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Lula espancou trabalhador

Heloísa lembra de violência de Lula e Dilma contra trabalhadores

Ex-senadora provoca críticos de Temer por uso do Exército

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Em meio às críticas à decisão do presidente Michel Temer (PMDB) por convocar o Exército para conter manifestantes contra reformas, que literalmente incendiaram a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na tarde dessa quarta-feira (24), a ex-senadora Heloísa Helena (Rede) usou as redes sociais para recordar de ações violentas nos governos petistas de Lula e Dilma Rousseff.

A ex-senadora de Alagoas disse que Lula promoveu pancadaria, espancamento e bombas, para “roubar direitos dos trabalhadores, imitando FHC”. E também disse que Dilma usou força bruta e pancadaria para remover famílias e povos indígenas, em busca por espaço para obras da Copa e da hidrelétrica de Belo Monte. Mas não poupou a decisão de Temer, cujo governo chamou de “gobierno de mierda”.

Heloísa Helena critica quem finge esquecer violência do PT (Foto: CMM)“Só para lembrar a quem finge esquecer: 1. Lula usou a força bruta pra espancar trabalhadores que lutavam contra a sua Reforma da Previdência… pancadaria, espancamento e bombas contra muitos de nós, enquanto comprava parlamentares com o mensalão para aprovar a sua reforma de roubo dos direitos dos trabalhadores. Até nisso imitou FHC. 2. Dilma usou a força bruta da pancadaria pra remover milhares de famílias na construção das obras da Copa e contra povos indígenas na Belo Monte – de gigantesco impacto ambiental, desrespeito aos povos indígenas e muitos bilhões de propina. 3. Temer usa a força bruta e Decreto pra legitimar "reformas" e impedir manifestações contra seu gobierno de mierda”, escreveu a ex-senadora, que optou por não concorrer à reeleição para o cargo de vereadora de Maceió, em 2016, mas não descarta disputar eleição em 2018.

Na sequência, Heloísa também incluiu os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor (PTC-AL) como alvo de sua metralhadora verbal e declarar apoio à Operação Lava Jato e às eleições diretas, após cassação da chapa Dilma/Temer, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Dia 06 de junho será o julgamento e tomara consigamos sensibilizar o TSE e, cassando a chapa Dilma-Temer, assim termos nova eleição (ideal seria mesmo que fosse geral, incluindo o tal Congresso Nacional). Avante!!!”, concluiu Heloísa.

Temer suspendeu o decreto nesta quinta-feira (25) e o Exército já deixou a Esplanada. Não houve tempo de os militares atuarem contra os manifestantes, porque o protesto  notícia da chegada das tropas afastou os protestos que incendiaram três ministérios e não foram contidos pela Polícia Militar do Distrito Federal.

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