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Transmissão de cargo

Heleno elogia Etchegoyen por recuperar o GSI, que Dilma ‘derreteu’

Ex-presidente cassada não acreditava em inteligência, diz ministro

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General Augusto Heleno assume como ministro chefe do GSI. Foto: João Carlos da Silva.

O general Augusto Heleno assumiu na manhã desta quarta (2) o cargo de ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), antes ocupado por Sergio Etchegoyen. No discurso da cerimônia de transmissão de cargo, o general elogiou seu antecessor e lembrou que é “amigo de mais de 45 anos” de Etchegoyen.

“Ainda ontem, deu uma demonstração da sua mão firme, eficiência gerencial e de comando ao organizar brilhantemente a posse do nosso presidente Jair Bolsonaro”, disse sobre o antecessor.

Segundo o ministro chefe do GSI no governo Bolsonaro, o seu antecessor recuperou aquilo que Dilma “derreteu” por “não acreditar em inteligência”, em referência ao sistema de inteligência brasileiro e ao trabalho à frente do Gabinete de Segurança Institucional. Para o general Augusto Heleno, ele e sua equipe terão um duro trabalho pela frente.

Com a presença do presidente Jair Bolsonaro, empossado nesta terça (1º), a cerimônia da manhã desta quarta conta ainda com a transmissão de cargo dos chefes da Casa Civil, da Secretaria Geral e da Secretaria de Governo.

O ministro da Secretaria de Governo de Temer, Carlos Marun, afirmou que deixa o cargo com sensação de dever cumprido e desejou sorte ao seu sucessor, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Santos Cruz afirmou que a Secretaria estará de “portas abertas” para a sociedade e que continuará sendo a “porta de entrada” para o relacionamento com a Presidência da República.

Ronaldo Fonseca passou o cargo de ministro da Secretaria Geral da Presidência para Gustavo Bebianno; enquanto Eliseu Padilha deixou a Casa Civil para que Onyx Lorenzoni assumisse o cargo de ministro. Padilha aproveitou o discurso para elogiar a gestão de Michel Temer, que “pegou um país literalmente com a estrada esburacada e está entregando a estrada recuperada”.

Já Onyx Lorenzoni afirmou que “muitos são chamados e que poucos são escolhidos”. Segundo ele, Jair Bolsonaro foi escolhido para recuperar a esperança de um povo que “tem medo de ir a rua e perder a vida; de perder o emprego; de viajar, porque as estradas não são as melhores; de quem empreender ver a empresa prosperar”