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Rejeição a líderes favorece candidato que represente ‘o novo’ no Rio, diz Hidalgo

Eduardo Paes lidera com 25,1%, mas sua rejeição de 53,3% só não é maior que a se Crivella (70,9%)

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Murilo Hidalgo, presidente do instituto Paraná Pesquisas - Foto: Band

A elevada rejeição dos principais candidatos a prefeito do Rio de Janeiro sugere espaço para surgimento, outra vez, de um nome novo, sem tradição na política, segundo afirmou quinta-feira (1º) Murilo Hidalgo, presidente do instituto Paraná Pesquisas, ao comentar levantamento que realizou na capital fluminense.

De acordo com a pesquisa, realizada entre os dias 20 e 24 de setembro, o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) continua liderando as intenções de voto, com 25,1%, mas sua rejeição é muito significativa: 53,3% dos eleitores afirmam que jamais votariam nele.

Rejeição maior que a de Paes só mesmo a do atual prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos), que está em segundo lugar nas intenções de voto com 13,6%. Exatos, 70,9% dos eleitores cariocas afirmam que não votariam em Crivella de jeito nenhum.

Marina Silva e Bandeira de Melo, do partido Rede Sustentabilidade.

A delega Martha Vargas está em terceiro lugar nas intenções de voto, com 11,8%. Ex-chefe de polícia de governos cujos titulares acabaram presos, a delegada tem rejeição de 45,6% do eleitorado.

O candidato do Rede Sustentabilidade, Bandeira de Melo, que foi presidente do Flamengo, cuja gestão foi elogiada pelos torcedores, é atualmente o candidato que pode representar o “novo” na classe política, segundo anotou Murilo Hidalgo. Bandeira de Melo tem 3,6% dos votos.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº RJ-08624/2020.