Teerã eleva ameaça e fala em ofensiva devastadora contra EUA e Israel
Governo iraniano endurece postura e sinaliza ataques mais amplos diante do avanço militar no Oriente Médio
O governo do Irã voltou a subir o tom contra Estados Unidos e Israel e afirmou que poderá lançar ataques “mais devastadores, abrangentes e destrutivos” contra seus adversários.
A declaração foi divulgada por autoridades militares iranianas em meio à intensificação do conflito no Oriente Médio.
A ameaça ocorre após novas sinalizações de endurecimento por parte de Washington.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou que pode ampliar as operações militares contra o território iraniano nas próximas semanas, elevando o nível de tensão entre as potências.
Em resposta, o comando militar iraniano afirmou que os ataques já realizados contra seus alvos não refletem a total capacidade do país.
Segundo o regime, parte significativa de sua estrutura militar estratégica permanece fora do alcance de inimigos, o que permitiria uma reação ainda mais severa em caso de novos confrontos.
O cenário ocorre no contexto de uma guerra aberta iniciada no fim de fevereiro de 2026, quando Estados Unidos e Israel lançaram ataques coordenados contra instalações militares e nucleares iranianas.
A ofensiva teve como objetivo enfraquecer o programa nuclear e a capacidade bélica do regime, considerado uma ameaça à segurança regional.
Desde então, o Irã tem respondido com lançamentos de mísseis e drones contra alvos israelenses e posições americanas no Oriente Médio, ampliando o risco de um conflito de maior escala.
Há registros de ataques a bases militares e infraestruturas estratégicas em diversos países da região.
A escalada recente inclui também novas ondas de ataques e contra-ataques, com relatos de ofensivas iranianas contra Israel e ações militares israelenses em território iraniano.
O confronto já provocou estado de emergência em áreas israelenses e mobilização de tropas, além de impactos diretos sobre a população civil.
As declarações mais recentes de Teerã reforçam o risco de ampliação do conflito e indicam que o regime iraniano não recuará diante da pressão militar ocidental, mantendo a retórica de confronto direto contra Estados Unidos e Israel.