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Crise política

PMDB dá outra chance a Dilma e adia rompimento

Partido se agarra aos cargos e terceiriza críticas a Dilma

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O congresso nacional do PMDB, promovido pela Fundação Ulysses Guimarães (FUG), foi mais uma tentativa do partido de se descolar do governo do PT. Numa última chance a Dilma, o PMDB empurrou para março a decisão sobre rompimento com seu partido. Mas levantamento interno do PMDB prevê cenário péssimo para qualquer político em 2016, afetando as eleições municipais, que são a prioridade do partido.

Em 2012, o PMDB elegeu 1.016 prefeitos, em um total de 5.517 municípios. O PSDB venceu em 686 prefeituras e o PT, em 629.

Pesquisas internas apontam que o número de prefeitos eleitos em 2016 pelo PT pode ser reduzido à metade. E o PMDB teme ser afetado.

Foi decidido que diretórios estaduais subirão o coro contra o governo e as críticas macroeconômicas ficarão por conta da cúpula, em Brasília.

A pesquisa do PMDB indicou também que 92,3% dos brasileiros acham os políticos “bandidos”. Apenas 0,2% dos brasileiros confiam neles. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto