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Após um mês, programa não cumpre bolsa formação

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CHEGADA DOS M?DICOS CUBANOS EM RECIFEOs profissionais da primeira etapa do programa Mais Médicos que se formaram no Brasil ou tiveram o diploma revalidado, completaram um mês de trabalho nesta semana. O governo brasileiro irá pagar os profissionais do programa por meio de meio de uma bolsa formação, forma bastante criticada pelas entidades médicas.

O programa define carga horária de 40 horas semanais para os médicos, 32 horas para atuação nas unidades da rede pública e oito de aulas teóricas na modalidade de ensino a distância. O pagamento por meio de bolsa de formação está previsto na Medida Provisória (MP) 621, que criou o programa.

Para o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Geraldo Ferreira, o programa é uma maneira de trabalho disfarçada de estudo, uma vez que os médicos não terão relação trabalhista com nenhuma entidade. A profissional de Saúde, Keila Rodrigues, que está trabalhando em Águas Lindas de Goiás, ainda não foi avisada do inicio do curso teórico previsto no programa. ?Não recebi nenhum comunicado sobre o início das aulas teóricas?, afirma.

O Ministério da Saúde (MS) ressalta que o início das aulas está programado para a próxima semana e recomenda que os profissionais utilizem as oito horas destinadas as aulas teóricas para aprimorar a formação e esclarecer  dúvidas.

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