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'Mal o que comer'

Governo 'maltrata' recrutas na Copa, acusa deputado

Eles recebem menos de um salário e só comeram 'um catanho' no evento

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O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) acusou o Governo Federal, nesta segunda-feira (14), de “maltratar” os recrutas das Foças Armadas que participaram da segurança da Copa do Mundo de 2014. Segundo o parlamentar, eles recebem uma remuneração bruta de R$ 588,00 quando o salário mínimo atual é de R$724,00.

Bolsonaro diz ainda que, durante o evento, os recrutas mal tiveram o que comer. “Sem qualquer diária, estes militares recebiam um catanho – pão com milimétrica fatia de mortadela, ovo cozido, mariola e suco”, afirmou. “Nenhuma palavra de agradecimento às FFAA se fez ouvir por parte daquela que fará o diabo para continuar no poder, como ela mesma disse”, concluiu.

Ao todo, 12 mil homens das “tropas de elite” do exército atuaram na segurança das cidades-sede do evento para casos emergência. As operações começaram antes mesmo da chegada das delegações. Desde o início de 2014, o exército apreendeu 36 toneladas de maconha e 21 toneladas de explosivos nas fronteiras.

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