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Líderes do Senado decidem que não haverá CPIs antes das eleições de outubro

Decisão foi confirmada nas redes sociais pelo senador Rodrigo Pacheco

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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado - Foto: Marcos Brandão/Agência Brasil.

Não haverá CPIs no âmbito do Senado, como a que foi proposta para investigar irregularidades no Ministério da Educação, segundo informou em suas redes sociais o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

De acordo com Pacheco, “a ampla maioria dos líderes entende que a instalação de todas elas deve acontecer após o período eleitoral”.

O presidente do Senado observou, em sua postagem, que a realização de CPI após a eleição permitirá a participação de todos os senadores e “evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral.”

O requerimento da CPI do MEC foi protocolado por senadores de oposição, nitidamente interessados em garantir palanque eleitoral que os beneficiasse.

A apresentação do requerimento esbarrou na fila de CPIs aguardando decisão de Rodrigo Pacheco, conhecido pelo seu jeito roda-presa de ser. Uma delas, já lida no plenário, procedimento essencial, está na gaveta de Pacheco desde 2019.

Há requerimentos de CPI no Senado para investigar ONGs picaretas, traficantes de drogas, desmatadores etc.

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