Alto luxo

Lotus confirma primeira concessionária no Brasil, em área nobre de São Paulo

Além disso, a marca britânica firma parceria com o grupo JHSF, dono da rede Fasano, para conectar o público de alta renda das duas empresas

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Projeção concessionária Lotus em São Paulo.
Lotus confirma primeira concessionária no Brasil, em área nobre de São Paulo (foto: LTS).

A Lotus, por meio do grupo LTS Brasil – empresa comandada pelo empresário e ex-piloto Clemente de Faria Jr –, inicia oficialmente a operação no mercado brasileiro. Além disso, a marca confirma os primeiros pontos no país, com uma concessionária flagship (atendimento completo), no complexo do Shopping Cidade Jardim, área nobre de São Paulo, capital.

O outro ponto será uma loja demonstração no Boa Vista Village, empreendimento da JHSF – grupo proprietário da rede Fasano, entre outros – voltado à hospitalidade, bem-estar, esporte e lifestyle, também em São Paulo. Como parte da estratégia de entrada no país, a marca britânica anuncia uma parceria estratégica com a JHSF.

A sinergia contempla iniciativas de presença de marca e varejo em ativos selecionados da JHSF, conectando a Lotus ao público de alta renda brasileiro em ambientes alinhados ao posicionamento global da companhia. Até por isso, os dois pontos, tanto o Shopping Cidade Jardim quanto o Boa Vista, são empreendimentos de luxo do grupo JHSF.

“Estamos iniciando a história da Lotus Cars no Brasil com uma visão de longo prazo, construída sobre os pilares de inovação, exclusividade e posicionamento de marca. O Brasil é um mercado estratégico para a Lotus e enxergamos um público cada vez mais conectado ao universo da companhia”, aponta Clemente de Faria Jr., CEO da LTS Brasil.

A operação brasileira nasce com foco em estabelecer uma presença alinhada ao comportamento do consumidor global de alta renda, ampliando a conexão da marca com universos ligados ao design, varejo, hospitalidade e lifestyle.

“A parceria com a JHSF reforça nossa visão sobre como a presença da Lotus deve ser construída no Brasil. Existe uma forte sinergia entre as companhias em valores como excelência, curadoria, sofisticação e atenção aos detalhes”, completa Clemente.

Neste primeiro momento, a marca já confirmou três modelos para o Brasil. O Emira, um esportivo de dois lugares e motor central, disponível em duas versões, sendo uma quatro cilindros turbo e outra V6 supercharger manual. Mas ambos com mais de 400 cavalos de potência e zero a 100km/h na casa dos quatro segundos.

O segundo é o superesportivo elétrico Eletre, de arquitetura de 800V e motorização que varia dos 612 aos 918 cavalos, além de configurações para quatro ou cinco lugares. Por fim, o Emeya, um hypercar elétrico de carroceria GT de quatro portas de 918 cavalos e um torque brutal de 100,4kgfm, eixo traseiro direcional e zero a 100km/h em 2,7 segundos.