Relatos sobre os EUA

Embaixador do Brasil nos EUA foi ‘crucificado’ por fazer seu trabalho

Nestor Foster foi atacado por relatar fatos ignorados na imprensa de lá e de cá sobre as eleições americanas

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Tentaram “crucificar” Foster por relatar fatos relevantes, como ações judiciais de Trump e notícias ignoradas na imprensa de lá e de cá sobre irregularidades na eleição. Foto: Itamaraty

Jornalões atribuíram ao embaixador do Brasil nos EUA, Nestor Forster, o suposto “atraso de 38 dias” no reconhecimento da vitória de Joe Biden.

Tentaram “crucificar” Foster por haver endereçado a Brasília, como é rotineiro em todas as embaixadas, “telegramas” sobre fatos relevantes, como ações judiciais de Donald Trump e notícias ignoradas na imprensa de lá e de cá sobre supostas irregularidades na eleição.

Embaixadores não interferem na decisão presidencial de reconhecer vitórias eleitorais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Apesar de anunciar vitória de Joe Biden em 7 de novembro, a imprensa não decreta vitória. O Colégio Eleitoral dos EUA dá o resultado oficial.

Em 7 de novembro, Forster escreveu: “estreitas margens tornam quase certos processos de recontagem e ações judiciais”. Acertou em cheio.

Telegramas diplomáticos servem para informar ao governo de fatos que vão além do noticiário de veículos de comunicação. Todo fato é válido.