Operação Tempus Veritatis

Defesa de Bolsonaro contesta proibição de contato com Valdemar Costa Neto

A defesa alega que a proibição de contato entre Bolsonaro e o presidente do PL é genérica e viola a liberdade profissional

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A Polícia Federal (PF) intimou nesta segunda-feira (19), além do ex-presidente Jair Bolsonaro, outros 9 nomes para depor na sede da corporação, em Brasília.(Foto: Reprodução X @CostaNetoPL).

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que reconsidere a proibição do político em se comunicar com o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, investigado na operação Tempus Veritatis.

A defesa de Bolsonaro alega que a proibição de contato é genérica e viola a liberdade profissional e a comunicação reservada dos advogados. Além disso, questiona a inclusão de Valdemar nas investigações e afirma que o ex-presidente é o maior cabo eleitoral do partido.

A operação, realizada pela Polícia Federal (PF) no dia 8 de fevereiro, apura o possível envolvimento de Bolsonaro e outros aliados em um plano de “golpe de Estado” nas eleições de 2022.

Foram expedidos 4 mandados de prisão preventiva e 48 medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados.

 

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