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Álcool podre

Distribuidoras de combustíveis serão acusadas de crime de lesa-pátria

Importadores driblam a Camex para favorecer álcool americano

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Produtores de etanol do Nordeste denunciaram à Câmara de Comércio Exterior, sexta (25), manobra lesiva ao País de distribuidoras, inclusive estrangeiras, pedindo licença de importação de álcool podre americano (muito poluente, à base de milho), antes de o Diário Oficial publicar a resolução dos ministros da Camex, quarta (23), fixando taxa de 20% de importação após 600 milhões de litros com 0% de imposto. A manobra vai parar na Justiça, inclusive com acusação de crime de lesa-pátria. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As distribuidoras, algumas produtoras no Sudeste, pretendem inundar o País com álcool podre com imposto zero. E quebrar rivais nordestinos.

Só uma distribuidora – Raizen, controlada pela americana Shell e a brasileira Cosen – pediu licença para importar 400 milhões de litros.

A manobra das distribuidoras foi denunciada pelos presidentes de sindicatos de produtores (Sindaçúcar) de todo o Nordeste.

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