Abin paralela?

Chefe da ABIN recontratado por Lula monitorou Gayer e assessor de Bia Kicis

“Isso derruba a tese que havia uma Abin paralela”, diz assessor de Bia Kicis

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Sede da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em Brasília (Antonio Cruz/Agência Brasil)

O assessor da deputada federal, Bia Kicis (PL-DF), Evandro Araújo, se manifestou após matéria do jornal O Globo afirmar que ele foi monitorado pelo programa First Mile, entre 2019 e 2020, por Paulo Fortunato, que operava o programa durante o período.

O deputado delegado Ramagem (PL-SP) usa como principal linha de argumentação contra a acusação de coordenação de uma Abin Paralela, a exoneração de Forturnato por ‘uso indevido da ferramenta’. No governo Lula III, Fortunato chegou a ser o terceiro homem mais importante da Agência. 

 

O curioso, diante do cruzar de informações, é que Fortunato foi readmitido pela Abin, no governo Lula.

 De acordo com O Globo, Gustavo Gayer, que ainda não detinha mandato de deputado federal, também era monitorado pelo First Mile, sem autorização judicial, bem como Giacomo Romei Hensel Trento, ex-assessor do então ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

“Isso derruba a tese que havia uma ABIN paralela que investigava opositores de Jair Bolsonaro”, disse Evandro Araújo em suas redes sociais.

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