EUA mandaram bem

Luiz Philippe de Orleans e Bragança elogia decisão contra PCC e CV

Ele lamentou que o governo brasileiro relativize e proteja essas organizações, que tantos males causam ao nosso povo

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Deputado Federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL-SP) (Foto: Alvaro Maciel)

O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, elogiou na noite desta quinta-feira (28) a decisão do governo dos EUA de designar como organizações terroristas o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), a vigorar a partir de 5 de junho próximo.

“A decisão, tomada após encontro do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o presidente Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e o Secretário de Estado, Marco Rubio, demonstra a assertividade da missão e do diálogo objetivo promovido pelo parlamentar brasileiro em Washington”, disse o deputado-príncipe.

Para Luiz Philippe, destacando justificativa do Departamento de Estado dos EUA, “as medidas adotadas nesta quinta-feira, 28, estão em conformidade com a seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade e com a Ordem Executiva 13224 e as designações de Organizações de Transporte Estrangeiro entram em vigor após a publicação no Diário Oficial Federal (Federal Register).”

“Trata-se de uma vitória de todos aqueles que buscam um combate efetivo da criminalidade organizada transnacional, em benefício da paz e segurança de nossas nações”, disse o parlamentar. “Enquanto o governo brasileiro relativiza e protege essas organizações, que tantos males causam ao nosso povo, nós defendemos a adoção de medidas como essa para pôr um fim definitivo na criminalidade e no sofrimento de milhares de famílias que são reféns do banditismo.”

Luiz Philippe de Orleans e Bragança endossou as palavras do secretário Marco Rubio, para quem “PCC e CV são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. Juntas, comandam milhares de membros e orquestraram ataques brutais contra policiais, funcionários públicos e civis brasileiros. Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a nossa região e por todo o país”.

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