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Não há vigilância

Panteão, a 200 m do Planalto tem água acumulada com larvas de insetos

Vigilância diz que faz limpeza e que região tem poucos focos de dengue

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Na véspera da “faxina” prometida pela presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, o Panteão da Pátria – museu que homenageia os heróis nacionais – tinha água acumulada e larvas de insetos. Nesta quinta-feira (28) até o espaço localizado na Praça dos Três Poderes, a cerca de 200 metros da sede do governo federal, foi encontrado o que pode ser criadouro de mosquitos, como o Aedes aegypti.

Também na Praça dos Três Poderes, é possível ver água acumulada no fosso do mastro da Bandeira Nacional.

O anúncio da limpeza no Planalto foi feito na semana passada. Dilma disse que a medida tinha o intuito de ajudar a combater a proliferação do Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febre chikungunya e o zika vírus.

Não é a primeira vez que se encontram focos do mosquito na Praça dos Três Poderes. Em 2012, a Vigilância Ambiental comprovou, por meio de exame laboratório, a presença do Aedes aegypti no fosso do mastro da Bandeira. De acordo com o órgão, as larvas de Aedes aegypt não estavam contaminadas com o vírus causador da doença. Também em 2012, o Panteão chegou a ser fechado, dois meses após a reabertura por reforma, por causa de escorpiões.

O gerente da Vigilância Ambiental do Distrito Federal, Petrônio Lopes, afirma que o órgão realiza uma ação de combate ao mosquito nos prédios públicos da Esplanada dos Ministérios e da Praça dos Três Poderes desde a quarta-feira (27).

Lopes diz que a região é "mais tranquila" com casos de foco de dengue. "Nosso objetivo é fazer esse controle [da proliferação] e orientar os servidores públicos em todos os órgão da área da Esplanada e da Praça."

Segundo o gerente, a ação é pontual, mas pretende "educar" servidores e funcionários para prevenir a proliferação do mosquito. "Nós entramos nos prédios, inclusive no Palácio da Planalto, e orientamos os servidores e funcionários para combater a dengue", afirmou.