Julgamento no STF

Após 65 dias, caso do ‘golpe’ sem data para acabar

Nem mesmo os depoimentos das testemunhas de defesa do “primeiro núcleo” da acusação chegaram ao fim

acessibilidade:
Ministro do STF, Alexandre de Moraes. (Foto: STF).

Sem data para acabar, o julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal dos 34 réus por liderar a suposta tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023 completou dois meses. Apesar dos 65 dias desde que a Corte se reuniu para aceitar a denúncia da Procuradoria-Geral da República, nem mesmo os depoimentos das testemunhas de defesa do “primeiro núcleo” da acusação chegaram ao fim. São quatro núcleos no total e o recesso de um mês no Supremo começa dia 2 de julho. A informação é destaque da Coluna Cláudio Humberto deste domingo (1º).

Última testemunha de defesa do tal “núcleo um”, o senador Rogério Marinho (PL-RN) deve prestar depoimento nesta segunda.

Serão ouvidas 52 testemunhas de defesa do “núcleo um” (mais duas por escrito), nas treze sessões de julgamento da Primeira Turma do STF.

O depoimento das testemunhas convocadas para os núcleos dois, três e quatro da acusação não têm nem sequer data prevista para início.