Contra censura

Mark Zuckerberg denuncia “tribunais secretos” em países latino-americanos.

Meta anunciou medidas para proteger a liberdade de expressão de usuários em suas redes sociais.

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Mark Zuckerberg. fundador e CEO da Meta - Foto: redes sociais.

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou que as redes sociais da empresa, WhatsApp, Instagram e Facebook, terão mudanças no programa de checagem de informações e denunciou “tribunais secretos” na América Latina.

Em video, Zuckerberg disse “É hora de voltar às nossas raízes em torno da liberdade de expressão. Chegou a um ponto em que há muitos erros e muita censura. Estamos substituindo os verificadores de fatos por ‘notas da comunidade’, simplificando nossas políticas e nos concentrando na redução de erros.”

As notas de comunidade é um recurso que permite que os próprios usuários adicionem informações a postagem com informações enganosas. No entanto, as notas só ficam visíveis ao publico se avaliadas como úteis por pessoas com diferentes pontos de vista.

O CEO declarou luta contra a censura da América Latina “Países latino-americanos têm tribunais secretos que podem ordenar que as empresas retirem as coisas silenciosamente”.

Zuckerberg prometeu trabalhar com o governo Trump contra a censura determinada por outros países a empresas americanas.

“Vamos trabalhar com o presidente Trump para pressionar os governos de todo o mundo, que visam perseguir empresas americanas e pressionando para implementar mais censura. A única maneira de combater essa tendência global é com o apoio do governo dos EUA.” disse Mark Zuckerberg.

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