TENSÃO GLOBAL

Trump diz que Irã vive colapso sob pressão dos EUA

Declaração ocorre em meio à escalada do conflito e reforça estratégia americana de endurecimento contra Teerã

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Presidente dos EUA, Donald Trump. (Foto: Reprodução/Youtube/CNN).

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã atravessa um “estado de colapso”, segundo relatos divulgados nesta terça-feira (28). 

A declaração foi feita em meio à escalada do conflito no Oriente Médio e às negociações travadas entre Washington e Teerã.

De acordo com Trump, a própria liderança iraniana teria comunicado aos Estados Unidos que enfrenta dificuldades internas severas, incluindo instabilidade no comando político. 

O republicano também indicou que o governo iraniano busca a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo, o mais rápido possível. 

A fala ocorre em um momento de forte pressão exercida pelos Estados Unidos, que intensificaram sanções econômicas e mantêm ações militares na região. 

Desde o início do conflito, medidas como bloqueios navais e restrições ao comércio de petróleo têm impactado diretamente a economia iraniana, reduzindo receitas e dificultando operações logísticas do país. 

O cenário também é marcado por instabilidade institucional no Irã. 

Relatos recentes apontam dificuldades na definição de liderança após perdas no alto escalão, o que teria ampliado a influência de setores militares no comando do país. 

Apesar das tentativas de negociação, os Estados Unidos mantêm posição rígida em relação ao programa nuclear iraniano. 

O governo americano exige concessões amplas, incluindo restrições definitivas ao enriquecimento de urânio, enquanto rejeita propostas que não atendam a essas condições. 

A guerra, iniciada no início de 2026, já provocou impactos globais, especialmente no mercado de energia e nas rotas comerciais. 

O fechamento parcial do Estreito de Ormuz e os ataques na região elevaram os preços do petróleo e aumentaram a tensão entre potências internacionais. 

Mesmo diante do impasse, a estratégia de pressão máxima adotada por Washington segue como eixo central da política externa americana, com o objetivo de forçar mudanças estruturais no regime iraniano e garantir maior controle sobre questões de segurança internacional.

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