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Após três anos de atraso, Brasil e China lançam satélite para mapear territórios

Em apenas 12 minutos, o satélite deverá atingir 780 quilômetros de altitude

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Satélite de sensoriamento remoto lançado por China e Brasil

O Brasil e a China colocam em órbita nesta segunda-feira (9), à 1h26 — horário de Brasília –, o quarto satélite de sensoriamento remoto produzido pelos dois países, a fim de mapear e registrar os territórios e atividades agrícolas, desmatamento, mudanças na vegetação e expansão urbana. O satélite será lançado após três anos de ausência desse monitoramento devido à desativação do anterior e atrasos na nova operação.

Integrado ao foguete Longa Marcha 4B, o Cbers-3 deverá atingir  780 quilômetros de altitude em apenas 12 minutos, quando iniciará a etapa de estabilização e de entrada em órbita. Após ser posicionado e acionado, o satélite passará por checagem dos equipamentos e da qualidade das imagens, para, três meses depois, serem disponibilizadas ao público.

O investimento brasileiro no Cbers 3, construído pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), chegou a R$ 300 milhões. Os ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Antonio Raupp, e das Comunicações, Paulo Bernardo, acompanharão o lançamento em Taiyuan, província chinesa de Shanxi.

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