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"Pequena mudança"

Bolsonaro anuncia reforma ministerial na próxima segunda-feira

Presidente vai trocar comando da Casa Civil e recriar o Ministério do Trabalho

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Jair Messias Bolsonaro, presidente da República.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira , 21, que irá realizar uma “pequena mudança ministerial” na segunda-feira”. Em entrevista à rádio Jovem Pan de Itapetininga, eleinformou que, após a sua alta do hospital Vila Nova Star, está focado em realizar “pequenas” mudanças no comando das pastas e argumentou que a reforma ministerial vai ser importante para “continuar administrando o país”.

“Estamos trabalhando, inclusive, uma pequena mudança ministerial, que deve ocorrer na segunda-feira, para ser mais preciso, para a gente continuar aqui administrando o Brasil”, anunciou.

Bolsonaro ainda voltou a defender que todo o seu governo foi formado por critérios técnicos, sem indicações por parte de partidos. Segundo ele, apenas três nomes vieram da política. “A indicação política foi da bancada ruralista, por exemplo, que indicou a Tereza Cristina, um excelente nome”, exemplificou o presidente. De acordo com ele, a indicação do ex-deputado Onyx Lorenzoni, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil, está “em sua conta”. O chefe do Executivo citou também o nome do Marcelo Álvaro Antônio, que assumiu a cadeira de ministro do Turismo entre 2019 e 2020, mas atualmente voltou ao posto de deputado federal. “Basicamente essas foram as indicações políticas, entre aspas. O restante foram todos critérios técnicos”, argumentou. Durante a entrevista, Bolsonaro, no entanto, não detalhou quais são as mudanças programadas para a reforma ministerial.

A dança de cadeiras irá envolver a Casa Civil e a Secretaria-Geral da Presidência da República, além da recriação do Ministério do Trabalho. Presidente nacional do Progressistas (PP) e um dos principais aliados de Bolsonaro no Congresso, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) deve ficar com a Casa Civil, posto que hoje é ocupado por Luiz Eduardo Ramos. Em razão disso, o general da reserva será deslocado para a Secretaria-Geral. Onyx Lorenzoni, por sua vez, ficará com o Ministério do Trabalho.

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