Trump oferece ajuda à Venezuela e alerta para cenário devastador
Presidente dos Estados Unidos afirma que os primeiros relatórios apontam ampla destruição, enquanto equipes de resgaste contabilizam mortos e feridos
Os Estados Unidos anunciaram a mobilização de ajuda humanitária para a Venezuela após os fortes terremotos que atingiram o país e provocaram destruição em diversas regiões.
O presidente Donald Trump afirmou que os primeiros relatos recebidos pelas autoridades americanas indicam um cenário grave e mencionou a possibilidade de um número elevado de mortos em decorrência da tragédia.
Os tremores, que alcançaram magnitudes de 7,2 e 7,5, ocorreram com poucos segundos de intervalo e foram sentidos em grande parte do território venezuelano.
Edifícios desabaram, estruturas públicas sofreram danos e equipes de emergência foram acionadas para atuar em áreas atingidas, especialmente na região próxima a Caracas e em localidades do litoral norte do país.
Em mensagem divulgada após o desastre, Trump declarou que os Estados Unidos estão preparados para auxiliar os venezuelanos e determinou que órgãos federais se organizem para responder rapidamente à crise.
O governo americano informou que mantém contato direto com as autoridades venezuelanas para coordenar o envio de recursos emergenciais.
O Departamento de Estado dos EUA confirmou a ativação de uma força-tarefa de assistência a desastres.
Entre as medidas anunciadas estão o envio de equipes especializadas em busca e resgate, suprimentos médicos, materiais humanitários e apoio logístico para as operações nos locais mais afetados.
As autoridades venezuelanas decretaram estado de emergência nacional enquanto milhares de socorristas trabalham na procura por sobreviventes entre os escombros.
Os trabalhos de resgate seguem em ritmo intenso diante do risco de novos desabamentos e da possibilidade de réplicas sísmicas.
Os números oficiais de mortos e feridos continuam sendo atualizados à medida que as equipes conseguem acessar áreas isoladas.
Relatórios preliminares apontam centenas de vítimas, enquanto especialistas alertam que o balanço final poderá ser significativamente maior devido à extensão dos danos registrados em zonas urbanas densamente povoadas.
Além dos Estados Unidos, governos de diversos países anunciaram disposição para colaborar com as operações de socorro.
O fluxo de ajuda internacional começou a ser organizado nas horas seguintes ao desastre, com foco no atendimento médico, resgate de sobreviventes e assistência às famílias desalojadas.
A tragédia é considerada uma das mais severas registradas na Venezuela em mais de um século.
Autoridades locais seguem concentradas nas ações de emergência enquanto equipes nacionais e estrangeiras atuam para localizar desaparecidos e restabelecer serviços essenciais nas regiões atingidas.