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PF investiga esquema de corrupção em Sistema Penitenciário mineiro

Alvos da ação são investigados por negociar vagas em unidades penitenciárias de Belo Horizonte e outros 14 municípios

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Servidores públicos e advogados são alvos de ação da Polícia Federal por negociar vagas em unidades prisionais de Minas Gerais. Foto: PF/Reprodução

Uma ação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (Ficco) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8), a Operação Alegria que apura um suposto esquema de corrupção no Sistema Penitenciário do estado.

Foram cumpridos 29 mandados de prisão preventivas e outros 45 de busca e apreensão na capital e em outros 14 municípios de Minas Gerais, sendo: Betim, Contagem, Fervedouro, Francisco Sá, Lagoa Santa, Matozinhos, Muriaé, Ouro Preto, Passo, Patrocínio, Ribeirão das Neves, Uberaba, Uberlândia e Vespasiano.

Segundo as investigações, servidores públicos e advogados negociavam a venda de vagas em unidades prisionais, escolhendo os pavilhões e permitindo a entrada de objetos proibidos. Os beneficiários do esquema eram presos considerados de alta periculosidade que eram transferidos indevidamente das alas de detenção.

Os envolvidos no esquema repartiam os lucros obtidos nos atos ilícitos  que ocorriam com maior frequência em duas penitenciárias da região metropolitana de Belo Horizonte. Eles são investigados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, concussão e organização criminosa. As penas podem chegar a 20 anos de prisão.

 

 

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