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CPI da Saúde

Justiça proíbe 'depoimento secreto' pretendido por sindicalista em CPI

Sindicalista queria depor em sessão fechada e secreta da CPI

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Num pedido do governo do Distrito Federal para demonstrar que não teme as investigações, o Tribunal de Justiçado DF  determinou que seja pública e aberta a sessão da CPI da Saúde, na Câmara Legislativa, marcada para as 10h desta quinta-feira (21), para ouvir o depoimento da sindicalista Marli Rodrigues, presidente do Sindicado dos Servidores da Saude (Sindsaúde). Ela havia pedido que a sessão fosse fechada e secreta.

Na noite de ontem, a Procuradoria-Geral do Distrito Federal enviou um mandado de segurança ao TJDFT alegando que “os depoimentos tomados no bojo de Comissões Parlamentares de Inquérito devem ser públicos" e completa, "o interesse público/ou social militam exatamente em favor do caráter público/aberto do depoimento das testemunhas".

O GDF também ressaltou que o sigilo sobre o conteúdo dos depoimentos pode atrasar, ou impedir, medidas de controle do Buriti em relação às denúncias reveladas na conversa de Renato Santana e Marli Rodrigues.

Mali Gonçalves gravou uma conversa em que o vice-governador Renato Santana afirma ter conhecimento de um esquema de recebimento de propina de 10% do valor de cada contrato cujo pagamento passa pela Secretaria da Fazenda.

O vice-governador do Df, Renato Santana, fala na CPI às 15h desta quinta.

Além da CPI, o caso está sendo investigado no âmbito do próprio GDF, por meio da Controladoria Geral e da Polícia Civil, e também pelo Ministério Público do DF e Territórios.

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