No azul

Emplacamentos de veículos segue em boa alta, comparado com 2023

Nos cinco primeiros meses do ano, mais de 1.7 milhão de unidades foram comercializados no mercado brasileiro

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Concessionária Fiat em Brasília.
Emplacamentos de veículos segue em boa alta, comparado com 2023 (foto: Geison Guedes/DP).

Seguindo os meses anteriores, o mercado automotivo brasileiro fecha maio com boa alta perante o mesmo período de 2023 e um crescimento importante no acumulado do ano, até agora, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). 

Nos cinco primeiros meses do ano, foram emplacados nada menos do que 1.787.779 de veículos no mercado geral, o melhor resultado para o período desde 2014, afirma a Fenabrave. O número é 16,63% maior do que o registrado nos cinco primeiros meses do ano passado, quando o mercado apresentou 1.532.816 de emplacamentos.

Já maio apresentou dados diversos, com boa alta de 5,41% perante o mesmo período de 2023 (376.568 contra 357.228), mas queda de 8,29% em relação a abril (410.609), que até agora, é o melhor mês do ano nos emplacamentos.

Entre os veículos leves, foram 183.214 emplacamentos em maio, queda de 11,95% contra abril (208.074), mas alta de 10,16% (166.322) em relação ao mesmo mês de 2023. No acumulado, o crescimento está em 15,87% (874.570 contra 754.775).

Caminhões e ônibus mantiveram a mesma tendência dos outros segmentos, com queda de 13,27% de maio para abril (11.043 contra 12.733 emplacamentos) e alta de 9,07% perante o mesmo período do ano passado (10.125). No acumulado, crescimento de 2,01% (54.980 contra 53.898).

Entre as motocicletas, foram 164.502 emplacamentos em maio, o que representou uma redução de 3,4 (a menor entre todas categorias) para abril (170.295) e um crescimento de 1,9% perante o mesmo mês de 2023 (161.432). Nos cinco primeiros meses, foram 767.084 motos emplacadas, alta de 19,97% em relação ao mesmo período do ano passado (639.383).

“Embora o momento seja de cautela, em razão das dificuldades enfrentadas no Rio Grande do Sul, cujos prejuízos das enchentes ainda estão sendo contabilizados, já que a situação local permanece crítica, às condições favoráveis do crédito mantiveram o mercado aquecido no restante do país. Ainda é cedo para analisarmos o impacto do RS nas vendas anuais. O estado respondeu por cerca de 4% dos licenciamentos do Brasil até abril”, afirma Andreta Jr., presidente da Fenabrave.

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