Operação Instituto Amigo

Fraudes em hospitais de campanha são alvos de operação em Goiás

PF e CGU buscam provas de supostos crimes em contratos firmados durante a pandemia de covid-19

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Hospital Estadual de Formosa foi um dos alvos da Operação Instituto Amigo. (Foto: Reprodução/Goinfra)

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) investigam a suspeita de fraudes na execução de contratos para administração dos hospitais de campanha durante a pandemia de covid-19, nas cidades goianas de Luziânia e de Formosa. Os indícios de crimes como falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e outras ilegalidade correlatas são alvos da Operação Instituto Amigo, deflagrada nesta terça-feira (26) para desarticular uma associação criminosa.

Cerca de 45 policiais federais cumprem 15 mandados de busca e apreensão, com medidas cautelares de bloqueio de valores e apreensão de bens, contra investigados nos estados de Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo.

“As investigações apontam que recursos públicos destinados às ações emergenciais teriam sido direcionados mediante contratos com indícios de irregularidades, incluindo possível simulação de propostas comerciais e inconsistências na execução contratual. Também foram identificados indícios de pagamentos por serviços sem comprovação de execução e despesas incompatíveis com os contratos analisados”, resumiu a PF.

A investigação prossegue com a análise do material apreendido.