Bolsonaro não ganha uma

Primeira Turma do STF mantém delação de Mauro Cid

O ministro relator, Alexandre de Moares, afirmou que a delação foi voluntária e não houve pressão

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Tenente-coronel Mauro Cid. (Foto: CLDF).

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (25) o pedido de cancelamento da delação premiada do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid.

A decisão foi unânime. Todos os cinco ministros que compõem o colegiado rejeitaram pedido da defesa do general Braga Netto e de Bolsonaro para anular a delação

O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que Cid reiterou a voluntariedade na colaboração.

O magistrado afirmou ainda que em nenhum momento houve pressão ou interferência da Corte para que ela ocorresse.

“Em nenhum momento, e isso é muito importante, Mauro Cid ficou sem a presença de seus procuradores, seja junto da Polícia Federal ou mesmo nessa Corte. Todos os atos de colaboração contaram, desde o início, com a presença e aval de seus defensores. Jamais a defesa constituída admitiria qualquer espécie de coação ou induzimento. Não houve nenhuma irregularidade”, destacou Moraes.

A Primeira Turma do STF é formada pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

 

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