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Pacheco se acha ‘novo JK’ e sua estratégia eleitoral é imitar o ex-presidente

Por enquanto, a afinidade mais relevante é o Estado onde nasceram

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A estratégia do mineiro Rodrigo Pacheco, em sua campanha à sucessão presidencial de 2022, está definida: imitar o falecido presidente Juscelino Kubitschek.

A ideia do presidente do Senado, de acordo com pessoas próximas a ele, é “aparelhar” a imagem do saudoso fundador de Brasília.

Por enquanto, a afinidade mais relevante é o Estado onde nasceram.

A escolha do novo partido não é casual: o PSD foi a sigla de JK. Hoje é presidido por Gilberto Kassab, com quem ele acertou filiação há meses. A avaliação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Pacheco iniciou a campanha com uma lorota que o sincero JK evitaria: divulgou haver decidido filiar-se ao PSD ontem. Ele decidiu em julho.

Esta coluna noticiou em 13 de julho que Pacheco se filiaria em outubro ao PSD. Combinou com Kassab. A festa de filiação será no dia 27.

A estratégia de Pacheco o fez permanecer em Brasília, num domingo, 12 de setembro, para não perder o evento do 119º aniversário de JK.