Júlia Zanatta aciona polícia após graves ameaças de ativistas de esquerda
Deputada conservadora reage firmemente contra a intimidação de sindicalistas e exige a punição dos agressores que tentam silenciar seu mandato
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) formalizou uma série de denúncias junto à Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados após se tornar alvo de uma intensa onda de agressões verbais, ofensas e intimidações promovidas por militantes de esquerda e lideranças ligadas a movimentos sindicais no ambiente virtual.
A parlamentar catarinense, conhecida por sua firme postura em defesa das pautas conservadoras e dos setores produtivos, contabilizou mais de uma centena de ataques direcionados às suas redes sociais em um curto período de tempo.
O estopim para a escalada de hostilidades ocorreu após a atuação incisiva da deputada na comissão parlamentar que debate a alteração da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.
Sendo uma das principais vozes da oposição a confrontar os projetos de teor populista defendidos por parlamentares alinhados ao governo e por entidades sindicais, Zanatta passou a ser perseguida por ativistas que utilizam plataformas digitais para proferir xingamentos e ameaças à sua integridade.
Diante do volume e da gravidade das ofensas capitaneadas pela militância esquerdista, a deputada efetuou o registro formal de pelo menos 16 casos de violência política e difamação perante as autoridades competentes da Câmara, exigindo a identificação e a devida responsabilização legal dos autores.
A defesa da parlamentar ressalta que as manifestações ultrapassam o limite do debate político aceitável, configurando ataques pessoais orquestrados com o intuito de intimidar o livre exercício do mandato parlamentar e silenciar lideranças da direita.
Essa não é a primeira vez que a parlamentar enfrenta investidas dessa natureza por parte de opositores ideológicos.
Júlia Zanatta tem acumulado episódios em que denuncia o duplo padrão de comportamento de setores da esquerda e de grupos sindicais que, embora frequentemente adotem discursos públicos em defesa das mulheres, recorrem a agressões morais e ao linchamento virtual quando confrontados por mulheres conservadoras que divergem de suas cartilhas ideológicas.