Conselheiro de Trump diz que Fux ‘destruiu’ guerra política de Moraes
Jason Miller destaca que Fux está demolindo narrativas contra Bolsonaro
O conselheiro estratégico do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, está acompanhando o julgamento sobre suposta tentativa de golpe de Estado, envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e elogiou a postura do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, nesta quarta-feira (10).
Ao compartilhar o momento em que Fux afirma que o STF não tem competência para julgar Bolsonaro e outros sete réus na ação penal, Miller afirma que o ministro está destruindo completamente a guerra política, que ele considera ser de “notícias falsas”, apresentadas pelo ministro Alexandre de Moraes, contra o ex-presidente.
O conselheiro afirma ainda que as acusações contra Bolsonaro são “fraudulentas e inconstitucionais”. Veja abaixo:
.@STF_oficial Justice Fux is absolutely DESTROYING the fake news political lawfare that @Alexandre de Moraes has been waging against President @jairbolsonaro and the good people of Brazil.
The charges against President Bolsonaro are fraudulent and unconstitutional!!! https://t.co/K66IbkCrZ7
— Jason Miller (@JasonMiller) September 10, 2025
Outra crítica
Como mostrou o Diário do Poder, Miller classificou Moraes como: “Maior ameaça à democracia no Hemisfério Ocidental”.
A declaração ocorreu logo após o magistrado votar nesta terça-feira (9), pela condenação do ex-presidente, e outros sete réus, por suposta tentativa de golpe de Estado.
O conselheiro chamou ainda Moraes de “gangster de terceira categoria determinado a usar a guerra política para manter Bolsonaro fora das urnas”.
Todos os julgados pela Primeira Turma do STF
Além de Bolsonaro, são julgados os ex-ministros Braga Netto (Defesa e Casa Civil), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Anderson Torres (Justiça) e Paulo Sérgio Nogueira (Defesa); o ex-comandante da Marinha Almir Garnier; o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência e delator do caso.