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Reforma ministerial de Bolsonaro será menor do que se espera

O presidente pretende usar os ministérios ressuscitados para contemplar os aliados, mas avisou: não abre mão de escolher os próprios ministros

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Presidente Bolsonaro, entre os presidentes da Camara e do Senado durante videoconferência. Foto: Marcos Corrêa/PR
Presidente Bolsonaro, entre os presidentes da Camara e do Senado durante videoconferência. Foto: Marcos Corrêa/PR

Ao admitir a recriação de ministérios, o presidente Jair Bolsonaro apenas sinalizou que será mais limitada do que se supõe a reforma ministerial prevista para depois das eleições às mesas diretoras da Câmara e do Senado. O presidente pretende usar os ministérios ressuscitados para contemplar os aliados com os cargos que reclamam. Mas ele já avisou, e o centrão assentiu, que não abrirá mão de escolher os próprios ministros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O presidente admite indicações técnicas de parlamentares para cargos de segundo e terceiro escalões. Ministros, nem pensar.

Bolsonaro concorda com em abrir espaço para ter apoio no Congresso, mas se sente desconfortável com a ideia de dispensar seus ministros.

Um princípio de ouro entre militares explica a dificuldade de Bolsonaro de demitir ministros: não abandonar companheiros no campo de batalha.

A recriação de alguns ministérios (Cultura, Esportes e Pesca) permitiria a Bolsonaro manter quase todos os seus atuais ministros.

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