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Reitores de universidades querem prorrogação de mandato ou eleição biônica

Está explicado o escândalo sobre a nomeação de novos reitores: os 12 em fim de mandato querem ficar ou determinar o sucessor

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Universidade de Brasília (UnB). Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Universidade de Brasília (UnB). Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Esta é a resolução para “eleição” biônica da UnB.

Agora faz sentido o escarcéu contra a medida provisória que autorizava a nomeação de reitores temporários enquanto durasse a pandemia. Os 12 reitores em fim de mandato se dividem entre os que malandramente defendem a prorrogação de sua permanência no cargo e aqueles, como a reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão, que baixou a própria “medida provisória” definindo que a lista tríplice de candidatos a reitor será escolhida pelo aparelhadíssimo conselho universitários. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Na UnB, de longa tradição democrática, desta vez estarão proibidas consultas, campanha ou debates, mesmo pela internet. Um vexame.

A reitora Márcia decretou que as chapas serão registradas somente no dia da reunião (controlada, claro) do conselho universitário.

A lista tríplice dos “reitoráveis” não é para mandato temporário, enquanto durar a pandemia. O mandato biônico vai de 2020 até 2024.

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