18%, em Alagoas

Candidato do PSOL critica R$ 40 milhões gastos com monitores contratados sem concurso

O candidato a governador de Alagoas pelo PSOL, Basile Christopoulos, criticou hoje (10) o nível de analfabetismo entre alagoanos, de mais de 18,2%, o maior do Brasil, como um dos fatores mais graves do Estado. O professor de Direito condenou o fato de um em cada cinco alagoanos não saber ler nem escrever e a precariedade em escolas de tempo integral. Basile abriu a série de sabatinas com  do programa AL TV 1ª edição, na TV Gazeta, afiliada a Rede Globo em Alagoas. Depois de lembrar que Alagoas não atingiu a meta do Ideb no Ensino Médio, sem o patamar de qualidade mínimo, o candidato do PSOL declarou que seu doutorado em orçamento público fará dele um governador mais cauteloso no investimento da verba pública. E criticou o que classificou como direcionamento equivocado que o atual governo de Renan Filho (MDB) dá aos recursos para áreas de educação, segurança, moradia, saúde e saneamento básico. “Nossa proposta é aumentar em 10% do orçamento para a educação. É completamente factível, dentro do orçamento do Estado. Isso vai servir para quê? Para contratar mais professores, que ganham mal e há uma falta de professores. Só para ter ideia, este ano, o governo já gastou mais de R$ 40 milhões com monitores, que é uma contratação precária. Não há uma região que se destaque em desempenho. Importante não necessariamente criar mais escolas, mas dar qualidade às que já existem, investindo em material humano e tecnologia. Temos um déficit histórico de professores e precisamos fazer concurso para abastecer todas as escolas. Não fizeram e os alunos ficam ociosos nas escolas em tempo integral, no período da tarde”, denunciou. Provocado a responder sobre o motivo de ter escolhido como primeira candidatura uma disputa logo por um mandato de governador, o professor de Direito disse estar preparado e ter experiência para administrar o Estado de Alagoas. E garantiu ter conhecimento do dos problemas mais importantes de Alagoas, ao convidar a população a consultar seu programa de governo, no site do TRE. O candidato do PSOL propôs criar um programa estadual de empregos e de habitação, como forma de combater a violência, entre outras ideias. Bem como um programa de habitação estadual, que virará uma política a curto, médio e longo prazo, para solucionar o problema de 100 mil famílias sem casa em Alagoas.  E ainda afirmou que pretende atrair recursos federais para o saneamento, porque o Estado não teria capacidade para execução. Saúde Basile criticou o governo de Renan Filho por direcionar R$ 90 milhões do Fundo de Combate à Erradicação da Pobreza (Fecoep) para construir prédios, novos hospitais, quando boa parte dos demais hospitais públicos registram falta de equipamentos, recursos humanos e insumos. O candidato do PSOL quer retirar a administração privada das unidades de saúde, feitas através de organizações sociais (OSs) e retomar a gestão pública. O candidato justificou a medida com o propósito de evitar corrupção, como afirmou ter acontecido em São Paulo. E disse que a qualidade oferecida nas UPAs não justifica o alvo custo, que seria barateado com a operação exclusivamente estatal. Outra proposta é a construção de um ambulatório infantil em Arapiraca e ampliar a capacidade de atendimento de atenção básica e capacidade média nos hospitais que já existem no Estado. Além melhorar o sistema de distribuição de pacientes de urgências e emergências no interior de Alagoas. “Não precisa construir novos hospitais, gigantescos, porque isso é muito dinheiro. Precisamos, na verdade, aparelhar bem, com pessoas e recursos materiais os hospitais que já existem”, defendeu. Segurança Basile criticou o modelo de gestão atual desta pasta e o classificou como equivocado, por ser baseado na repressão. Para ele, não basta reprimir, tem que se investir em inteligência para que os crimes sejam esclarecidos de maneira mais célere. Ele disse que a violência aumentou em 2016 e 2017, em número de homicídios. Além de ter crescido a quantidade de roubos. E disse acreditar que os jovens desocupados são levados ao mundo da criminalidade por falta de oportunidade. “34% dos jovens de 18 a 25 anos não têm emprego. Então os jovens são levados a outros mecanismos de ganhar dinheiro, porque todo mundo quer sobreviver e botar comida na mesa. Vou criar um programa de emprego e parar de investir nas grandes usinas, que sempre tiveram apoio do Estado, receberam recursos e o braço amigo do Estado. Quem gera realmente emprego em Alagoas são as pequenas e médias empresas. E precisamos criar empregos nessas áreas, capacitando quem tem os pequenos negócios”, argumentou Basile. Ele lembrou que o governo aumentou tributos sobre energia e combustíveis, para abastecer o Fundo de Combate à Pobreza. “Isso é equivocado porque aumenta a tributação justamente sobre os mais pobres. Porque o pobre, quando vai pagar a conta de energia elétrica ou abastecer seu carrou ou sua moto, sente o peso da tributação. Reduzir a tributação nem sempre baixa a arrecadação, porque estimula a economia”, disse Basile
10/09/2018

Vereadores repudiam violência e lamentam morte de colega de plenário, em Maceió

Morte brutal

Vereadores repudiam violência e lamentam morte de colega de plenário, em Maceió

Assassinato de Silvânio Barbosa com 50 facadas causou comoção e indignação

O assassinato do vereador de Maceió, Silvânio Barbosa (MDB), esfaqueado pelas costas dentro de seu apartamento, na quinta-feira (6), causou comoção e indignação na sociedade alagoana, em especial entre os integrantes da Câmara Municipal. Os vereadores repudiaram o crime bárbaro, em que o suspeito confessou ter dado 50 facadas na vítima, para roubar, após um suposto relacionamento íntimo de 15 dias. Desde a descoberta do corpo de Silvânio Barbosa, em sua residência no bairro do Benedito Bentes, no sábado (5), os parlamentares vêm postando em suas redes sociais palavras de consternação e protesto. A vereadora Silvânia Barbosa (PRB), além da semelhança do nome, destacou a amizade de irmãos que tinha com a vítima do assassinato brutal. “É muito drástico o que foi feito com ele. Ele não merecia isso de jeito nenhum. É muito cruel. Muito. A cena, a forma como foi feito. Realmente, sinto muito”, disse a vereadora. A vereadora Aparecida Augusta (DEM), pediu Justiça e que não se deixe mais um crime impune. Sua colega de partido, Simone Andrade, reforçou dizendo que mais que lamentar, é preciso exigir o cumprimento da pena para o criminoso. “Esse monstro tem que pagar e a justiça está aí para botar ele na cadeia. Todos estamos de luto e tristes com essa tragédia, mas a violência não pode continuar acontecendo. A gente tem que dizer um não à violência”, disse Simone Andrade. Siderlane Mendonça (PEN), assim como Silvânio, representa o maior bairro de Maceió. E disse que a Câmara perde um excelente vereador, atuante. Ambos chegaram a discutir em março, em plenário, e a expor detalhes da convivência pessoal. “Diante de qualquer situação de oposição, de divergências políticas que nós tínhamos vem uma tristeza. Com esse cidadão que cometeu esse crime, a covardia e a falta de sensibilidade humana. É um momento de tristeza para todos nós, tanto do Benedito Bentes como também para Maceió”, declarou Siderlane. O presidente da Câmara, Kelmann Vieira (PSDB) também destacou a grande perda para o Legislativo da capital alagoana. Veja os depoimentos: Kelmann Vieira (PSDB), presidente da Câmara É com pesar que nos despedimos do vereador Silvânio Barbosa. Sem dúvidas, uma grande perda para a Câmara Municipal de Maceió. Minhas condolências a toda família e amigos. Silvania Barbosa (PRB) Quem conhecia o Silvânio sabia do meu vínculo de amizade com ele, não como político, mas era como pessoa. Sinto-me arrasada. O Benedito Bentes perdeu uma pessoa muito importante. Hoje a população não só do Benedito Bentes, mas de Maceió, está órfã. É muito drástico o que foi feito com ele. Ele não merecia isso de jeito nenhum. É muito cruel. Muito. A cena, a forma como foi feito. Realmente, sinto muito. Ele estava muito feliz pela prestação de contas de seu trabalho que fez na terça-feira aqui nesse local. Não sei como vou encarar entrar naquele Plenário. Meu vínculo com ele é muito forte, muito. De irmão mesmo. Nós perdemos uma pessoa muito importante na política. Eu só tenho a lamentar. Ele não merecia de jeito nenhum ter um fim desses. Fátima Santiago (PP) É uma perda que para os 20 vereadores que ficaram, eu creio que vai deixar uma marca muito grande na memória e no coração de todos nós, porque ele era assim intempestivo, mas um vereador extremamente atuante. Ele era o vereador de Maceió, mas na parte alta da cidade, com ênfase no Benedito Bentes, ele era impecável. Tudo era para o Benedito Bentes. Tanto que era conhecido como Silvânio do Benedito Bentes. Desde a hora que eu fiquei sabendo, a notícia chegou de forma tão agressiva, que eu não tive condições de mais nada. São seis anos de convivência dentro da Câmara, então afeto tem que ter. Ninguém consegue viver com o outro seis anos sem querer bem, tem embates, discussões, mas no geral, como todo político, a gente se abraça e se gosta, toca a vida. É lamentável. Eduardo Canuto (PSDB) Lamentável a notícia da perda do colega vereador Silvânio Barbosa. Tivemos diversos embates propositivos em favor do desenvolvimento de nossa Maceió, o que gerou um natural respeito e admiração recíprocos. Perde muito a capital alagoana com sua partida. Que encontre paz, luz e Deus conforte os corações de seus familiares e amigos. José Márcio Filho (PSDB) A Câmara de Vereadores de Maceió perdeu um grande representante e eu perdi um grande amigo. O sentimento da Câmara é de muita tristeza e muita revolta pela forma brutal como ele foi assassinado. Davi Davino (PP) Foi com muita tristeza que recebi a notícia do assassinato do meu amigo vereador Silvânio Barbosa. Meus sentimentos a toda família e que Deus conforte-os neste momento tão difícil. A Câmara Municipal de Maceió e toda sociedade perderam uma grande liderança política, que em toda sua trajetória buscou melhorias pela nossa cidade e principalmente pelo seu bairro, o Benedito Bentes. Ana Hora (PDS) Esse é um momento de muita tristeza para a gente. Nós sabemos da luta do nosso vereador e meu amigo em particular, Silvânio Barbosa. Neste momento eu quero desejar para a família que hoje eles possam ter a certeza que o Silvânio quando estava aqui na terra fez algo grande, não só para ele, mas deixou um marco no bairro do Tabuleiro do Martins e principalmente no Benedito Bentes. Uma pessoa de caráter, alegre, que contagiava as pessoas que estavam próximas. Eu agradeço a Deus por Ele ter me proporcionado este momento que eu fiquei na Câmara junto com o meu amigo Silvânio Barbosa. Siderlane Mendonça (PEN) É uma perda muito grande para a gente, principalmente para o Benedito Bentes. Eu também sou morador daqui da região. Nós dividíamos os votos. Então, nesse momento a gente tem a perda. A nossa Câmara perde um excelente vereador, um cara atuante, um vereador que se destacava e diante de qualquer situação de oposição, de divergências políticas que nós tínhamos vem uma tristeza. Com esse cidadão que cometeu esse crime, a covardia e a falta de sensibilidade humana. É um momento de tristeza para todos nós, tanto do Benedito Bentes como também para Maceió. Chico Filho (PP) Perda lastimável para todos nós, para a Câmara principalmente. O vereador Silvânio era um vereador aguerrido, com uma história de vida fantástica, que a gente respeitava muito. Tínhamos as nossas desavenças, natural da política, mas ele é um cara super do bem, trabalhador, que brigava muito por sua comunidade, e a gente sente uma dor muito grande nesse momento. Confesso que vai ser difícil enfrentar aquele Plenário sem os gritos do Silvânio, sem ter aquele cara lá trazendo alegria para todos nós. Samyr Malta (PSDC) É lamentável o que ocorreu e da forma como ocorreu. Muito triste, muito violento. Silvânio era uma pessoa do bem, não fazia mal a ninguém, com aquele jeito extrovertido dele. Uma pessoa que em tão pouco tempo a gente conquistou uma grande amizade. É um momento muito triste. Ficamos todos abalados, principalmente da forma como aconteceu. Espero que ele esteja com Deus, em paz e que Deus conforte os familiares e amigos do Benedito Bentes que precisam de conforto e de paz como toda população maceioense. Francisco Sales (PPL) É um sentimento de muita tristeza, sentimento de uma perda muito grande, tanto para nossa cidade quanto para o nosso parlamento. Perdemos um grande amigo, um grande líder, um grande vereador. A cidade vai sentir muito a sua falta, porque Silvânio sempre foi um dos primeiros a chegar à Câmara e um dos últimos a sair. Vai ser uma grande perda para o povo maceioense. Que Deus abençoe e conforte todas as famílias. Ronaldo Luz (MDB) Quero dizer a todos que a perda do Silvânio, de forma trágica, nos abateu muito. A gente sente essa dor profunda, mas uma coisa me preocupa: que nós estamos vulneráveis, expostos. Eu acredito que a justiça deve tomar medidas para evitar que continuem acontecendo fatos dessa natureza. Eu espero que a justiça se fortaleça para que fatos como esse não continuem acontecendo. Estou sentindo profundamente no coração a perda desse grande líder, desse grande vereador que tanto fez por Maceió e que ia fazer muito mais. Espero que ele esteja com Deus. Aparecida Augusta (DEM) O mundo nos prega muitas surpresas. Muitas nos fazem sofrer, trazem tristeza, dor e luto. A sua partida, tão inesperada, foi uma dessas surpresas imprevisíveis do destino. Ninguém poderia imaginar que você nos deixaria tão cedo, tão abruptamente. Não podemos deixar mais um crime impune, pedimos que a justiça seja feita! Aos familiares e amigos, meus sinceros sentimentos. Descanse em paz. Dudu Ronalsa (PSDB) Minha solidariedade aos familiares e amigos do meu colega de Câmara Silvânio Barbosa pelo ocorrido. Muito triste o que aconteceu e acontece todos os dias em nosso Estado. Um crime brutal que tirou de nós um vereador atuante que sempre lutou pelos menos favorecidos. Que sua alma descanse em paz, Silvânio. Luciano Marinho (Podemos) A partida do Silvânio foi uma perda grande para toda Maceió e, principalmente, para o bairro do Benedito Bentes. Eu tive a satisfação de conhecer o Silvânio há 25 anos quando juntos ingressávamos no movimento estudantil e após esse período Silvânio veio fazer política comunitária  no Benedito Bentes e no bairro Cidade Universitária, depois fui ser conselheiro tutelar no mesmo período em que o Silvânio também exercia o mesmo cargo. E tive a satisfação de agora, como vereador, chegando à Câmara, encontrar o Silvânio. Um grande amigo, um grande parceiro. Um cara sempre para frente, muito combativo, onde quer que estivesse. De maneira que uma grande perda para os amigos, para Maceió. O nosso meio político sente agora a grande falta do líder comunitário, do amigo e do político Silvânio Barbosa. Simone Andrade (DEM) Infelizmente aconteceu essa tragédia com o nosso amigo, vereador Silvânio Barbosa. Um vereador sempre atuante em prol das comunidades, principalmente do Benedito Bentes. Dizer que a gente tem mais que lamentar e dizer que esse monstro tem que pagar e a justiça está aí para botar ele na cadeia. Todos estamos de luto e tristes com essa tragédia, mas a violência não pode continuar acontecendo. A gente tem que dizer um não à violência. Os meus sentimentos para com a família. É o sentimento de toda a Câmara. Jônatas Omena (PPL) O que eu posso falar do Silvânio Barbosa é que ele era um vereador atuante, foi muito simpático quando eu cheguei à Câmara, na minha primeira sessão ele me recebeu e que a Câmara só tem a perder. É uma perda lastimável, principalmente do jeito que foi, um crime bárbaro e a gente tem que lamentar toda essa violência que está acontecendo aqui no nosso Estado Tereza Nelma (PSDB) Estou profundamente abalada com a triste notícia do falecimento do amigo e companheiro da Câmara, Silvânio Barbosa. Tenho combatido a violência, defendendo o diálogo de ideias. Nada justifica a morte de Silvânio, um vereador atuante e que sempre prezou pelo bem-estar dos maceioenses. Desejo conforto aos corações dos familiares e amigos, ao tempo em que clamo às autoridades pela investigação desse crime, para que os culpados sejam punidos. Mas isso é pouco. Temos que construir uma política de segurança, que previna as agressões e a morte. Sou sempre pela vida. Nunca pela morte. Lobão (PR) Maceió ficou órfã de um político comprometido com as questões sociais, que tinha uma presença marcante lá na Câmara. Eu particularmente aprendi muito com ele. Nós iniciamos no mesmo partido, quando ele teve o primeiro mandato de vereador, que foi pelo PSB, e sinto muito de perder aquela figura inquieta, produtiva. Eu já estava muito acostumado a responder a chamada com a voz dele. Ele costumeiramente fazia parte dos trabalhos de secretariado da Casa. Eu sinto muito a perda dele. Da forma como foi. Ele que tinha um futuro político pela frente. Sinto demais. Fico feliz por ter feito parte da história dele. E ele deixou um legado. A prova disso está aqui essa quantidade de pessoas que vieram se despedir e homenageá-lo. Antonio Hollanda (MDB) Silvânio foi um excelente vereador. Um vereador que fazia as proposições e, sobretudo, voltado para a parte alta de Maceió, muito mais com o Benedito Bentes. Era muito atuante. Uma pessoa combativa, mas, sobretudo, era uma pessoa amiga. E eu pude presenciar e conviver com ele. Eu, o presidente Kelmann, fizemos uma relação de amizade muito grande. Silvânio ultimamente a gente estava numa parceria, porque além de vereador eu sou médico, e ele é uma figura humana impressionante. Vai deixar uma lacuna muito grande e o Benedito Bentes eu tenho certeza que vai perder um grande líder e uma pessoa que sempre foi combativo, lutou e defendeu o  bairro não só como vereador, mas como líder comunitário, prefeito comunitário que foi. (Com informações da Ascom da Câmara de Maceió)
10/09/2018

Milhares se despediram de vereador Silvânio Barbosa, assassinado em Maceió

50 facadas

Milhares se despediram de vereador Silvânio Barbosa, assassinado em Maceió

População e políticos acompanharam velório e sepultamento de vítima de facadas

A despedida do vereador de Maceió Silvânio Barbosa (MDB) reuniu milhares de cidadãos, políticos de diversos partidos, no velório e sepultamento neste domingo (9), no bairro do Benedito Bentes. Barbosa foi encontrado morto com golpes de faca pelas costas, em seu apartamento, no último sábado (8). E a polícia afirma ter solucionado o caso com a prisão de Henrique Matheus da Silva, no Sertão da Paraíba, que confessou ter dado 50 facadas para roubar o vereador. O corpo do vereador foi sepultado no cemitério Memorial Parque Maceió, após ter sido velado no ginásio do Colégio Fantástico, onde Silvânio Barbosa foi professor da disciplina de História, no bairro do qual foi prefeito comunitário por vários mandatos, até se tornar vereador. Seu maior sonho era se tornar prefeito de Maceió. O cortejo do local do velório até o cemitério foi feito com o caixão transportado em carro do Corpo de Bombeiros e acompanhado por uma multidão até o local do sepultamento. Várias autoridades e candidatos publicaram notas e declarações públicas lamentando a morte violenta de Silvânio Barbosa. O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), e a Câmara de Vereadores decretaram luto oficial de três dias. “Estamos chocados e tomados pela sensação de perplexidade. O vereador Silvânio Barbosa era uma liderança importante para a cidade, com um trabalho reconhecido na região do Benedito Bentes. Esperamos que a polícia prenda os responsáveis e que eles sejam punidos”, disse o prefeito Rui Palmeira. Investigações O delegado da Polícia Civil de Alagoas, Fábio Costa, afirma que o crime está esclarecido e que “provas técnicas e análise de dados” colhidas e a comunicação entre os setores de inteligência das Polícias Civis de Alagoas e da Paraíba contribuíram para a prisão. No entanto, a Polícia Militar da Paraíba relatou que a prisão ocorreu em uma abordagem de rotina motivada por atitude suspeita de Henrique Matheus, que fugia no veículo do vereador. “Com base em provas técnicas e análise de dados, descobrimos que o suspeito estava na Paraíba. Suspeito já passou detalhes. O caso está totalmente esclarecido”, avisou o delegado. A PM da Paraíba afirmou, no sábado, que soube da morte do vereador, ao buscar na internet pelo nome do proprietário do veículo abordado. (Com informações da Gazetaweb)
09/09/2018

Suspeito confessa ter matado vereador de Maceió com 50 facadas

Latrocínio

Suspeito confessa ter matado vereador de Maceió com 50 facadas

Henrique Matheus da Silva Sousa foi preso na Paraíba com carro, R$ 10 mil e objetos roubados

O suspeito de matar o vereador de Maceió (AL) Silvânio Barbosa (MDB) foi preso em Pombal, no Sertão da Paraíba, com o carro da vítima, R$ 10 mil, roupas sujas de sangue, oito relógios e dois celulares. A Polícia Militar da Paraíba afirma que Henrique Matheus da Silva Sousa confessou ter dado 50 facadas no vereador com a intenção de roubá-lo. De acordo com o comandante da 3ª Companhia do 14º Batalhão de Polícia Militar, tenente Sávio Cascudo, o preso descreveu o latrocínio com riqueza de detalhes e frieza, após ser abordado e preso, a partir de uma abordagem de rotina ao veículo do vereador Silvânio Barbosa. As contradições do suspeito levaram os policiais a buscar pelo nome do proprietário do carro na internet e descobriram as notícias de que ele tinha sido encontrado morto ontem, no apartamento em que morava, no bairro do Benedito Bentes, na capital alagoana. E a polícia afirma que o preso disse até a quantidade de facadas: 50. O tenente Cascudo disse que o suspeito relatou ter iniciado uma relação com o vereador há cerca de 15 dias; viu a quantidade de bens que ele tinha em casa e percebeu a facilidade que seria roubá-los. “Da segunda vez [que se encontraram], ele já foi premeditado”, disse o policial ao G1. Neste momento o acusado está sendo conduzido para Maceió, com equipes conduzindo também o carro do vereador. O corpo do vereador está sendo velado, desde a noite de ontem (8), no ginásio do Colégio Fantástico, no Benedito Bentes, onde Silvânio Barbosa foi prefeito comunitário. O sepultamento está marcado para às 16h, no Parque das Flores do bairro. (Com informações da Gazetaweb e G1)
Mais Alagoas
10/09/2018

Ciclistas de Brasília se arriscam na pista do BRT em região com 38km de ciclovias

Ciclistas na pista do BRT

Ciclistas de Brasília se arriscam na pista do BRT em região com 38km de ciclovias

Atitude irresponsável é ignorada por órgãos de trânsito e ONGs

Ciclistas de Brasília correm risco de acidente trafegando na pista do BRT, exclusiva para ônibus, sem acostamento, numa atitude irresponsável que não tem sido observada e nem impedida pelos órgãos de trânsito. Embora essa atitude seja recorrente, o flagrante foi feito na sexta-feira (7). Também ONGs de ciclistas, sempre tão agressivas nas redes sociais e na imprensa quando ocorrem acidentes envolvendo usuários de bike, mantêm obsequioso silêncio em relação à atitude arriscada dos parceiros. O flagrante foi realizado no Park Way, região de Brasília com 38 quilômetros de ciclovias seguras e bem conservadas. Morador da região, Paulo Lassi lembrou a máxima “se você exige respeito, se dê ao respeito”, para criticar a atitude daqueles ciclistas. “Sou ciclista amador e sempre ando nas ciclovias disponíveis na cidade, principalmente no Park Way, onde moro, e que tem uma malha de ciclovia de aproximadamente 38km, bastante segura e afastada das pistas dos automóveis”, diz Lassi.
09/09/2018

Fraga interrompe campanha no DF para visitar Bolsonaro no hospital em SP

Pausa na campanha

Fraga interrompe campanha no DF para visitar Bolsonaro no hospital em SP

Atentado ao candidato foi um ato "covarde e cruel", diz ele

O candidato do DEM ao governo do DF, Alberto Fraga, interrompeu sua campanha neste fim de semana para viajar a São Paulo e prestar solidariedade ao amigo Jair Bolsonaro. Eles são amigos desde 1980, quando fizeram um curso de Educação Física no Exército, e atuam juntos como deputados federais há vários mandatos. Fraga ficou tão indignado quanto triste, com o atentado a Bolsonaro. “É preciso respeitar as diferenças de opinião. O que aconteceu foi um ato covarde e cruel”, afirmou, ao repudiar “esse ato de violência e intolerância.” Fraga não esteve com Bolsonaro, no Hospital Albert Einstein, mas o viu através do vidro da porta da UTI onde ele se recupera de cirurgia. E pôde cumprimentar familiares e amigos como o senador Magno Malta (PR-ES) e o ator Alexandre Frota, que também estiveram no local. O candidato do PSL a presidente da República foi vítima de tentativa de assassinato durante sua visita a Juiz de Fora (MG), quinta-feira (6), quando um ativista de esquerda o esfaqueou em meio à multidão. Bolsonaro foi atendido na emergência da Santa Casa e submetido a delicada cirurgia, e no dia seguinte foi removido para o Hospital Albert Einstein.
07/09/2018

Dados do Inca revelam que 670 casos de câncer de intestino devem ser diagnosticados no DF

Setembro Verde

Dados do Inca revelam que 670 casos de câncer de intestino devem ser diagnosticados no DF

Setembro Verde conscientiza para prevenção do câncer de intestino

O Setembro Verde conscientiza para prevenção do câncer de intestino. A intenção é alertar a sociedade sobre a importância da prevenção contra a doença e as visitas regulares ao médico que ajudam a garantir diagnósticos precoces e melhores possibilidades de tratamento. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 670 novos casos de câncer de intestino devem ser diagnosticados no Distrito Federal ainda este ano, sendo 300 deles em homens e 370 nas mulheres. Ainda segundo o Inca, para o ano de 2018, 36.360 pessoas aqui no Brasil devem ter a doença, sendo 17.380 pacientes homens, e 18.980 pacientes mulheres. Segundo o oncologista clínico do Instituto Onco-Vida/Oncoclínicas e membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Nilson Correia, a alta incidência está relacionada aos maus hábitos de vida. “ Sedentarismo, tabagismo, obesidade, dieta hipercalórica, rica em alimentos embutidos e pobre em frutas e vegetais são fatores que contribuem para o câncer colorretal”, afirma o médico. Ainda de acordo com o especialista, a faixa etária mais acometida por este tipo de câncer é a de 60 a 65 anos. Ele é o segundo tumor que mais aparece em mulheres, após o câncer de mama, e o terceiro mais comum nos homens, depois do tumor de próstata e pulmão. O oncologista reitera que o câncer de intestino, assim como a maioria dos tumores malignos, é altamente curável quando diagnosticado na fase inicial, com faixa de cura de 90%”. Por isso, deve-se ficar atento aos sintomas e realizar a colonoscopia. Vale ressaltar que o avanço tecnológico contribui para o tratamento de pacientes com câncer em estado avançado, fazendo com que as chances de cura aumentem. Dr. Nilson destaca que novas técnicas cirúrgicas aliadas ao surgimento de novas drogas quimioterápicas e biológicas, conduziram a um tratamento totalmente personalizado, conforme o perfil molecular do tumor. Sintomas Ainda de acordo com o especialista, o primeiro sintoma desta doença costuma aparecer na mudança do hábito intestinal, principalmente na constipação intestinal que antes tinha um ritmo normal. Ele afirma que com o tempo, podem surgir dores, cólicas abdominais, e à medida que o tumor cresce, podem surgir sangramentos nas fezes. O câncer de intestino se inicia, de acordo com Dr. Nilson, na maioria das vezes, a partir de doenças benignas, como pólipos intestinais que podem levar até 10 anos para se transformarem em câncer. Medidas preventivas  – Praticar exercícios físicos regularmente – Não fumar – Não ingerir bebidas alcoólicas – Não ingerir alimentos defumados, enlatados ou embutidos – Não ingerir alimentos com corantes/e ou conservantes – Remover pólipos no intestino, caso diagnosticados pela colonoscopia, que é indicada a todos os indivíduos acima de 45 anos. – Iniciar rastreamento precoce da doença para indivíduos que tem histórico familiar – Manter uma dieta rica em fibras e com pouca gordura de origem animal
07/09/2018

Ibaneis pede à Justiça que retire do ar “propaganda enganosa” de Rollemberg, no DF

Governador/DF 2018

Ibaneis pede à Justiça que retire do ar “propaganda enganosa” de Rollemberg, no DF

Vídeo de Rollemberg cita um 'novo hospital' que já existia

O candidato do MDB ao governo do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, ingressou com representação contra o atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) na Justiça Eleitoral por propaganda enganosa, acusando-o de “manipulação de fatos” e de conteúdo inverídico do comercial eleitoral em que o candidato à reeleição afirma haver construído “um novo Hospital da Criança”. Ele pede a imediata retirada do vídeo do ar. Na verdade, segundo Ibaneis, que se refere a Rollemberg como “Pinóquio”, foi construída apenas uma ala do hospital já existente, produto de convênio datado de 2012, dois anos antes da eleição do atual governador. Em nota, a campanha à reeleição de Rodrigo Rollemberg ironizou a iniciativa de Ibaneis: “Não estranha a falta de conhecimento do candidato Ibaneis Rocha, que quase nada conhece do Distrito Federal. Sua representação mostra ignorância ou má-fé, uma vez que entregamos um verdadeiro novo Hospital da Criança: o antigo tinha 18 leitos e o atual conta com 202 novos e modernos leitos.” ONG construiu o hospital O hospital foi construído pela Abrace, ONG de apoio a famílias de crianças com câncer. A unidade de saúde tem ainda uma gestão muito elogiada a cargo do Icipe (Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada), entidade sem fins lucrativos criada pela Abrace. “O Hospital da Criança de Brasília é uma iniciativa exclusiva da sociedade civil, apoiada ao longo de décadas pelo Distrito Federal e não por um governador em específico”, afirmou o candidato do MDB em sua representação. Ibaneis Rocha cita ainda “outro fato sabidamente inverídico”: a propaganda de Rollemberg omite o fato de que a nova ala, embora inaugurada recentemente, “ainda não se encontra em pleno funcionamento”.
Mais Distrito Federal
08/09/2018

Agressor de Bolsonaro conta com escritório luxuoso em sua defesa

Retaguarda poderosa

Agressor de Bolsonaro conta com escritório luxuoso em sua defesa

Banca de advogados cobra caro e ressalta que Adelio agiu sozinho

A atuação de uma equipe de advogados de uma das mais prestigiadas bancas de advocacia de Minas Gerais evidenciou que o autor da facada contra o presidenciável do PSL Jair Bolsonaro pode estar recebendo suporte financeiro de gente poderosa, ou não ser uma pessoa comum como aparentou ser. A defesa refuta a existência de mentor intelectual do crime. Desde o dia seguinte ao crime cometido na quinta (6), quatro profissionais do direito se apresentaram para defender Adelio Bispo de Oliveira. Os advogados do homem que golpeou com uma faca o líder da corrida presidencial, em um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) pertencem ao NDCM Advogados Associados. Segundo reportagem de Amanda Acosta, do Jornal da Cidade, o escritório é referência para o Estado e tem oferece serviços dignos de uma potência no mercado do Direito, a um custo inacessível para quem viveu em pensão de R$ 400, como o agressor de Bolsonaro. A banca mantém uma requintada sede localizada estrategicamente em Barbacena, próxima ao maiores centros como Juiz de Fora e Belo Horizonte. Outra luxuosa “filial” fica em São João Del Rei. Os advogados Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, Zanone Manuel de Oliveira Júnior, Fernando Costa Oliveira Magalhães e Marcelo Manoel da Costa defendem que Adelio agiu sozinho e de rompante quando decidiu esfaquear Bolsonaro. Eles refutam a existência de mentor intelectual do crime, que segundo a defesa, teria sido idealizado três dias antes pelo criminoso, como reação ao discurso de Bolsonaro sobre negros quilombolas. Também alegam problemas mentais do acusado e avaliam a possibilidade de instaurar um incidente de sanidade mental. “A juíza vai designar um corpo psiquiátrico para que faça um minucioso exame acerca da higidez mental do nosso cliente”, disse o advogado Zanone Oliveira Júnior. (Com informações do Jornal da Cidade e da Agência Brasil)  
17/08/2018

BRB abre licitação para venda de imóveis residenciais, comerciais e rurais

Nova licitação

BRB abre licitação para venda de imóveis residenciais, comerciais e rurais

São 203 imóveis localizados no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais, Piauí e São Paulo

O Banco de Brasília abriu nova licitação para a venda de imóveis. São, ao todo, 203 imóveis residenciais, comerciais e rurais, pertencentes ao BRB, situados no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais, Piauí e São Paulo.   Os envelopes, contendo propostas, comprovantes de recolhimento da caução e documentos, devem ser encaminhados à comissão de licitação na Gerência de Contratações (GECON), localizada no SBS, Quadra 01, Edifício Brasília – 16º andar, Brasília – DF. A abertura de propostas ocorrerá em 19/09/18 (quarta-feira), às 10h, no auditório do 15º andar – Edifício Brasília.   O edital e a lista de imóveis à venda estão disponíveis no site do BRB > Licitações > Venda de Imóveis BRB > Concorrência DIPES/CPLIC – 008/2018. O edital também pode ser retirado na sede do BRB, localizada no SBS, Quadra 01, Bloco E, Ed. Brasília 16º andar, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h.   Dúvidas relativas aos imóveis (estado de ocupação, taxas, impostos) podem ser esclarecidas na Gerência de Serviços Gerais (GESEG), pelos telefones 3412-8828/8319.   Aqueles que adquirirem um imóvel e desejarem financiá-lo pelo BRB contarão, ainda, com condições diferenciadas, com taxa de juros flexibilizada de 90% da taxa de tabela, além do percentual máximo de financiamento de 95% do menor valor entre a cotação de avaliação e de compra/venda do imóvel.   Dúvidas sobre questões relativas a financiamento podem ser esclarecidas na Gerência de Operações Imobiliárias (GEMOB), pelos números 3412-8341/8376.   Serviço Licitação para venda de imóveis BRB Abertura de propostas: 19/09/2018
16/08/2018

Pimentel e Anastasia trocam acusações em início de debate em Minas

Governador/MG 2018

Pimentel e Anastasia trocam acusações em início de debate em Minas

Anastasia acusou Pimentel em aumentar mais de 180 tributos

O debate entre os candidatos ao governo de Minas Gerais foi aberto com forte duelo entre Fernando Pimentel (PT) e o senador Antonio Anastasia (PSDB). Anastasia acusou Pimentel em aumentar mais de 180 tributos, sendo que na sua campanha havia destacado que iria reduzir impostos. Pimentel rebateu e afirmou que recebeu as contas do estado com rombo de mais de R$ 7 bilhões. “Esse rombo de caixa foi deixado pelo governo Anastasia. A situação de Minas é tão grave, mas tão grave que merece reflexão de todos nós”, afirmou. Pimentel enfatizou que é preciso “consertar o estado” do estrago feito pelos 12 anos de mandatos tucanos. “Eles praticamente destruíram nosso estado”, disse.
16/08/2018

Candidatura de Dilma é contestada no TRE de Minas Gerais

Condenada no Congresso

Candidatura de Dilma é contestada no TRE de Minas Gerais

Cassação no Senado torna Dilma inelegível por 8 anos

Logo após o PT de Minas Gerais registrar a candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado, nesta quarta (15), um advogado contestou o procedimento no Tribunal Regional Eleitoral de Minas (TRE/MG). No documento, ele alega que a Constituição prevê que um presidente da República condenado por crime de responsabilidade pelo Senado deve ficar inabilitado para qualquer cargo público por oito anos. “Portanto, em 31 de agosto de 2016 o Senado deu um entendimento totalmente diverso do constituinte originário ao votar o fatiamento da pena da Dilma para não deixá-la inelegível. Mas agora cabe ao juízo eleitoral finalmente declarar a inelegibilidade da Dilma”, disse o autor da contestação, Mariel Marley Marra. Ele é o mesmo que, anteriormente, havia protocolado pedido de impeachment do presidente Michel Temer (MDB) e também do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). A ação contra Pimentel chegou tramitar na Assembleia Legislativa mineira, mas foi suspensa. (Folhapress)
Mais Minas Gerais
09/09/2018

Unesco vai ajudar na remoção de escombros do Museu Nacional

Ajuda internacional

Unesco vai ajudar na remoção de escombros do Museu Nacional

Entidade da ONU ofereceu especialistas que já atuaram em tsunamis e outros desastres

O Museu Nacional do Rio de Janeiro, na Quinta da Boa Vista, começa a receber amanhã (10) tapumes em seu entorno para que sejam iniciadas as obras de contenção e outros procedimentos para manter a estrutura do palácio segura. Há uma semana, o prédio foi atingido por um incêndio de grandes proporções que destruiu a maior parte de seu acervo de 20 milhões de itens. Neste domingo (9), o acesso aos jardins do palácio já estava fechado para a imprensa. A vice-diretora do Museu Nacional Cristiana Serejo confirmou que, na próxima terça-feira (11), começam a chegar no Rio técnicos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que vão auxiliar nos trabalhos. De acordo com Roberto Leher, o reitor da UFRJ, instituição a qual o Museu é vinculado, a Unesco ofereceu especialistas que já trabalharam em tsunamis e outros desastres para ajudar na remoção dos escombros. Com a colocação dos tapumes, começam as obras de contenção e outros procedimentos para manter a estrutura do palácio segura e permitir mais buscas nos escombros na tentativa de localizar peças do acervo que tenham escapado do fogo. Uma equipe de especialistas, sob o comando de arqueólogos do museu realizará esse trabalho, com apoio de engenheiros contratados para garantir a segurança nos escombros. De acordo com Cristiana, o grupo de especialistas é formado também por museólogos do Instituto Brasileiros de Museus (Ibram) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e já está trabalhando no interior do prédio. Ela explicou que os trabalhos ocorrem em duas frentes: uma estrutural e uma de resgate do acervo. A expectativa é de que no decorrer dessa semana, sejam liberados R$ 10 milhões do Ministério da Educação para ações emergenciais na segurança do prédio. A UFRJ já está fazendo um termo de referência, com a relação dos serviços mais necessários nessa etapa emergencial. Segundo Cristiana Serejo, o museu vai aceitar também doações de outras instituições. Contatos com essa finalidade já estão sendo feitos pela direção do museu. “O Museu Nacional está tentando se organizar”, afirmou a vice-diretora. “Cada peça do museu tinha sua história e ela provocava histórias diferentes. Quem foi lá e viu uma múmia, um dinossauro, tem uma história diferente para contar, porque é uma relação pessoal das pessoas com aquele acervo”, disse Tadeu Lemos, professor de história de um cursinho pré-vestibular que promoveu um aulão nas imediações do museu sobre a história e as memórias da instituição, fundada em 1818. (Agência Brasil)
08/09/2018

UFRJ, que não cuidou do Museu, acha ‘autoritário’ o plano de entregá-lo ao MEC

Autonomia ameaçada

UFRJ, que não cuidou do Museu, acha ‘autoritário’ o plano de entregá-lo ao MEC

Temer avalia desvincular gestão de museu destruído por incêndio

A UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) reagiu nesta sexta (7) ao plano estudado pelo governo Michel Temer (MDB) de desvincular da instituição a gestão do Museu Nacional, destruído por um incêndio no domingo (2). A reitoria da universidade, que ao longo dos anos nem sequer foi capaz de criar um grupo de brigadistas para prevenir e combater incêndios, afirmou que “qualquer medida dedicada a retirar da UFRJ o Museu Nacional representaria ato arbitrário e autoritário contra a autonomia universitária e a comunidade científica do país”. Também afirmou, por meio de nota, que no espaço não ocorre apenas a conservação do acervo, mas diversas outras atividades ligadas ao estudo e à pesquisa. “Além da guarda da memória, da cultura do país e do mundo, ali se produz conhecimento, ciência de ponta reconhecida pela Capes com a nota 7, maior índice de avaliação possível para uma instituição acadêmica no Brasil.” A instituição disse que o museu é indissociável da UFRJ -como prevê o artigo 207 da Constituição Federal. Para a reitoria, o quadro de docentes, pesquisadores e técnicos é altamente qualificado e não poderia se submeter a uma organização social ou qualquer outra instituição que não seja a própria universidade. O argumento do Palácio do Planalto tem sido o de que a direção da instituição de ensino não tem gerido de maneira adequada os recursos repassados e de que essa possível alteração poderá facilitar parcerias com a iniciativa privada para agilizar a recuperação do museu. A ideia em estudo é que a gestão da instituição cultural passe para as mãos do Ministério da Educação, que teria, na opinião do governo federal, melhores condições para conduzir a recuperação do prédio histórico após a destruição. (Com informações da Folhapress)
06/09/2018

Por unanimidade, TRE veta candidatura de Garotinho ao governo do Rio

Cabe recurso

Por unanimidade, TRE veta candidatura de Garotinho ao governo do Rio

Político foi condenado em julho por desvios de R$ 234,4 milhões da Saúde do estado, ocorridos em 2005 e 2006

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indeferiu por unanimidade, nesta quinta-feira (6), a candidatura de Anthony Garotinho ao governo do estado do Rio de Janeiro. A decisão foi motivada pela condenação de Garotinho, em segunda instância, pelo Tribunal de Justiça (TJ), em um caso de improbidade administrativa, envolvendo desvio de R$ 234 milhões em um programa de saúde. Os membros do tribunal acompanharam a relatora, desembargadora eleitoral Cristiane Frota, que acolheu impugnação feita pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), por ato doloso de improbidade administrativa com lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito. “Ante todo o exposto, voto pela procedência da impugnação ministerial com o indeferimento do pedido de registro de candidatura de Anthony Garotinho para o cargo de governador do estado do Rio de Janeiro, o que importa no indeferimento do registro de candidatura de Maria Landerleide de Assis Duarte, candidata ao cargo de vice-governadora. Fica facultada à coligação substituir o candidato, no prazo de 10 (dez) dias. Após o esgotamento da instância ordinária, fica vedada a prática de atos de campanha, até que se proceda à substituição; e por fim proceda-se à retirada do nome do candidato da programação da urna eletrônica”, destaca a relatora, em seu voto. Em nota divulgada pela sua assessoria, Garotinho diz que já imaginava o resultado, porque as decisões do TSE têm sido políticas. “Pelo menos, houve um mal menor: foi rejeitada a proposta do MP [Ministério Público] de proibir que eu faça campanha enquanto eu recorro ao TSE”, disse o candidato. O TJ julgou em julho o processo sobre desvios da saúde no estado, em 2005 e 2006, quando Garotinho era secretário estadual de governo. Desde a Lei da Ficha Limpa, ficam inelegíveis por oito anos candidatos condenados em órgãos colegiados. O advogado Carlos Azeredo, que defende Garotinho, considerou a decisão injusta e adiantou que vai recorrer, ainda hoje, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo ele, não houve qualquer enriquecimento por parte de Garotinho e está havendo uma perseguição contra o candidato. Além deste processo, Garotinho enfrentará, nos próximos dias, no TRE, outra decisão, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), que também o condenou, em segunda instância, mas por outro motivo, formação de quadrilha. Advogados eleitorais consultados, presentes ao TRE, consideraram que Garotinho poderá continuar a fazer campanha, enquanto não houver decisão transitada em julgado. (ABr)
06/09/2018

Uruguai se dispõe a ajudar na reconstrução do Museu Nacional do Rio

Tragédia imensurável

Uruguai se dispõe a ajudar na reconstrução do Museu Nacional do Rio

Para paleontóloga uruguaia, o mais importante neste momento é que os cientistas se unam e cobrem dos governos nacionais a proteção do patrimônio

O diretor nacional de Cultura do Uruguai, Sergio Mautone, e o coordenador de Museus do país, Javier Royer, expressaram profundo pesar pelo incêndio que destruiu o acervo do Museu Nacional no Rio de Janeiro no último domingo (2). Em carta enviada às autoridades brasileiras, eles destacam que o incêndio arrasou “coleções de imensurável valor patrimonial e um edifício, que foi testemunha e protagonista na história do Brasil e da região, que tinha 200 anos de história material da instituição e milhões de anos de história universal”. No texto, afirmam que, em nome do governo uruguaio e todos os museus do país, enviam aos trabalhadores dos museus brasileiros um “fraterno e solidário abraço” e se colocam à disposição para “colaborar no que considerarem oportuno”. A carta foi direcionada ao reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher; ao diretor do Museu Nacional do Rio, Alexandre Kellner; e ao presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araújo. Proteção Para a paleontóloga uruguaia Graciela Piñeiro, a tragédia no Museu Nacional do Rio de Janeiro poderia ter sido evitada. “Uma notícia tão triste, que entristeceu a mim e a todos os colegas, não apenas paleontólogos, mas também biólogos, geólogos, todos os cientistas. As perdas de tanto patrimônio que, além de tudo, podiam ter sido evitadas. Sinto impotência diante dessas notícias, porque os patrimônios não estão guardados para mim ou você, são para as gerações futuras e isso nos indigna.” Ela disse que o mais importante neste momento é que os cientistas se unam e cobrem dos governos nacionais a proteção do patrimônio. “Não devemos perder tempo e sim avançar na proteção do nosso patrimônio. Haverá gerações futuras que estarão interessadas nessa riqueza e devemos exigir das autoridades cuidado e atenção.” Graciela, que é professora do Departamento de Paleontologia da Universidade da República do Uruguai, acredita que os povos antigos da América do Sul cuidavam muito melhor de suas riquezas e patrimônios do que hoje em dia. Para a paleontóloga, as notícias sobre o descobrimento de material histórico e/ou cultural ou sobre o patrimônio uruguaio são escassas e pouco difundidas. “Atualmente é difícil encontrar em países sul-americanos interesse nessa riqueza patrimonial, cultural. A minha experiência no Uruguai, quando eu saio para dar palestras para crianças ou idosos, por exemplo, é excelente. Todos ficam maravilhados ao saber de tudo o que o Uruguai tem de legado patrimonial, paleontológico. Mas ninguém sabe, não se difunde isso”, afirma.
Mais Rio de Janeiro
10/09/2018

Lula recorre ao STF e tenta estender prazo para mudança de chapa do PT

Após veto no TSE

Lula recorre ao STF e tenta estender prazo para mudança de chapa do PT

Defesa pede urgência na análise do recurso; TSE negou pedido

A defesa do ex-presidente Lula apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 10, um novo pedido para ampliar o prazo de substituição do candidato do PT na disputa à Presidência da República. Os advogados pediram urgência na análise. Na noite de domingo a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, negou o mesmo pedido de prorrogação do prazo. Na mesma decisão, a ministra enviou o recurso extraordinário da defesa, que discute a inelegibilidade do petista, para apreciação do STF. O objetivo mais imediato é adiar o prazo de substituição desta terça, 11, para o próximo dia 17 de setembro, segunda-feira da próxima semana. O pedido será analisado pelo ministro Celso de Mello, responsável pelo caso no STF. “Não há como aguardar a análise do tema [recurso extraordinário] pelo plenário desta Corte. Não há tempo. Ou se tem uma decisão até o próximo dia 11 de setembro – deadline imposto pelo acórdão recorrido, em outra guinada jurisprudencial – ou a candidatura de Lula será enterrada viva”, afirmou a defesa. O PT quer que o caso seja discutido no plenário do STF. A defesa quer que Celso de Mello conceda uma liminar (decisão provisória) para suspender a data limite imposta pelo TSE para o PT trocar Lula na cabeça da chapa presidencial. O TSE estabeleceu prazo até o dia 11. No entanto, os advogados argumentam que a legislação eleitoral estabelece que as trocas podem ser feitas até o dia 17. Os advogados solicitaram também suspensão de inelegibilidade e autorização para Lula fazer campanha. A defesa destaca que Lula foi impedido de fazer campanha, o que classificam como “inequívoca guinada jurisprudencial”.
08/09/2018

‘Não é na bala, nem na faca que vamos construir essa nação’, diz Alckmin

Pior caminho

‘Não é na bala, nem na faca que vamos construir essa nação’, diz Alckmin

Tucano diz que violência sempre foi pior caminho, ao lamentar por Bolsonaro

Em reação ao ataque contra seu adversário da corrida presidencial Jair Bolsonaro (PSL), o candidato do PSDB Geraldo Alckmin abriu seu novo programa eleitoral na noite deste sábado (8), afirmando ser o momento ideal para entender melhor sobre a paz, em torno da qual pregou a união. Depois de se solidarizar com seu adversário agredido, o tucano afirmou que “não é na bala, nem na faca que vamos construir uma nação”, referindo-se ao fato de Bolsonaro condenar o desarmamento e ter sido esfaqueado em um evento de campanha na quinta (6). Como exemplo da resolução de conflitos sem violência e utilizando inteligência e sensibilidade, a peça ressalta a intervenção bem sucedida de Alckmin no sequestro de Patrícia Abravanel, filha dono no SBT, Sílvio Santos, em agosto de 2001. O programa que também conta com a participação da senadora Ana Amélia (PP-RS) se baseia na avaliação inicial da campanha de que não houve uma comoção incondicional com o ataque ao presidenciável, no sentido de empatia. “A violência é sempre o pior caminho para combater a violência”, diz Alckmin, no programa. Na mesma linha, o foco é dado no petismo, candidato a rival para uma vaga no segundo turno caso Bolsonaro se consolide devido ao ataque. “O ódio que divide o país cresceu com o PT e fez prosperar radicais de um lado de outro”, diz Alckmin, que naturalmente toma o cuidado de se solidarizar com o rival na peça. “Oura coisa é não deixar que esse acontecimento nos impeça de olhar com cuidado para os problemas do Brasil”, diz o tucano. Para ele, é preciso ter um país em que seja possível “viver sem medo”, e o episódio pode trazer “uma nova nação”. Tudo isso se encaixa na difícil tarefa tucana de não criticar uma vítima internada de uma agressão e, ao mesmo tempo, evitar que ela consiga auferir benefícios políticos do atentado. Por outro lado, já há o foco no PT. Assista: (Com informações da Folhapress)
08/09/2018

‘Deus o livre aquela pessoa tivesse uma arma de fogo’, diz Marina sobre ataque a Bolsonaro

Reflexão sobre ataque

‘Deus o livre aquela pessoa tivesse uma arma de fogo’, diz Marina sobre ataque a Bolsonaro

Candidata da Rede prega métodos não violentos para proteger a sociedade contra o crime

A candidata à Presidência Marina Silva (Rede) aproveitou o que chamou de sua “primeira manifestação de rua depois do inaceitável ato de violência contra Jair Bolsonaro” para criticar a ideia de que o armamento civil é a melhor resposta para a violência. “Eu fico pensando: que se Deus o livre aquela pessoa tivesse uma arma de fogo na mão, o que poderia ter acontecido”, disse neste sábado (8), poucas horas após a divulgação de uma foto em que o rival do PSL, acamado no hospital, aparece simulando uma arma com as mãos, como se estivesse atirando. “Amor e respeito dentro do coração” são mais eficazes do que uma “arma na mão” para proteger a sociedade da violência e do crime, segundo a presidenciável, que afirmou não ter pedido reforço da Polícia Federal após o ocorrido, como alguns colegas fizeram. “Em 2014 foi a violência política, agora está sendo a violência física”, afirmou Marina, que há quatro anos se declarou vítima de uma campanha difamatória por parte do PT da rival Dilma Rousseff. Ela listou a violência serial que atinge a temporada eleitoral: o assassinato de Marielle Franco (PSOL), os tiros que atingiram a caravana lulista e, agora, o estaqueamento de Bolsonaro. Ela não quis cravar a garantia de Bolsonaro no segundo turno, como fizeram aliados do militar reformado e mesmo rivais como João Doria (PSDB), uma hipótese que seria impulsionada pela comoção popular pós-atentado. “Estamos vivendo diante de muitas imprevisibilidades, e o eleitor é soberano para mudar sua vontade no momento que ele quiser”, disse a candidata, cujo desempenho na última pesquisa Ibope estagnou, enquanto adversários como Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) avançaram. Para Marina, o ataque contra Bolsonaro pode ser uma “oportunidade para dar um ponto final na polarização, no ódio, na violência”. A passagem dela pela região gerou tumulto, uma turbulência que surfou no vaivém já caótico desta que é uma das principais zonas de comércio popular da cidade. Entre placas de candidatos da Rede e de causas como a da “bancada vegana”, gritos de “Lula” e “Bolsonaro” foram ouvidos aqui e acolá -o clamor pelo presidenciável do PSL virou coro quando Marina chegou ao Mercado Municipal, onde dois comerciantes usavam camisas com foto do capitão reformado. (Folhapress)
06/09/2018

Meirelles estagnado; MDB coloca máquina a serviço de PT e Bolsonaro, diz a Folha

Sempre governo

Meirelles estagnado; MDB coloca máquina a serviço de PT e Bolsonaro, diz a Folha

MDB nordestino lidera movimento por primeiros colocados

Dirigentes do MDB já não acreditam na viabilidade de Henrique Meirelles na disputa pelo Planalto e decidiram apostar a estrutura do partido nos estados em candidaturas hoje mais competitivas, como a do PT e a de Jair Bolsonaro (PSL). Integrantes da sigla de Michel Temer estabeleceram um limite para que o ex-ministro da Fazenda mostre que ainda está no jogo: as primeiras pesquisas após o início da propaganda eleitoral de rádio e TV. Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (5) traz o candidato com 2%, numericamente atrás de Alvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo). Mas, diante da baixa expectativa sobre o presidenciável, devem considerá-lo fora do baralho a partir da próxima semana e trabalhar para eleger governadores e uma bancada grande no Congresso. O movimento ganhou força na cúpula do MDB, principalmente no Nordeste, região em que o ex-presidente Lula (PT) concentra 59% do eleitorado. No Sul, por sua vez, a tendência está mais atrelada à base partidária, identificada com bandeiras conservadoras e do agronegócio, defendidas com vigor por Bolsonaro. A avaliação é que Meirelles virou um dilema para candidatos nos estados que, sem um nome nacional forte, tentarão se viabilizar ancorados naqueles com mais chances na disputa -Lula e Bolsonaro lideram as pesquisas. No Nordeste, a tese dos emedebistas é que não há como “nadar contra a maré”, já que mais da metade dos eleitores na região se declara lulista. Em relação ao capitão reformado, a aderência deve aumentar caso ele consiga ir para o segundo turno contra um candidato que capte votos da esquerda, como Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) ou Fernando Haddad (PT), que deve substituir Lula após a candidatura do petista ter sido barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os caciques do MDB consideram que Haddad crescerá nos levantamentos rapidamente, beneficiando-se da popularidade do padrinho. Dos 13 candidatos a governador pelo partido de Temer, ao menos quatro já utilizaram o ex-presidente em imagens ou discursos de suas campanhas. Postulantes ao governo pelo MDB no Nordeste, como Renan Filho (AL), Hélder Barbalho (PA), Roseana Sarney (MA) e José Maranhão (PB) são exemplos disso. Maranhão, inclusive, faz uso de slogans sob imagem uma vermelha, cor ligada ao partido do ex-presidente. Candidatos ao Senado na região também se concentram para atrair eleitores que, nacionalmente, devem votar no PT. É o caso de Renan Calheiros (AL), Eunício Oliveira (CE) e Edison Lobão (MA). Eunício, que votou pelo impeachment de Dilma Rousseff, apresenta-se como “o senador de Lula”. Com 9% no mais recente Datafolha, Geraldo Alckmin (PSDB) não é considerado opção pelo MDB. Fiel da balança na primeira fase do governo, o tucano se afastou de Temer -que atingiu índices históricos de impopularidade– e tem atacado o presidente em sua propaganda eleitoral. Com várias alas e caciques regionais, o MDB não é um partido coeso e, em outras eleições, teve histórico de abandono de quadros mais orgânico da sigla. Em 1989, por exemplo, Ulysses Guimarães foi deixado de lado como candidato ao Planalto. Em 1994, foi a vez de Orestes Quércia. Ao vislumbrar o cenário de abandono, Meirelles também tentou se distanciar. Deslocou parte do núcleo de sua campanha de Brasília para São Paulo e já não submete decisões ao Planalto ou a aliados de primeira ordem do presidente. Integrantes de sua equipe afirmam que há candidatos do MDB que ainda mantêm o apoio a ele. Em segundo lugar nas pesquisas para o governo de São Paulo, Paulo Skaf, por exemplo, participou de evento com o presidenciável nesta semana. Já José Ivo Sartori, que tenta a reeleição no RS, é fiador da indicação de Germano Rigotto como vice do ex-ministro. Em Goiás, Daniel Vilela é outro apoiador porém, considerado uma espécie de terceira via, com poucas chances na disputa. Na visão de Meirelles, a melhora de seu desempenho só será possível ser medida a partir da segunda quinzena do mês, quando sua exposição no programa de TV atingir mais de duas semanas. “Temos expectativa de uma reação mais forte que possa ser captada não com pesquisas de agora, mas que comecem a ser captadas no fim da próxima semana e isso vai alterar substancialmente o quadro”, disse o candidato à reportagem. Segundo aliados do presidenciável, há também uma frustração de integrantes do MDB que esperavam que Meirelles, segundo candidato mais rico na corrida pelo Planalto de acordo com dados do TSE, ajudasse no financiamento de suas campanhas, o que não aconteceu. (Com informações da Folhapress)
Mais São Paulo
10/09/2018

Eletrobras irá reabrir programa de demissão voluntária em outubro

Demissão

Eletrobras irá reabrir programa de demissão voluntária em outubro

O objetivo é desligar cerca de 2,4 mil funcionários que são um excedente de mão de obra no momento

A Eletrobras vai reabrir em outubro o Plano de Demissão Consensual (PDC). Segundo o presidente da empresa, Wilson Ferreira Júnior, o objetivo é desligar cerca de 2,4 mil funcionários que são um excedente de mão de obra no momento. “A tecnologia que é mais avançada, a padronização e a organização dos processos vão permitir ao grupo Eletrobras, como um todo, reduzir em torno de 2,4 mil empregados”, disse o presidente sobre as razões que tornam o quadro maior do que o necessário. Ferreira participou hoje (10) de um almoço com empresários na capital paulista. Na primeira etapa do PDC, houve adesão de 736 empregados. Ferreira disse que espera terminar a gestão na empresa com um quadro de funcionários reduzido à metade do que quando assumiu o cargo. De acordo com ele, eram 24 mil empregados em junho de 2016. Com as privatizações e programas de demissão, Ferreira pretende entregar a companhia com 12 mil funcionários no início do ano que vem. A empresa propôs o pagamento da multa do FGTS, somado ao aviso prévio correspondente a três salários do empregado, mais 50% relativos à soma dos valores da multa e do aviso prévio, além de cinco anos de plano de saúde para quem aderir ao plano de demissão. Privatização A próxima etapa no programa de privatizações da Eletrobras é a venda da Amazonas Distribuidora de Energia, prevista para o dia 26 de setembro. O negócio evitaria, segundo Ferreira, um processo de liquidação da empresa. “É o pior que pode acontecer”, disse sobre a medida que, de acordo com ele, prejudicaria funcionários e credores. Das seis distribuidoras que eram controladas pela estatal, quatro já foram leiloadas. A Companhia Energética de Alagoas (Ceal), teve o leilão suspenso devido a uma decisão judicial do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), impedindo a venda da companhia, após ação movida pelo governo de Alagoas. (ABr)
10/09/2018

Projeção da inflação cai de 4,16% para 4,05% este ano

Boletim Focus

Projeção da inflação cai de 4,16% para 4,05% este ano

Mercado financeiro também reduziu estimativa de crescimento do PIB em 2018

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa de crescimento da economia e da inflação para 2018. A informação consta do boletim Focus, publicado semanalmente pelo BC, com projeções para os principais indicadores econômicos. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,16% para 4,05% este ano. A redução ocorreu após a deflação registrada em agosto (0,09%), divulgada na quinta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para 2019, a projeção para o IPCA permanece em 4,11%. Para 2020, a estimativa segue em 4% e para 2021 passou de 3,92% para 3,87%. Para 2018 e 2019, as estimativas estão abaixo do centro da meta que deve ser perseguida pelo BC este ano, de 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). Visando alcançar a meta de inflação, o BC usa como instrumento a taxa básica de juros (Selic), atualmente em 6,5% ao ano. De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o final de 2018. Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. Atividade econômica A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi reduzida de 1,44% para 1,40% neste ano. Para 2019, 2020 e 2021, a estimativa para o crescimento do PIB continua em 2,5%. A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no final deste ano e em R$ 3,70 no fim de 2019. (ABr)
10/09/2018

Governo devolve R$3,3 bilhões a 2,6 milhões de contribuintes no 4º lote de restituição

Devolve aí

Governo devolve R$3,3 bilhões a 2,6 milhões de contribuintes no 4º lote de restituição

Consultas ao 4º lote estarão disponíveis nesta segunda-feira

A Receita Federal abre às 9h desta segunda (10) a consulta ao quarto lote de restituição do Imposto de Renda de 2018. Serão beneficiados 2,6 milhões de contribuintes, que receberão R$ 3,3 bilhões de volta. O lote inclui pessoas que caíram na malha fina entre 2008 e 2017. Segundo a Receita, o lote inclui restituições entregues até o dia 24 de abril, e a remuneração será de 3,15%. A consulta pode ser feita no site da Receita ou pelo telefone 146 a partir das 9h da manhã. O valor será creditado na conta informada pelo contribuinte no dia 17 de setembro.

Poder em Números


01/08/2018

Conheça os pré-requisitos para se tornar um prefeito

Prefeitura

Conheça os pré-requisitos para se tornar um prefeito

Fique por dentro de suas funções

As eleições para prefeito acontecem de 4 em 4 anos, ou seja os prefeitos possuem um mandato de 4 anos e podem tentar uma reeleição ao final do período, sendo que pode ocorrer apenas uma vez, em mandato consecutivo. O prefeito é o chefe do Poder Executivo de um município, ele administra a cidade em que vive e assim como diversos cargos, é necessário seguir alguns critérios para se candidatar ao cargo de prefeito. Acompanhe agora quais são esses critérios exigidos e quais funções exercem os prefeitos.
26/07/2018

Saiba quais são as funções de um governador

Governadores

Saiba quais são as funções de um governador

Fique por dentro da importância de um governador em nosso país

A cada 4 anos são eleitos os governadores dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, eles exercem um dos cargos do poder executivo. Neste ano teremos as eleições e é importante que você saiba as determinadas funções deste cargo para que seu voto seja feito de forma consciente. Para se tornar um governador é indispensável o cumprimento de alguns requisitos, tais como: ter nacionalidade brasileira ou ser naturalizado, estar em pleno exercício dos direitos políticos, ter domicílio eleitoral no estado para o qual quer concorrer ao cargo, estar alistado na Justiça Eleitoral, estar filiado ao seu partido há pelo menos seis meses antes da eleição e ter idade mínima de 30 anos. Ficou curioso para saber quais são as funções que esse cargo exerce? O Diário do Poder te explica.
10/07/2018

Como escolher um bom candidato

Eleições 2018

Como escolher um bom candidato

Conheça alguns passos para você decidir em quem irá votar

Você já sabe em quem vai votar nas eleições deste ano? Elas estão cada vez mais próximas, e todos nós sabemos o quanto é importante confiar nosso voto ao candidato que irá nos representar nos próximos quatro anos. Você já pensou em como vai fazer essa escolha? Como vai escolher entre os vários candidatos e partidos? É importante que você avalie alguns critérios na hora de escolher o seu candidato, em primeiro lugar saiba sua posição ideológica, sabendo defini-la você pode tirar da sua lista vários candidatos que não se encaixam com seu posicionamento. Afinal, como você pode escolher um bom candidato? Acompanhe a seguir alguns passos para você decidir em quem irá votar nas eleições.  
25/06/2018

O que é preciso para ser um senador ou deputado

Congresso Nacional

O que é preciso para ser um senador ou deputado

Acompanhe quais são os requisitos necessários

Já pensou quais requisitos são necessários para se tornar um deputado ou um senador? O poder legislativo no Brasil é regido pela Câmara dos Deputados e o Senado Federal (sistema bicameral), tanto senadores quanto deputados são eleitos pelo voto majoritário – ou seja, vence quem recebe a maior quantidade de votos –. Ambos têm funções comuns, como a elaboração das leis e a fiscalização dos atos do Executivo, mas também cumprem atribuições específicas. A Câmara dos Deputados é composta por 513 deputados, sendo que o número de deputados por estado é proporcional à sua população, o número de cadeiras que um estado pode ter varia entre o mínimo de oito e máximo de 70 deputados por Estado. Já o Senado Federal dispõe 81 vagas, que são divididas igualmente entre todos os estados, sendo assim cada um possui três senadores, independente do tamanho da população. Ficou curioso pra saber mais? Acompanhe agora o que necessário para se tornar um senador ou um deputado.
02/07/2018

João Amoêdo

Quem é quem

João Amoêdo

Este artigo faz parte da série referente aos que apresentaram candidaturas à Presidência da República para as eleições de outubro de 2018. Tratamos aqui de João Amoêdo, que disputará sob a bandeira do Partido Novo, agremiação fundada em 2011 por pessoas de fora da carreira política. O registro do partido data de setembro de 2015. A proposta, nesta série, é a de coletar dados (currículo, manifestações, iniciativas, propostas e projetos) sobre cada pré-candidato(a) nas esferas profissional e política, buscando identificar suas prioridades e seus valores. Fizemos o possível para eliminar a subjetividade dessas “fichas técnicas”, de modo a que sirvam ao eleitor ou eleitora na formação de sua opinião sobre o nome apresentado. Para dar um pouco de “vida” à apresentação, foram selecionadas manifestações recentes, favoráveis ou contrárias, que sobre cada candidato ou candidata tenham sido publicadas na imprensa, sendo fornecida a indicação da fonte. Terei o prazer de publicar eventuais esclarecimentos que queiram fornecer os pré-candidatos e pré-candidatas sobre temas pertinentes de suas respectivas pré-candidaturas.     CANDIDATO JOÃO AMOÊDO   Nome completo: João Dionisio Filgueira Barreto Amoêdo Nasceu no Rio de Janeiro em 22 de outubro de 1962. Tem 55 anos. Profissões: Engenheiro, economista, administrador de empresas. Nunca ocupou cargo público. Formação Engenharia (Universidade Federal do Rio de Janeiro, formou-se em 1984). Administração de Empresas (PUC-Rio, formou-se também em 1984). Filiações partidárias Partido Novo. Atividades profissionais 1983 – Estagiário de Cálculo Estrutural, em empresa de engenharia, em Niterói. 1985 – 198 – Estagiário (“trainee”) no Citibank. 1988 – 1999 – Gerente, Banco BBA-Creditansalt . 1999 – 2003 – Diretor Financeiro da Fináustria BFI & Leasing. 2004 – 2005 – Vice-presidente do Unibanco. 2005 – 2015 – Membro do Conselho de Administração do Unibanco. 2011 – 2017 – Membro do Conselho de Administração da Construtora João Fortes. Amoêdo é sócio do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças (IEPE/CdG) , Foi, até dezembro de 2017, colunista do jornal Folha de S. Paulo. Dados sobre trajetória política: Formação em escola jesuíta (Colégio Santo Inácio, Rio de Janeiro) Em 2009 começou a manter conversas sobre criação de novo partido, com pessoas interessadas em política, mas sem vínculos profissionais com a política. Em 12 de fevereiro de 2011, com 181 pessoas de 35 profissões diferentes e oriundos de dez estados da Federação, fundou o Novo, cujas regras excluem candidatos ou filiados sem ficha limpa. Em 15 de setembro de 2015, o partido teve seu registro definitivo aprovado pelo TSE. Amoedo assumiu a presidência da agremiação. 2016 – Partido Novo disputa suas primeiras eleições. Conseguiu apenas quatro vitórias para vereadores: Janaina Lima em São Paulo; Mateus Simões, em Belo Horizonte; Leandro Lyra no Rio; e Felipe Camozzato em Porto Alegre. Não elegeu nenhum prefeito. Saiu da presidência do Novo em julho de 2017, para preparar-se para as eleições presidenciais de 2018. Oficializada sua pré-candidatura pelo Novo, em novembro de 2017. Na ocasião, disse não acreditar em “salvadores da Pátria” mas no trabalho de equipe. 2018 – Seu partido contava, em fevereiro de 2018, com 16 mil filiados em todo o país. Nas eleições de outubro de 2018, o Partido Novo espera eleger pelo menos 35 deputados federais. Uma derrota (nas eleições presidenciais) não será considerada um fracasso. O fundamental, em sua perspectiva, é participar, influenciar e interferir na reconstrução da política nacional, para que o debate de idéias ocupe o espaço do discurso populista que tem dominado as últimas disputas. “Não basta ter só um nome novo na política; é preciso ter postura e atitude novas.” Plataforma: Liberalismo e capitalismo Fim do fundo partidário Reforma Política (voto facultativo) Estado mínimo Redução pela metade no número de ministérios Redução de privilégios e de benefícios de autoridades Privatizações (inclusive BB e CEF) Reformas (Previdência) Rigor fiscal Parcerias público-privadas (Presídios) Combate ao crime organizado Revogação do estatuto do desarmamento Revisão do pacto federativo Simplificação do sistema tributário Programa de Cupons (Saúde e Educação) Autonomia do Banco Central Contrário à política de cotas Informações gerais Desportista ativo. Já participou de seis provas de triathlon e dez maratonas. Em 2010 tratou-se, com sucesso, de um linfoma. De acordo com perfil publicado pela revista Época, para fundar o partido Novo (2011), “Amôedo contou com incentivo de banqueiros como Pedro Moreira Salles, Fernão Bracher e do ex-ministro do Banco Central Armínio Fraga. Ele também contratou o escritório Pinheiro Neto para confecção do estatuto, e para colher as 500 mil assinaturas, contratou empresas de marketing”. (Fonte: Wikipedia). Julho de 2017 – Foi substituído na presidência do Partido Novo pelo engenheiro Ricardo Taboaço. O Novo foi o único partido que, oficialmente, convidou os brasileiros a se manifestar pela adequação da prisão de Lula. Sobre o tema, Amoêdo disse que o STF deu “um passo para termos um país onde todos são iguais perante a lei, sem impunidade”, disse o pré-candidato em 5 de abril de 2018. 20.11.2017 – Novo confirmou o nome de Mateus Bandeira (ex-presidente do Banrisul), de 48 anos como pré-candidato a governador do Rio Grande do Sul . Registros na imprensa 17.8.2018 – Candidato Amoêdo contesta no TSE a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Partido dos Trabalhadores, por entender que não atende os requisitos da Lei da Ficha Limpa (O Globo) 16.8.2018 – Em ato simbólico, o candidato ao governo de São Paulo pelo Novo, Rogério Chequer, devolveu o valor de R$ 3.677.143,99. referente ao Fundo Partidário recebido pele legenda desde outubro de 2015. (O Antagonista) 16.8.2018 – Mudar o regime da Previdência, privatizar as estatais e mostrar que o liberalismo não é elitista – mesmo sem cobrar impostos sobre lucros e dividendos ou grandes heranças. Estes são os projetos do Novo, apresentados pelo economista Gustavo Franco, durante  sabatina da Série “Estadão FGV/Ibre – Os economistas das eleições”. Leia íntegra da matéria: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/2018-08-16/partido-novo-propostas-para-economia.html 15.8.2018 – Propostas  apresentadas em reunião em Curitiba: fim do financiamento público eleitoral, reforma política com adoção do voto facultativo e distrital misto; privatização de empresas públicas; reforma da Previdência, manutenção das leis vigentes sobre aborto e a criminalização das drogas. (O Estado de São Paulo) 14.8.2018 – O candidato anunciou que assumirá com recursos próprios de 15 a 20% dos gastos de sua campanha eleitoral., o que significará algo em torno de R$ 7 milhões (Agência Estado). 13.8.2018 – Amoêdo declarou à Justiça Eleitoral patrimônio pessoal de R$ 425 milhões 7.8.2018 – Partidários assinam abaixo-assinado  dirigido às emissoras de televisão, reivindicando que o candidato participe dos debates, a despeito de seu baixo índice de intenção de voto no momento. 4.8.2019 – Em convenção nacional, realizada em São Paulo, o Novo lança a candidatura de João Amoêdo à Presidência da República. 10.4.2018 – “Nome que traz frescor à classe política atual, Amoêdo rechaça à idéia de ser visto como alguém “apolítico”, tal como se porta João Dória (pré-candidato ao governo de SP): “Entrei na política para ser político”, diz.(O Estado de São Paulo, Emanuel Bonfim). 9.4.2018 – (No Fórum da Liberdade, Porto Alegre): o PartidoNovo não vai fazer coligações para obter privilégios. “Não é o DNA do Novo” (…) “Só faz sentido fazer coligação se tivermos as mesmas ideias”, disse. Reafirmou também o compromisso de não usar nenhum centavo do fundo eleitoral. (Exame On Line). 9.4.2018 – (No Fórum da Liberdade, Porto Alegre): defendeu a privatização das estatais (“Chega de dizer que as estatais são estratégicas. Elas são estratégicas para alguns políticos, que as usam para atender a interesses privados. A melhor forma de melhorar serviços públicos é delegar à iniciativa privada”). (Exame On Line). 2.4.2018 –“ Interessados em entrar para o Novo afirmam que seu fundador, João Amoêdo, centraliza em torno de si cada passo do partido. O excesso de personalismo, dizem, afasta novas filiações de políticos insatisfeitos com outras legendas, incluindo tucanos”. (Revista Veja, Radar). 27.3.2018 – Amoêdo rejeita o rótulo de ‘candidato do mercado financeiro’ : Com passagem pelo Unibanco e Itaú-BBA e tendo o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco como formulador de seu plano de governo, Amoêdo diz que a mudança não virá de grupos empresariais”. (OESP, Daniel Weterman) 27.3.2018 – Amoêdo: “O mandato do presidente do Banco Central seria de quatro anos, renováveis por mais quatro, mas começaria no meio do mandato do presidente da República”. (OESP, Weterman) 27.3.2018 – Disse, em resposta a pergunta sobre privatizações, que reformas devem ser feitas de imediata, enquanto se tenha o endosso das urnas. “Eu faria isso logo”, mas admitiu que ainda deve-se mensurar a forma como isso vai ser feito, estudar os melhores modelos. (OESP, Weterman) 27.3.2018 – Na Paraíba, Amoedo manifestou-se contra a política de cotas para as minorias. “por dar uma diferenciação de tratamento e não ser uma solução para o problema”. (Jornal da Paraíba). 22.3.2018 – “Para a reforma política, Amoêdo afirmou que é preciso estabelecer o voto facultativo do país. “É a mesma regra do livre mercado: liberdade com responsabilidade . (Gazeta do Povo, RS). 22.3.2018 – Amoêdo declarou que seu partido pretende lançar de 350 candidatos à Câmara dos Deputados nestas eleições. A meta é eleger 35 parlamentares, ou seja, 7% da Casa. (Gazeta do Povo, RS). 31.1.2018 – Em Paraguaçu Paulista, o pré-candidato declarou: “ As pessoas precisam ter capacidade de empreender, de abrir seu negócio, de fechar, de se relacionar, isso de forma mais simples porque hoje no Brasil isso tudo envolve uma burocracia muito grande” (Fonte: Silvana Paiva, jornal A Semana) 15.12.2017 – ““O João deu o seu salto profissional no BBA, com a família Bracher, com um trabalho brilhante e bem-sucedido, principalmente na financeira”, diz Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central e fundador da Gávea Investimentos.” (Isto É Dinheiro). 15.12.2017 – “Por trás de todas as ideias econômicas de Amoêdo está o economista Gustavo Franco, um dos formuladores do Plano Real. Ele se filiou ao partido no início deste segundo semestre e passou a comandar a Fundação Novo, o think tank das ideias econômicas da sigla. Franco encontrou no partido a acolhida que não encontrava mais no PSDB, seja para desenvolver seus estudos e influenciar as decisões ligadas à economia, seja pela indignação com o fisiologismo demonstrado pelo tucanato no poder.” Isto É Dinheiro). 11.12.2017 – Publicou no Twitter que seria proposta do Novo “combater a pobreza e não necessariamente a desigualdade”. “Somos, felizmente, diferentes por natureza. O combate à pobreza se faz com o crescimento e com a criação de riqueza, e não com a sua distribuição”. (Brasil 247) 11.12.2017 – A pré-candidata do PCdoB, Manuela D´Ávila, reagiu ao tuite: “Essa turma do antigo com roupa nova quer transformar a desigualdade social em algo natural. Para eles a escravidão, as capitanias hereditárias, as benesses da amizade secular c/ o Estado que dizem combater são “naturais” Desigualdade social não é natural!” (Vermelho) 11.12.2017 – Contra argumentou Amoedo: “ (…) as desigualdades que você citou foram criadas pelo Estado e somos contrários. Segundo o IPEA o Estado é responsável por 1/3 da desigualdade brasileira”. E escreveu ainda: “Como diz o especialista em desigualdade Branco Milanovic, existe a boa e a má desigualdade. A boa é a que nasce do trabalho, da inovação gerada. A má é a que as pessoas não enriquecem pelo valor que geraram para a sociedade, mas sim por privilégios que tem junto aos poderosos (Brasil 247) 20.11.2017 – Para o ex-presidente do Banco Central e presidente da Fundação NOVO, Gustavo Franco, o projeto eleitoral do partido, que prega eficiência da máquina pública e incentivo ao empreendedorismo, vai ganhar forca nas eleições do ano que vem. “Existe um clima diferente no País, mais preocupado com o tamanho do estado, com a abertura econômica, cansado dos esquemas de corrupção”, afirmou. (DIÁRIO DO PODER) 18.11.2017 – Sem peso na Câmara, o partido Novo terá entre sete e doze segundos de tempo de televisão (no período de campanha presidencial). (Folha de São Paulo). Principais entrevistas: Globonews, Vídeo (10.8.2018) http://g1.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/videos/v/globonews-entrevista-joao-amoedo-candidato-do-partido-novo-a-presidencia/6937794/ Isto É (27.7.2018), entrevista a Germano Oliveira https://istoe.com.br/joao-amoedo-presidente-nao-precisa-de-palacio-jatinho-ou-cartao-corporativo/ El País, Madri (edição em português), entrevista a Felipe Betim – (24.4.2018) https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/18/politica/1524083244_846563.html Infomoney (7.2.1018 http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7242905/exclusivo-candidato-presidencia-pelo-novo-joao-amoedo-mostra-otimismo-meta Huffpost Brasil (4.12.2017) https://www.huffpostbrasil.com/2017/12/04/joao-amoedo-pre-candidato-do-novo-a-presidencia-a-economia-e-determinante_a_23295762/ Folha de São Paulo (18.11.2017) http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/11/1936340-podemos-atrair-eleitor-que-ve-opcao-no-bolsonaro-diz-pre-candidato-joao-amoedo.shtml Isto É Dinheiro (15.11.2017) https://www.istoedinheiro.com.br/amoedo-uma-face-nova-na-politica/ Revista Época (25.9.2014) https://epoca.globo.com/tempo/eleicoes/noticia/2014/09/bjoao-dionisio-amoedob-gente-quer-acabar-com-os-privilegios.html
25/05/2018

Marina Silva

Quem é quem

Marina Silva

Na coleção dos perfis dos que tiveram lançadas suas candidaturas às eleições presidenciais de outubro, focalizamos aqui a candidata Marina Silva, que disputará pela Rede Sustentabilidade. Nossa proposta é a de reunir dados (currículo, manifestações, iniciativas, propostas e projetos) sobre cada pré-candidato(a) nas esferas profissional e política, procurando identificar suas prioridades e seus valores. A ideia foi a de preparar “fichas técnicas”, de modo  a permitir ao eleitor ou eleitora formar sua própria opinião, com dados objetivos sobre os que apresentaram sua candidatura. Para dar um pouco de “vida” à esses dados, foram selecionadas manifestações recentes, favoráveis ou contrárias, que sobre a candidata tenham sido publicadas na imprensa, sendo fornecida a indicação da fonte. Terei prazer em corrigir eventuais erros.     CANDIDATA MARINA SILVA Nome completo: Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima Nasceu no seringal Bagaço, a 70 km de Rio Branco, Acre, em 8 de fevereiro de 1958. Tem 59 anos. Formação – Alfabetizou-se pelo Mobral, aos 16 anos de idade. – Cursou o supletivo. – História, Universidade Federal do Acre (1981-1984) – Especialização em Teoria Psicanalítica, Universidade de Brasília. – Especialização em Psicopedagogia, Universidade Católica de Brasília. Filiações partidárias PRC (Partido Revolucionário Comunista, clandestino),PT (1985-2009), PV (2009-2011), PSB (2013-2015), REDE (desde 2015). Currículo 1968 – Trabalhou em seringais. 1976 – Empregada doméstica. 1984-1985 – Professora da rede estadual de ensino. 1985-1986 – Vice coordenadora da CUT no Acre. 1989-1990 – Vereadora (Rio Branco, AC). 1991-1994 – Deputada estadual (AC). 1995-2002 – Senadora da República. 2003-2009 – Senadora da República. 2003-2008 – Ministra do Meio Ambiente. 2010 – Candidata pelo PV à Presidência da República (3º lugar, com 19,35% dos votos). 2014 – Candidata pelo PSB à Presidência da República (3º lugar, com 21,32% dos votos). 2018 – Candidatura à Presidência da República lançada pela Rede Sustentabilidade em 4 de agosto. Seu candidato a vice será Eduardo Jorge, do PV; Plataforma: Fim do foro privilegiado Privatização, a favor Privatização, contrária à da Eletrobrás Cotas raciais Estado laico Combate ao aquecimento global Imprensa livre Desarmamento Reforma agrária Reforma política Reforma tributária Direitos indígenas Prioridade do meio-ambiente Leia também “Valores e Competências Essenciais” da REDE Sustentabilidade: https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/rs-arquivos-uteis/Forma%C3%A7%C3%A3o/valores-e-competencias+formatado.pdf Dados sobre trajetória política: – Na juventude, foi militante católica. Declarou que sua vivência católica foi o caminho para sua politização. – Aos 18 anos participou da Teologia da Libertação. – Nas atividades da Comissão Pastoral da Terra (CPT), conheceu Chico Mendes, então presidente do Sindicato dos Seringueiros de Xapuri. Juntos, fundaram a Central Única dos Trabalhadores no Acre (CUT-AC) e coordenaram movimentos junto às comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. 1979 – Entrou em contato com os ideais marxistas e vinculou-se ao PRC (Partido Revolucionário Comunista), à época abrigado dentro do PT e liderado por José Genoíno. 1981 – Via PRC, Marina ajudou a organizar a primeira greve da história da Universidade Federal do Acre, contra a contenção de gastos (Fonte: FSP). 1984 – Iniciou sua carreira política, como vice-coordenadora da Central Única dos Trabalhadores no Acre. Filou-se ao Partido dos Trabalhadores em 1985. 1986 – Candidata a deputada federal, derrotada. 1988 – Eleita vereadora (Rio Branco, AC), tendo sido a mais votada. Combateu privilégios de vereadores, dando o exemplo com a devolução de recursos a que tinha direito ao erário. 1988 – Assassinato de Chico Mendes, amigo pessoal de Marina. 1990 – Eleita deputada estadual (AC), a mais votada. 1991 – Adoeceu por contaminação por metais pesados. 1994 – Eleita Senadora, à frente da coligação Frente Popular do Acre (PT, PCdoB, PSB, PPS,PMN,PL,PV e PSTU), com 21,39% dos votos. 1995-1997 – Secretária Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT. 1995 – No Senado, foi favorável à regulamentação do dispositivo constitucional que fixava em 12% ao ano a taxa máxima de juros no país e contrária à quebra do monopólio dos governos dos estados na distribuição do gás canalizado, ao novo conceito de empresa nacional, que acabou com todas as diferenças legais entre empresas brasileiras e estrangeiras, ao fim da reserva de mercado na navegação de cabotagem, que permitiu que as embarcações estrangeiras passassem a operar no transporte de cargas e passageiros entre portos do país, à quebra do monopólio estatal das telecomunicações, ao fim do monopólio da Petrobras na exploração do petróleo, e à criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para substituir o Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), conhecido como imposto do cheque. (Fonte CPDOC). 1996 – No Senado, votou contra a prorrogação do Fundo Social de Emergência (FSE), rebatizado de Fundo de Estabilização Fiscal (FEF). 1997 – Converteu-se à Igreja Evangélica. 1997 – Premiada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) pelo conjunto do seu trabalho de militante ecológica e de defensora de índios e seringueiros da Amazonas. 2000 – Em outubro, licenciou-se para se submeter a uma cirurgia. Ficou afastada do Senado por 120 dias, período em que foi substituída pelo médico Júlio Eduardo Pereira, do Partido Verde (PV). 2002 – Reeleita Senadora com uma votação quase três vezes maior que a anterior – foram 157.588 votos, ou 32,29% dos votos válidos. 2003 – Eleito Lula presidente, Marina foi nomeada Ministra do Meio Ambiente. 2004 – No Ministério do Meio-Ambiente lançou o Plano de Ação para Prevenção o Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, 2006 -2008 – Conflitos com outras áreas do governo por questões ligadas à  liberação de licenças ambientais. 2007 – Agraciada com o prêmio “Champions of the Earth”, da ONU, por sua luta pela conservação da Amazônia. 2007 – Marina Silva mudou de posição e passou a defender a transposição do Rio São Francisco, o que gerou críticas de ambientalistas. 2008 – No ministério foi voto vencido na questão dos transgênicos, da Usina nuclear Angra III e na não-aprovação de uma Comissão Técnica nacional de Biossegurança (CNTBio). 2008 – Como ministra do Meio Ambiente, desentendeu-se com Roberto Mangabeira Unger, então Ministro de Assuntos, por ter sido este encarregado da coordenação  do Plano Amazônia Sustentável. Em razão disso, Marina pediu demissão do cargo. 2008 – Movimento apartidário (“Movimento Marina Silva Presidente), iniciou a defesa pública de sua candidatura à presidência da República. 2009 (19 de agosto) – Desfiliou-se do Partido dos Trabalhadores. 2010 (11 de junho) – Apresentou-se como candidata à presidência da República pelo Partido Verde. 2010 – Marina foi derrotada no primeiro turno das eleições (que no segundo turno foi disputada entre Dilma Rousseff e José Serra).  Marina Silva obteve 19,6 milhões de votos (19,33% dos votos válidos), o terceiro lugar na disputa. 2011 (7 de julho) –Desfiliou-se do Partido Verde (PV). 2012 – Na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres  carregou a bandeira com os anéis olímpicos juntamente com o secretário-geral da ONU e o maestro Daniel Baremboim. 2013 (16 de fevereiro) – Lançou a Rede Sustentabilidade. 2013 (outubro) – Tendo sido negado o registro de seu partido (por não ter sido alcançado o número mínimo de adesões) pelo TSE, Marina decide aliar-se ao PSB, apoiando a candidatura de Eduardo Campos. 2013 – Filiou-se ao PSB. 2014 (abril) – Anunciada as pré-candidaturas do PSB: Campos como candidato a presidente e Marina a vice. 2014 (agosto) – Com a morte de Eduardo Campos em acidente aéreo, Marina assume a cabeça da chapa à Presidência do PSB. 2014 (outubro) –  Nas eleições presidenciais, Marina Silva ficou em 3º lugar,  com 22.154.707 de votos (21,32%). 2015 (22 de setembro) – Rede Sustentabilidade obteve o registro definitivo no TSE. – De acordo com sua biografia, foi a única ex-senadora a ter abdicado da pensão vitalícia à qual tem direito pelo regimento do Senado Federal, bem como do plano de saúde, e a única candidata à Presidência a fazer devolução de R$500.000,00 em doações para a sua campanha presidencial, pois se negou a concordar com o “modus operandi” das empresas doadoras (Fonte: Wikipedia). 2018 (7 de abril)- Em Brasília, no 3º Congresso Nacional da Rede Sustentabilidade,  Marina Silva foi aclamada como pré-candidata à presidência da República. Em seu discurso, definiu  prioridades: combate à corrupção e  fim do foro privilegiado. 2018 (8 de abril) –  Rede divulga documento de sete páginas, Intitulado “Eleições limpas e democráticas para refundar a democracia”, propondo para o partido“mudar o sistema político e fazer a transição para um modelo de desenvolvimento fundado na justiça social”. Propõe também “ir além de prover meios de subsistência imediata aos mais pobres”. 2018 (15 de abril) Resultados do Datafolha: Em cenário em que dispute Lula, Marina estaria em terceiro lugar (10% das intenções de voto) na preferência do eleitorado, depois de Bolsonaro. Em cenário em que o candidato do PT venha ser Fernando Haddad, Maria passaria para o segundo lugar (15%), ainda atrás de Bolsonaro (17%). 2018 – (4 de agosto) Candidatura à Presidência da República lançada pelo Rede Sustentabilidade. Principais projetos e outras iniciativas parlamentares como Senadora (1995-2009): 1995 – Projetos de lei propondo: i) inclusão de advertência em bebidas alcoólicas (arquivado); acesso aos recursos genéticos nacionais (matéria parada na Câmara); ii) controle do acesso aos recursos genéticos do País (arquivado); 1996 – Projetos de lei propondo: i) modificações no Código Penal (retirado pela autora); ii) modificações no Código Civil (retirado pela autora); iii) criação de fundo de apoio ao extrativismo vegetal na Amazônia Legal (arquivado); iv) registro geral de recém-nascidos (vetado); registro de patentes sobre material biológico e conhecimento tradicional (retirado pela autora); 1997 – Projetos de lei propondo: i) modificações no Código do Consumidor (arquivado); moratória no plantio, comércio e consumo de órgãos geneticamente modificados (arquivado); inscrição do nome de Chico Mendes no “Livro dos Heróis da Pátria’ (arquivado). 1998 – Projetos de lei propondo: i) o aumento de parcelas do seguro-desemprego (arquivado); ii) salário-maternidade à trabalhadora autônoma (arquivada); iii) participação popular e controle social sobre os atos de gestão pública (arquivado); iv) transporte, alimentação e pousada pagos pelo SUS a pacientes tratados fora de seu domicílio (arquivado). 1999 – Projetos de lei propondo: i) modificações de normas eleitorais (arquivado), ii) salário-maternidade a trabalhadora autônoma (proposta incluída em Lei); iii) inclusão de aviso em equipamentos que emitam som acima de 85 decibéis (aprovado); iv) modificações na Lei da Criança e do Adolescente (aprovado); v) limitações à propaganda de fumo, bebidas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas (arquivado); vi) impedimento de que suplentes sejam parentes até o segundo grau de senadores(rejeitado); vii) participação popular e controle social dos atos de gestão do poder público (arquivado); viii) proibição de plantio e comercialização de alimentos geneticamente modificados (arquivado);ix) meia-entrada para estudantes e idosos (retirada pela autora); 2000 – Projetos de lei propondo: i) criação de reserva do Fundo de Participação para Estados que tiverem unidades de conservação da natureza e terras indígenas demarcadas (aprovado no Senado, ainda tramita na Câmara); ii)  concessão de seguro-desemprego ao trabalhador extrativista vegetal quando impedido de exercer sua atividade (aprovado no Senado, tramita na Câmara); iii) proibindo ex-diretores de prestar serviços a empresas sob regulamentação ou fiscalização de agência reguladora de serviços públicos (arquivado). 2001 – Projetos de lei propondo: i) extinguir a contribuição sindical (arquivado); ii) criação de Conselho de Gestão Fiscal e Responsabilidade Social (CGFRS) e  de índice de responsabilidade social (arquivado); iii) retirada da Eletronorte do processo de privatização (aprovado); 2002 – Projetos de lei propondo: convocação de plebiscito e referendo, mediante decreto legislativo, a partir de proposta originária de iniciativa popular (arquivado). Ministra do Meio Ambiente Um desafio que enfrentou na Pasta foi a aceleração do desmatamento da Amazônia. Conseguiu a aprovação do decreto que criou o Plano de Ação para a Prevenção e o Controle do Desmatamento na Amazônia Legal e o aperfeiçoamento do sistema de monitoramento por satélite, criando o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real. Transformou em unidades de conservação 23 milhões de hectares; criou duas reservas extrativistas e um corredor ecológico (412 mil hectares) entre a serras da Capivara e das Confusões, no Piauí (patrimônio arqueológico). Sofreu uma derrota em 2005, com a edição da MP 113, que liberou o plantio de soja geneticamente modificada.  A aprovação da Lei da Mata Atlântica, em 2006, foi uma importante vitória para Marina Silva. O projeto, que dispôs sobre a proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, demorou 14 anos para ser aprovado, sofreu mais de 80 emendas e enfrentou forte oposição da bancada ruralista.Em março, o Brasil, representado pela ministra, assumiu a presidência da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), posição que ocuparia até maio de 2008. Ainda em 2006, Marina propôs e viu ser aprovada a Lei sobre Gestão de Florestas Públicas, que regularizou o uso sustentável das florestas públicas brasileiras, além de criar o Serviço Florestal Brasileiro e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal.No segundo mandato do presidente Lula, iniciado em janeiro de 2007, os desgastes políticos de Marina Silva se acentuaram. O novo carro-chefe econômico do governo, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), priorizava o desenvolvimento econômico em detrimento das ações em defesa do meio ambiente. Não havia no PAC nenhuma referência aos efeitos ambientais causados por seus projetos. (Fonte: CPDOC). Informações gerais Saúde: Na infância teve hepatite (três incidências) e malária (cinco). Contaminada por mercúrio. Registros na imprensa   20.8.2018 – Reagindo a declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que a ela, Marina, faltaria “um pouco de malignidade”. a candidata reagiu dizendo que o PSDB e seus aliados do “centrão” teria “um excesso de malignidade”. Durante a pré-campanha, em julho, Marina havia dito que os partidos que formam a coligação com o PSDB (DEM, PP, PRB, PR e SD “era o condomínio de Dilma” (G1). 18.8.2018 – Em entrevista à imprensa, em Macapá, Marina disse que se for eleita vai acabar “com a farra das isenções fiscais”. 17.8.2018 – Marina Silva e o candidato Jair Bolsonaro se confrontam durante debate na Rede TV (em 16.8). Assista o debate: https://www.youtube.com/watch?v=99SmMo1XqzQ 14.8.2018 – Eduardo Jorge (PV), candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Marina Silva – e ex-petista, como ela – criticou o PT por buscar fazer do ex-presidente Lula um oráculo. Ele disse que tem inclinação ao diálogo e capacidade de aprovar projetos, coisas que seriam raras na esquerda.  A  posição de Lula como cacique-mor corrói a democracia(Folha de São Paulo). 14.8.2018 –  O tema “reforma trabalhista” não apareceu nenhuma vez nas 61 páginas do programa eleitoral da Rede Sustentabilidade. (Folha de São Paulo). 1.8.2018 – Marina defende modificações na legislação trabalhista para dela retirar mudanças “draconianas” recentemente aprovadas. Disse que é a favor do fim da contribuição sindical obrigatória, mas defendeu alternativa para evitar que sindicatos fiquem fragilizados, Declarações dadas em entrevista á Globonews. Veja a entrevista: https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2018/noticia/2018/08/01/marina-silva-diz-defender-reforma-trabalhista-mas-se-eleita-mudara-pontos-da-lei.ghtml 4.8.2019 – Em convenção do Rede Sustentabilidade, o nome de Marina Silva é lançado como candidata à Presidência da República. 16.4.2018 – Marina tem desafios à frente  para chegar ao segundo turno: pouco tempo de TV (10 segundos) e incerteza sobre participação nos debates eleitorais (Rede não conta com mínimo de cinco parlamentares para assegurar ingresso nos programas televisivos). 12.4.2018 – Em entrevista à CBN definiu-se como  ‘sustentabilista progressista’, sem ser de esquerda ou de direita, rótulos que a seu ver ‘não dizem absolutamente nada’. ‘Eu defendo que a gente una a economia à ecologia e crie um ciclo de prosperidade para o país.’ 11.4.2018 – Marina Silva, declarou ser não ser contrária  às privatizações em geral, mas opõe-se à privatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica. (Exame On Line). 13.4.2018 – Fez elogios ao ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, cotado como candidato ao Planalto pelo PSB. Perguntada sobre o pré-candidato do PDSB, Geraldo Alckmin, Marina usou outro tom. Falou em “deliquência” ao se referir ao tucano e ao comentar a recente decisão da Justiça de São Paulo de mandar para a Justiça eleitoral uma investigação que envolve suposto caixa dois que teria beneficiado o ex-governador de São Paulo. (Valor).; 26.3.2018 – Maria não mais defenderá a independência institucional do Banco Central, como o fez na eleição passada. O tema foi “herdado” de Eduardo Campos e do PSB e um dos pontos mais atacados pela campanha de Dilma Rousseff. (O Estado de S. Paulo). 7.2.2018 – “A ação do MP, de parte da Justiça, da Polícia Federal, que se materializou em uma frente chamada Lava Jato é uma das maiores contribuições que nós temos para o País desde a retomada da democracia. E hoje ela (Lava Jato) está sob ameaça, porque há uma aliança dos grandes partidos, das lideranças dos grandes partidos, porque todos estão envolvidos, em enfraquecer os trabalhos.” O Estado de S. Paulo). 16.5.2017 – “Marina já foi candidata a cargos públicos por ao menos três partidos: PT, PV e PSB. Hoje é Persona non grata nas três agremiações. Tentará novamente chegar ao cargo mais alto da República nas próximas eleições, dessa vez por um partido que ela mesma fundou. Seu lema é romper com o modelo atual e fazer o que ela denomina de “nova política”. Mas essa política está desgastada demais para ser original. Infelizmente, foi a própria Marina que nos mostrou isso”. (Brasil 247) 24.9.2014 – Entrevista com Carlos Minc (PT-RJ), sucessor de Marina no Ministério do Meio-Ambiente: “Marina é do bem, defendeu a Amazônia e os seringueiros, mas vamos combinar que, nos cinco anos e três meses em que ela ficou no MMA, brigou pela Lei do Clima, mas não a aprovou; brigou pela Lei Nacional de Resíduos Sólidos, mas não a aprovou; brigou para que o Brasil avançasse na Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), mas o Brasil não conseguiu avançar.” (O Eco). 27.8.2014 – ‘ Devota da Assembleia de Deus, Marina já colocou-se diversas vezes contra o casamento gay, contra o aborto mesmo nos casos definidos por lei, contra a pesquisa com células-tronco e contra qualquer flexibilização na legislação das drogas. Nesses temas, a sua posição é a mais conservadora dentre os três principais postulantes à Presidência.” (Carta Capital). 15.5.2010 – “Marina lista vitórias obtidas durante o período em que foi ministra: proteção aos peixes do Rio Madeira, redução em 8 vezes do tamanho do lago do Rio Madeira, turbinas do tipo bulbo na usina do mesmo rio (que não têm necessidade de inundar áreas). Ela diz também que conseguiu convencer o então ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, a reduzir a vazão de água na transposição do São Francisco.” (Jair Stangler, O Estado de S. Paulo). Principais entrevistas: 16.4.2018 – Entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. http://brasil.estadao.com.br/blogs/estadao-podcasts/marina-silva-e-preciso-combinar-prisao-em-segunda-instancia-com-o-fim-do-foro-ouca-no-estadao-noticias/ 22.2.2018 – Entrevista ao jornal espanhol El País. https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/16/politica/1518808938_147938.html 19.10.2018 – Entrevista à BBC Brasil https://www.youtube.com/watch?v=xiXzMmq5lOk 27.7.2017 – Entrevista a Roberto d’Ávila, Globonews. https://www.youtube.com/watch?v=RIkH9R8ZE-E 3.9.2014 – Entrevista ao G1. http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/09/dilma-quer-ressuscitar-o-medo-na-campanha-afirma-marina-silva.html Pedro Luiz Rodrigues é jornalista, com atuação nos mais importantes veículos do País, e diplomata.
25/05/2018

Geraldo Alckmin

Quem é quem?

Geraldo Alckmin

Quem é quem? Eleições presidenciais.

Apresentamos aqui o perfil do candidato Geraldo Alckmin, alinhando informações e dados (currículo, manifestações, iniciativas, propostas e projetos) sobre seu desempenho nas esferas profissional e política,  na buscade identificar suas prioridades e valores. A proposta desta série e a de formar uma espécie de “ficha técnica” de cada pré-candidato, com o mínimo de subjetividade, para ajudar o eleitor ou eleitora a formar sua própria opinião e definir preferências, a partir de um conjunto mais ou menos organizado de informações sobre os que participam da disputa. Para dar o “tom” de como está sendo o candidato percebido pela opinião pública – com seus pontos positivos e negativos – selecionamos manifestações recentes publicadas na imprensa, favoráveis ou contrárias, fornecendo a indicação da fonte. Terei o prazer de corrigir erros que me sejam apontados.     CANDIDATO GERALDO ALCKMIN Nome completo: Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho Nasceu em Pindamonhangaba, em 7 de novembro de 1952. Profissões: Médico, professor universitário e político. Formação Medicina – Universidade de Taubaté.Especialização em anestesiologia pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual. (SP). Filiações partidárias MDB (1972-1980), PMDB (1980-1988), PSDB (1988-presente). Trajetória Política: 1973-1977  – Vereador, Pindamonhagaba (SP). 1977-1982  – Prefeito, Pindamonhagaba (SP)._ 1983-1987  – Deputado Estadual (SP). 1987-1995  – Deputado Federal, constituinte. 1995-1998  – Vice-Governador de SP (governador: Mário Covas) 1999-2001 – Vice Governador de SP (de Mário Covas) 2001-2002  – Governador de SP (após falecimento de Covas). 2002-2006 – Governador de SP. 2011-2014  – Governador de SP. 2015- 2018 – Governador de SP. Outros cargos e funções: 1991-1994 – Presidiu o PSDB de São Paulo. 2009-2010 – Secretário de Desenvolvimento do Estado de São Paulo (governador José Serra). Outros: Chefe, Departamento de Anestesiologia da Santa Casa de Misericórdia, Pindamonhangaba, SP; Professor de Fisiologia, como auxiliar de ensino, Fundação Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras, Lorena, SP, 1974-1976; Professor de Enfermagem Neuropsiquiátrica, Posições Favoráveis Manifestadas: Reforma Política e do Estado Reforma da Previdência Reforma Tributária Privatizações e concessões Aumento da taxa de remuneração do FGTS Intensificação dos controles fronteiriços Dados sobre trajetória política e profissional: – Formação cristã, prelazia católica Opus Dei (fonte: revista Época). – Em 1976, venceu a eleição de prefeito de Pindamonhagaba por diferença de 67 votos. Assumiu o cargo no ano seguinte, enquanto cursava seu último ano de Medicina. Nomeou seu pai chefe de gabinete da Prefeitura, ”o que gerou acusações de nepotismo” (fonte Wikipedia). – Em 1982 foi eleito deputado estadual  (SP) com 96 232 votos. – No pleito de 1986 foi eleito deputado federal constituinte com 125 127 votos. – (1987 ) Na Constituinte foi titular da Subcomissão de Saúde, Seguridade e do Meio Ambiente e da Comissão da Ordem Social. Foi suplente da Subcomissão do Sistema Eleitoral e Partidos Políticos, da Comissão da Organização Eleitoral, Partidária e Garantia das Instituições: Suplente. Durante o funcionamento da Constituinte, pronunciou-se contra a pena de morte, a limitação do direito de propriedade privada, a estabilidade no emprego, a jornada semanal de 40 horas, a estatização do sistema financeiro, o mandato de cinco anos para o presidente José Sarney e a limitação dos juros reais em 12% ao ano. Foi favorável ao rompimento de relações diplomáticas com países que praticassem uma política de discriminação racial, à unicidade sindical e à instituição do voto aos 16 anos. Na discussão sobre sistema de governo, votou contra a manutenção do presidencialismo. (Fonte: CPDOC) – Em 1988 foi um dos fundadores do PSDB. – Em 1989 foi relator do projeto de regulamentação do funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), criado pela nova Constituição. (Fonte: CPDOC) – (1990) Reeleito deputado federal, com 55 639 votos. – (1990) Autor de projeto de lei que deu origem ao Código de Defesa do Consumidor. – (1990-1994) – Apresentou projetos que resultou na Lei Orgânica da Assistência Social. Foi também relator da Lei Orgânica da Saúde e da nova legislação sobre doação e transplante de órgãos. (Fonte CPDOC) – (1992)Votou favoravelmente ao impeachment do Presidente Fernando Collor. – (1993)Reeleito presidente do PSDB de SP Na Câmara de Deputados (1987-1995) foi membro titular das seguintes Comissões Permanentes:  Comissão de Defesa do Consumidor e do Meio Ambiente; Comissão de Desenvolvimento Urbano e Interior; Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social; Comissão de Seguridade Social e Família; Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. – (1995-2001) – Como vice-governador de SP, adotou o esquema de concessão pública para o gerenciamento das principais estradas paulistas. – (1995) – Defendeu reforma administrativa do Estado, manifestando-se pelo enxugamento da máquina estatal, ao corte de despesas, à privatização de empresas públicas e à parceria com a iniciativa privada como forma de recuperar a capacidade de investimento do novo governo. Tornou-se também presidente do conselho diretor do Programa Estadual de Desestatização e Parcerias com a Iniciativa Privada. (Fonte CPDCO). – (2000) Candidato à prefeitura de São Paulo. Foi derrotado no primeiro turno. No segundo turno saiu vitoriosa Marta Suplicy (PT). – (2002) – Nas eleições estaduais de 2002 Alckmin obteve (no segundo turno) 12 milhões de votos (58,64%) derrotando José Genoíno, do PT. – (2003-2006) – Realizações em seu mandato como governador (2003-2006): Aumento da calha do  Tietê; construção de pisciniões anti-enchentes; implementação do trecho Oeste do Rodoanel; ampliação da CPTM e do metrô (início da Linha 4); construção da segunda pista da Imigrantes, avanço no programa de despoluição do Tietê.(Fonte: Wikipedia). Para relato mais detalhado das iniciativas de seu governo nesse período (social, educação, burocracia, educação), acesse Wikipedia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_Geraldo_Alckmin_no_governo_de_S%C3%A3o_Paulo Caso Alstom – Em 2008  surgiram denúncias de que propinas no valor dee 6,8 milhões de dólares teriam sido pagos a integrantes do governo de SP durante a gestão Alckmin.  Em entrevista, Alckmin alegou não saber de nada sobre o assunto. – (2004) – Levantamento do Datafolha, de 4 de janeiro, o apontou como o segundo melhor governador do país: Recebeu nota 7,1 (numa escala de 0 a 10), atrás de Jarbas Vasconcelos, de Pernambuco (nota 7,2). – (2006) –  Diante da desistência de José Serra, Alckmin foi escolhido como o candidato do PSDB na eleição presidencial. – (2006, outubro-novembro) –Nas eleições presidenciais obteve 39,17% dos votos no segundo turno, tendo sido derrotado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. – (2008) – Candidatou-se à prefeitura de São Paulo. Derrotado no primeiro turno por Gilberto Kassab (chapa DEM, PMDB, PR, PV, PSC e PRP).  Alckmin obteve 1,4 milhão de votos (22,48%). – (2010) – Eleito governador de SP no primeiro turno, com 11,5 milhões de votos (50,63%). – (2011) – Em seu discurso de posse como governador de SP afirmou que estimularia o trabalho pleno do setor privado; promoveria a desburocratização, o treinamento e a qualificação de trabalhadores e a capacidade empreendedora dos paulistas. (Fonte: CPDOC) – (2014– Eleito governador de SP no primeiro turno, com 12,2 milhões de votos (57,31%) – (2016) – Patrocinou a candidatura de João Doria em uma conturbada prévia interna que definiu o empresário como candidato do PSDB  à prefeitura de São Paulo. – (2017) – Eleito (dezembro) presidente nacional do PSDB, substituindo o senador Aécio Neves. – (2018) – Após formalização da pré-candidatura, disse que reformas têm de ser feitas no primeiro ano de mandato. Essas reformas seriam a da Previdência, a tributária, a política e a do Estado. (Revista Exame) – (2018) – Em 4 de agosto convenção nacional do PSDB lança sua candidatura à Presidência da República. Iniciativas parlamentares, principais propostas: 1988 – Projeto de Lei 1149-1988, propondo Código de Defesa do Consumidor foi arquivado em 1990 (final de Legislatura). Renovada na Legislatura seguinte. Origem do Código de Defesa do Consumidor. 1992 – Projeto de Lei 2813-1992, dispondo sobre direitos básicos dos portadores de AIDS, foi arquivado em 1995 (final de Legislatura). Registros na imprensa Entrevistas ou debates recentes: 20.8.2018 – Entrevista Rede Record. Veja íntegra: http://tv.r7.com/record-tv/videos/assista-a-integra-da-entrevista-com-geraldo-alckmin-em-o-voto-na-record-2018-20082018 Outros: 18.8.2018 – Debate de candidados na Rede TV. Veja: http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/eleicoes2018/blog/eleicoes-2018/assista-a-integra-do-debate-entre-candidatos-a-presidencia-da-republica 20.8.2018 – Pesquisa da MDA, encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes, o índice de rejeição do candidato Geraldo Alckmin pelo eleitorado é de 52,5% (diante de 53,7% de Bolsonaro,  52,7% de Marina Silva , 46,8% de Meirelles, 44,1% de Ciro Gomes e 41,9% de Lula). 20.8.2018 –  Alckmin será o líder em tempo de propaganda eleitoral na televisão. Ele contará com onze minutos diários (44% do total). 20.8.2018 – Em entrevista, o candidato anuncia que se eleito, reduzirá o número de ministérios dos atuais 29 para pelo menos 21. Disse, também, que terá condições de avançar com as reformas  caso seja eleito pois sua aliança ( PP, PR, PRB, DEM e Solidariedade) assegurará maioria no Congresso. 20.8.2018 – Em palestra na ABDIB (SP), o candidato defende:  trazer o setor privado para o mercado de petróleo nacional, sobretudo para a área de refino; fazer um grande programa de infraestrutura; promover, com urgência um ajuste fiscal, zerando em dois anos, o déficit das contas públicas; simplificação tributária. 31.3.2018 – Alckmin faz a entrega da linha de metrô entre São Paulo e o aeroporto de Guarulhos. 26.3.2018 – PPS anuncia que deverá apoiar chapa do PSDB encabeçada por Alckmin. Promessas de apoio também já recebidas do PSD e do PTB. (Estado de SP) 26.3.2018 – Presidente do PPS, Roberto Freire, disse: “Ele (Alckmin) é uma figura profundamente respeitadora do diálogo. O Brasil precisa voltar a ser cordial e viver em paz, e não esse absurdo entre lulopetistas e bolsonaristas”. 20.3.2018 – PSDB oficializou a pré-candidatura Geraldo Alckmin, à Presidência da República. Anunciado como o coordenador geral da campanha o senador Tasso Jereissati (CE). 20.3.2018 – No mês passado, o governador paulista anunciou o nome do economista Pérsio Arida, um dos idealizadores do Plano Real, para formular suas propostas para a economia. (Veja On Line) 19.3.2018 – Em entrevista à Folha de São Paulo, Alckmin disse que evitará a polarização e pregou a conciliação nacional. “Não vou ficar brigando por coisa do PT, não sei o quê, mas vou olhar para o futuro”. 16.3.2018 –  Adhemar Ribeiro, cunhado de Alckmin, foi acusado de ter recebido dois milhões de reais do departamento de propinas da Odebrecht, com o codinome Belém. (…)  Além disso, Ribeiro manteria “negócios sob influência direta da gestão Alckmin no estado de São Paulo, como a concessão para a exploração de cinco aeroportos regionais — contratos assinados mediante uma licitação com indícios consistentes de favorecimento ilegal (…)” (O Antagonista, citando matéria da revista Época). 20.12.2017  – Alckmin disse que o governo estadual é vítima das empresas que fizeram cartel em diversas obras do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo e do Rodoanel, e que recorreria 4.12.2017 – Segundo pesquisa da  Datafolha, Governo Alckmin em SP teve a seguinte apreciação popular: Regular: 38%; Ótimo/bom: 34%;  Ruim/péssimo: 25%.; Não sabe: 2%. (G1) 4.12.2017 – Em entrevista à Folha de São Paulo, ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse que Alckin não será o candidato de Temer. 10.11.2017 – Ex-Presidente FHC manifesta apoio a Alckmin para a presidência do PSDB. 30.10.2017 –Pesquisa do IBOPE. com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018. 30.10.2018 –  Pesquisa estimulada (Cenário 1): Lula (PT): 35%, Jair Bolsonaro (PSC): 13%, Marina Silva (Rede): 8%, Geraldo Alckmin (PSDB): 5%. Pedro Luiz Rodrigues é jornalista, com atuação nos pricipais veículos do País, e diplomata.
11/05/2018

Jair Messias Bolsonaro

Quem é quem?

Jair Messias Bolsonaro

Quem é quem? Eleições presidenciais.

Apresentamos aqui dados sobre Jair Bolsonaro, candidato à Presidência da República. Nesta série, reunimos informações  (currículo. manifestações, iniciativas, propostas e projetos)  os candidatos – e candidatas – nas esferas profissional e política, como forma de identificar suas prioridades e seus valores. A proposta é a de formar uma espécie de “ficha técnica” de cada candidato(a), com o mínimo de subjetividade, para ajudar o eleitor ou eleitora a formar sua própria opinião e definir preferências, a partir de um conjunto mais ou menos organizado de informações objetivas sobre os que já começam a se alinhar para a disputa. Para dar o “tom” de como estão sendo esses candidatos percebidos pela opinião pública, apontaremos também manifestações recentes, favoráveis ou contrárias, que sobre cada candidato ou candidata tenha sido publicada na imprensa, fornecendo a indicação da fonte. ****   PRÉ CANDIDATO – JAIR BOLSONARO Nome completo: Jair Messias Bolsonaro Nasceu em Campinas (SP), em 21 de março de 1955. Na verdade nasceu em Glicério, mas foi registrado pelos pais em Campinas. Ganhou o nome em homenagem ao craque do Palmeiras, Jair da Rosa Pinto. Passou a infância em Eldorado Paulista, no vale do Ribeira, onde o pai administrava fazendas e trabalhava como dentista prático. Profissões: Militar, Político e Professor de Educação Física Três filhos de Jair Bolsonaro atuam na vida política: Carlos, vereador (PP-RJ); Flávio (deputado estadual, PSL-RJ)e Eduardo (deputado federal, PSL-SP). Formação 1974 – Escola Preparatória de Cadetes do Exército. 1977 – Formação de Oficiais, Academia Militar de Agulhas Negras. 1977 – Curso de Paraquedismo. 1983 – Mestre em Saltos, Brigada Paraquedista (RJ). 1983 – Educação Física, Escola de Educação Física do Exército. 1985 – Curso de Mergulhador Autônomo, Corpo de Bombeiros, RJ. 1987 – Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO). Carreira militar 1979-1981 – 9º Grupo de Artilharia de Campanha,em Nioaque(MS). 1981-1982 – Brigada de Infantaria Paraquedista(RJ). 1986 – Capitão, 8º Grupo de Artilharia de Campanha. 1988 – Passou para Reserva, com a patente de Capitão. Filiações partidárias: Partido Democrata Cristão (PDC),  PPR –  (1993-1995), PPB – (1995-2003), PFL (2005), PP (2005-2016), PSC (2016-2017), PEN (2017),  PSL (2018). Trajetória Política: 1989-1991 – Vereador (PDC). Rio de Janeiro. 1991-1995 – Deputado Federal (PDC-RJ) 1995-1999 – Deputado Federal (PPR-RJ) 1999-2003 – Deputado Federal (PPB-RJ) 2003-2007 – Deputado Federal (PPB-RJ) 2007-2011 – Deputado Federal  (PP-RJ) 2011-2015 – Deputado Federal (PP-RJ) 2015-2019 – Deputado Federal (PP-RJ, PSC, PEN,PSL) Na Câmara  foi membro titular das seguintes Comissões Permanentes: Constituição, Justiça e Cidadania: (2006-2007). Direitos Humanos e Minorias :(2015-2016), (2014-2015). Educação: (2017-2018). Relações Exteriores e de Defesa Nacional: (2017-2018),  (2013-2014), (2011-2012);(2009-2010); (2007-2008); (2005). Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado: (2015-2016) , (2011-2012); (2009-2010); (2008-2009); (2005-2006). Trabalho, Administração e Serviço Público: (2006-2007). Comentários sobre trajetória política e profissional: –  Em 1986,  como capitão foi preso por quinze dias por escrever  artigo  O salário está baixo”, sobre a remuneração dos militares, na revista Veja. – Em 1988 falou à Veja sobre operação “Beco Sem Saída”, motivada por melhor remuneração e a prisão de um capitão. Previa a explosão de bombas de baixa potência em banheiros de quartéis. Bolsonaro teria desenhado o croqui de uma bomba que seria colocada na Adutora do Guandu (RJ). O STM julgou o caso e absolveu Bolsonaro por insuficiência de provas (fonte: Wikipedia). – Em 1989, toma posse como Vereador pela cidade do Rio de Janeiro. Renunciou ao mandato de vereador em 1991, para assumir seu primeiro mandato como deputado federal. – Em 1993, participou da fundação do Partido Progressista Reformador (PPR), resultado da fusão do PDC e do Partido Democrático Social (PDS). 1993 –  Sugeriu o fechamento do Congresso Nacional e chamou o ex-ministro da Administração Bresser Pereira de ladrão de servidores públicos. (Fonte: Senado Federal:http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/inc/senamidia/historico/1999/5/zn052526.htm) 1995 – Em entrevista ao programa “TV Aberta”, da Rede Bandeirantes, disse que “a ditadura militar foi branda demais porque “matou pouca gente”, e que o Brasil estaria melhor se fossem fuzilados “30 mil corruptos, a começar pelo presidente da República” (Fonte: a mesma do item anterior). Nos seus primeiros seis mandatos, suas votações oscilaram entre 67 mil e 135 mil votos. – Nas eleições de 2014 foi o deputado federal mais votado do RJ (6% do eleitorado, 464 mil votos). – Em 2017, o Instituto FSB considerou Bolsonaro o político mais influente nas redes sociais. –  Total de ‘Curtidas’ na página de Bolsonaro no Facebook: Em 22.3.2015: 1.179.000; em 20.3.2017: 3.986.000. Fevereiro 2018 – O deputado teve 16% das intenções de voto, atrás apenas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (37%). (Fonte: Datafolha). 22.3.2018 –   Bolsonaro ofereceu ao PR a vaga de candidato a vice-presidente em sua chapa. A oferta para dividir a chapa foi feita ao senador Magno Malta (PR-ES). 22.7.2018 – Lançadada sua candidatura à Presidência da República pelo Partido Social Liberal. Posições: – Valorização da família. – Autor da proposta do voto impresso. – Instituição da prisão perpétua. – Fortalecimento do combate ao tráfico de drogas. – Liberação da posse de armas. – Reforma da Previdência. – Contrário à independência do Banco Central. – Simpatia para o bilateralismo em acordos comerciais; – Contrário a cotas raciais. Produção Legislativa Ainda que como deputado federal tenha sido um prolífico apresentador de propostas legislativas , Jair Bolsonaro não foi muito bem sucedido em transformá-las em leis, uma vez que  os temas que propõe, se lhes são favoráveis em termos de noticiário, não levantaram no Congresso o apoio necessário. Com mais de 27 anos consecutivos (cumpriu sete mandatos) como deputado federal,  Bolsonaro apresentou 171 projetos de lei, de lei complementar, de decreto de legislativo e propostas de emenda à Constituição (PECs).  Desses, cinco se transformaram em norma jurídica. Destes, de apenas dois foi autor exclusivo. Dos demais foi coautor. Mais de um terço de suas iniciativas legislativas referiram-se a assuntos de interesse dos militares, como soldos, pensões, moradia, atendimento médico e hospitalar, criação de colégios militares e anistia de penalidades. Ementrevista ao Antagonista (fevereiro 2018), justificando a baixa receptividade de seus projetos, Bolsonaro disse considerar um feito para qualquer parlamentar conseguir aprovar um só projeto em quatro anos de mandato: “Só no tema do voto impresso eu acredito estar prestando um serviço enorme”. Sobre o assunto, disse em entrevista em meados de 2018 que  “tão importante quanto você fazer um gol, é não tomar um gol. Eu trabalho muitas vezes para que certos projetos não sejam aprovados”. (…) (Assim)“tão importante quanto apresentar propostas, é rejeitá-las”. Deu como exemplo o combate que fez   ao chamado “kit gay”, material didático contra a homofobia vetado na gestão petista da presidente cassada Dilma Rousseff, em 2011. Um único Projeto de Lei de sua autoria exclusiva foi transformado em lei: o PLS 2514 (de 1996), prorrogando benefícios fiscais outorgados aos setores de informática e automação. Converteu-se na Lei Ordinária 10176/2001. Foi de sua autoria, também, proposta de Emenda à Constituição, determinando que as urnas eletrônicas passem a emitir um “recibo” para que os votos nas eleições possam ser conferidos pelos eleitores. Os projetos (aprovados) dos quais foi co-autor foram:  Proposta de Emenda à Constituição (PEC 138-2003, autor originário: deputado Sande Júnior, PP-GO) que alterou a denominação de capítulo do Título VIII da Constituição Federal  (” Da Família, da Criança, do Adolescente, do Jovem e do Idoso”. Projeto de Lei (PL 4639-2016), autorizando o uso da fosfoetanolamina sintética por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna. Transformado na Lei Ordinária 13269/2016. Entre os projetos de legislação que apresentou, mas que não se transformaram em lei, constam: 2018 – Exclusão de ilicitude  nas ações de agentes públicos em operação sob intervenção federal destinada a pôr termo a grave comprometimento da ordem pública (PL 9564-2018). Matéria na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ( CSPCCO ), ainda sem relator  designado. 2017 –  Vedação  da oferta de pacotes (Internet) com franquias limitadas de dados (PL-6944/2017). Matéria na CCJC, com parecer pela admissibilidade. –  Exclusividade do STF para suspensão de aplicativos de troca de informações  na Internet (PEC-347/2017). Em Comissão, aguarda designação de relator. – Mudança noCódigo de Processo Penal Militar, excluindo  ilicitude nas ações de agentes públicos em operação policial (PL-9064/2017). Na Coordenação de Comissões.. –   Inclusão do nome de Eneas Ferreira Carneiro (candidato à Presidência da República em 1989. 1994 e 1998) no Livro dos Heróis da Pátria.( PL-7699/2017). Matéria na CCJC, sem relator. –  Qualificação do roubo de cargas e aumento da pena para o crime de receptação (PL-7700/2017). Matéria na CCJC. –  Qualificação no Código Penal, do roubo com o uso de motocicleta (PL-7701/2017); Idem, em crime de roubo em que um dos coautores sofra lesão corporal ou faleça (PL 7712-2017). 2016 – Proposta de Emenda à Constituição (PEC-191/2016), determinando que o Ministro da Defesa seja escolhido entre oficiais-generais das Forças Armadas. Matéria há dois anos na CCJC. – Considerar crime hediondo aqueles dolosos, praticados com arma de fogo, mediante violência ou grave ameaça à pessoa.  (PL-4730/2016). Na CCJC. – Dispõe sobre ações contraterroristas. (PL-5825/2016. Matéria na CSPCCO. – Acabar com a obrigatoriedade do uso do farol baixo aceso durante o dia em rodovias federais ( PL-5847/2016). Na CCJC. – Torna crime a obstrução de vias públicas ( PL-6021/2016). Nas Comissões. – Criação de  polícias penitenciárias federal e estaduais  (REQ-5094/2016 => PEC-308/2004). 2015 Diversas propostas de decreto-legislativo, em co-autoria com inúmeros outros deputados, sustando portarias e resoluções de órgãos federais versando sobre criação do Comitê de Gênero ( PDC-214/2015), reconhecimento institucional de identidade de gênero ( PDC-30/2015). Em exame nas Comissões. – Bloqueio do uso de celulares e radiotransmissores em presídios e penitenciárias (PL-1281/2015). Em exame em Comissão Especial. – Proposição de pena mínima de dez anos para quem cometer três crimes (PL-1824/2015). Arquivada. Proposição de descaracterizar como crime atos de defesa do patrimônio ( PL-2832/2015). Nas Comissões.Proposição para não considerar crime a  lesões sofridas por invasores de domicílio (PL-3582/2015). 2014 Sobre denúncias de  crimes de discriminação nas redes sociais on line.( PDC-1662/2014). Propõe descaracterizar como crime atos de legítima defesa própria e de terceiros ( PL-7105/2014), as duas  aguardando designação de relator. Proposta para agravar penas do crime de pichação (PL-7421/2014). Considerar hediondos os crimes cometidos contra as vidas  de servidores da segurança pública e seus familiares (PL-8176/2014), ambas arquivadas por temas estarem incluídos em outras proposições. 2013 Considera hediondos os crimes passionais ( PL-5242/2013), nas Comissões, ainda sem relator. Aumenta penas para o crime de estupro, propõe castração química voluntária aos criminosos, tornada condição para a liberdade condicional ( PL-5398/2013). nas Comissões, ainda sem relator. 2012 e anteriores: Suspende o direito de dirigir do motorista que atingir quarenta pontos por infrações, em doze meses (2011).  Dispensa da obrigatoriedade do uso de cintos de segurança em vias que tenham limite máximo de 80km por hora (2010), arquivada. Requerimentos de solicitação de informações: Ao Ministério das Minas e Energia: exploração de jazidas de nióbio (2016); idem, sobre jazidas de potássio (2016). Ao Ministério da Cultura: sobre doações e patrocínios com base na Lei Rouanet (2016). Ao Ministério da Defesa: sobre vôos em aeronaves oficiais para Cuba, Venezuela e Uruguai nos últimos cinco anos (2016). À Secretaria de Direitos Humanos: sobre medidas do Conselho Nacional de Combate à Discriminação (2015).  Ao Ministério da Saúde: sobre a situação dos médicos cubanos no programa Mais Médicos.Ao Ministério da Defesa: sobre aplicaçãode punições a militares inativos por externarem pensamento e conceitos ideológicos (2012). Ministério da Educação: para explicar material de combate à homofobia a ser distribuído nas escolas de ensino fundamental. Registros de imprensa: 22.8.2018 – Candidato diz que se eleito tratará de impedir o exercício da medicina pelos médicos cubanos que trabalham no Brasil . Declarou na ocasião: “nós juntos temos como fazer o Brasil melhor para todos e não para grupelhos que tomaram o poder e há vinte anos nos assaltam” (G1). 22.8.2018 –  Pesquisa Datafolha aponta que Jair Bolsonaro perderia em um eventual segundo turno para Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT). O candidato do PSL venceria, contudo, em uma disputa com Fernando Haddad (PT). (Folha SP) 21.8.2018  –  STF vai decidir sobre se Bolsonaro virará réu por racismo. Ele foi denunciado por ofensas a quilombolas. 26.3.2018 – Entrevista de Jair Bolsonaro ao jornal O Dia (RJ): – (Sobre apoios:) “Até o momento, nenhum partido quis conversar comigo.” (Nome para vice:): “Não pensei em nomes ainda, mas obviamente será um ser humano que possa agregar. No tocante à cor da pele, gênero, gay… Tanto faz.”. – (Vice gay): “Não tem problema nenhum. Desde que a sua vida pessoal se reserve a ele, não ao público.” – (Repressão ao crime organizado:) “Aqui, o lado da lei não pode atirar. Quando o policial atira, vai para o Tribunal do Júri. O policial não pode ter mais medo de um julgamento do que de um marginal com fuzil na mão”. – (Trump🙂 “Muito do que ele fez lá, quero fazer aqui. Diminuir a carga tributária e fechar as portas do país para uma migração em massa. A rede hospitalar de Roraima está toda tomada com haitianos e venezuelanos. Podemos criar um campo de refugiados.” 20.3.2018:  Disse que vai manter o silêncio sobre a morte da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL)  (O Estado de São Paulo) 13.3.2018 – Entrevista de Jair Bolsonaro ao Estado de S. Paulo: – (Sobre eventuais aliados): “ Ninguém chegou para tentar negociar comigo nada.” (…) “Se algum partido quiser se aliar a nós, será bem vindo”.  Disse o PSDB não aceitaria certas bandeiras suas, relacionadas ao combate à violência. – (Sobre posição política):” Estão tentando me associar a terroristas. Eu sou de direita. Mas extrema-direita, jamais.” – (Sobre apoios): – (Sobre eventual futuro Ministério): ”Paulo Guedes é um excelente nome para Fazenda e Planejamento, que vai ser um ministério só.”  (…) “O Ministério da Defesa já conversei e acertei, quem vai indicar o quatro estrelas vai ser o general Augusto Heleno.” (…) “O futuro ministro da Agricultura e Meio Ambiente, que vai ser um ministério só, (quem indicará) vão ser as entidades produtoras (rurais) do Brasil.” (…) “Por que tem que ter Ministério das Cidades se você pode o pegar dinheiro diretamente do governo e dar para o prefeito fazer obra no município? “ – (Sobre pena de morte): “Só não buscarei isso por um motivo simples: não vai ser aprovado. Então, eu não vou lutar por algo que não vai ser aprovado. Agora, pretendo lutar por prisão perpétua.” – (Sobre empresas estatais) :  “Hoje, as estatais são foco de corrupção, infelizmente”. (…) “ acho que no primeiro ano, dá para um terço das estatais serem privatizadas ou extintas” (…) “Em especial, as quase 50 feitas pelo PT (…) que não produzem nada”. – (Sobre relações Brasil-China): “. Fazer comércio com a China, sim, sem problema nenhum.”  (…) “Nós não podemos abrir mão da nossa soberania e da nossa segurança alimentar, até porque eles têm meios de conseguir uma produtividade maior do que nós. Vão matar o nosso homem do campo. “ – (Sobre intervenção no Rio): “Não estou preocupado com isso. Eu quero mais é que dê certo. Eu votei favorável. Agora, está na cara que ele (o presidente Michel Temer) segue, que o governo tem seguido algumas bandeiras minhas. Eles mudam porque o que a massa do povo quer é efetividade “ – (Sobre combate à violência) – “O que eu falei foi que as bancadas de segurança, que é conhecida pela bancada da bala, vai aumentar e muito. Que a violência é o que tá cabeça de todo mundo como o primeiro assunto a se buscar uma solução para ele. “ 12.2.2018 (Sobre Economia) – “Com uma trajetória política marcada por posições nacional-desenvolvimentistas, de viés estatizante, que ainda geram muita desconfiança entre os liberais, Bolsonaro diz agora que deixará as decisões ligadas à economia para Guedes, cujas ideias são conhecidas e respeitadas no mundo dos negócios, para tentar dar alguma consistência à sua propalada conversão ao liberalismo”. (Fonte: O Estado de São Paulo). Propostas apresentadas por Guedes defendem, entre outras, as seguintes posições: Reforma Política – Adoção da cláusula de votação em bloco, conforme o programa de cada partido, para garantir a governabilidade; Federalismo – Fortalecimento da Federação, com descentralização de recursos e atribuições do Governo Federal para os Estados e municípios, com o objetivo de melhorar a eficiência das políticas públicas. Reforma fiscal – Corte efetivo de gastos, para viabilizar a queda estrutural dos juros e da despesa da rolagem da dívida pública. Banco Central – Independência de gestão e mandato de quatro anos para a diretoria, não coincidente com o mandato do Presidente da República. (Essa posição diverge da apresentada por Bolsonaro, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada em 2.4.2017). Desestatização –  rivatização de estatais e concessão de serviços públicos, com o uso dos recursos para reduzir a dívida pública. Previdência – Realização – ampliação da reforma do atual sistema previdenciário e criação de sistemas de capitalização, com contas individuais para novos participantes. Benefícios – Corte de privilégios do funcionalismo e fim de isenções fiscais e de empréstimos subsidiados concedidos por bancos públicos para grandes empresas. Reforma Tributária – Simplificação do sistema, com redução de alíquotas e ampliação da base de tributação.   ENTREVISTA A MARIANA GODOY (REDE TV,OUT.2017). – (Corrupção, dinheiro recebido da JBS🙂 “Houve um depósito, que pedi imediatamente que fosse retirado”. – (China🙂 “Não está comprando do Brasil, está comprando o Brasil (…) está cobrando o nosso sub-solo”… – (Gays): “Eu não falaria outra vez que deveriam apanhar em casa. (…) A maior parte dos gays me apoia”. “Tive excelente relacionamento com o deputado Clodovil”. – (Controle da Mídia) – “Isso é agenda do PT”. – (Recibo nas urnas eletrônicas) – “Nenhum outro país além da Venezuela adota o voto eletrônico. Tenho convicção de que o sistema fará seu sucessor no ano que vem se não tivermos como auditar”. (…) – (Governar sem maioria no Congresso): “Ineficiência do Estado e corrupção vêm das indicações políticas.” (…) “ Temos de fazer política de maneira diferente, se for a mesma coisa, estou fora, não vou fazer leilão de ministérios”. Pedro Luiz Rodrigues é jornalista, com atuação nos principais veículos de comunicação, e diplomata.