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'Posteriormente'

Bolsonaro precisará de cirurgia para reconstruir trânsito intestinal

Boletim médico diz que operação de "grande porte" será feita “posteriormente”

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Mesmo hospitalizado, sem fazer campanha, Jair Bolsonaro mantém a liderança no Ibope, com 28%.

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, precisará passar por uma nova cirurgia de grande porte, “posteriormente”, para reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia, feita em função de lesões graves no intestino grosso e delgado, informou boletim médico do Hospital Albert Einstein, divulgado às 10h desta segunda-feira, 10. A nota não informa em que momento essa cirurgia será feita.

De acordo o boletim médico, Bolsonaro permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, fisioterapia respiratória e motora e alimentação exclusivamente endovenosa.

“O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e com paralisia intestinal que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais. Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje”, diz o boletim médico.

Bolsonaro foi atingido por uma faca na região abdominal na última quinta-feira, 6, quando participava de uma atividade de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Segundo o hospital, quatro dias após o ferimento, o estado do candidato ainda é grave e ele permanece em terapia intensiva.

A pedido da família, ele foi transferido da Santa Casa de Juiz de Fora (MG), onde recebeu os primeiros atendimentos após a facada, e passou por cirurgia, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na sexta-feira, 7.

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