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Covid-19: Mais de 60% dos adultos completaram imunização no Brasil

Avanço da imunização levou país a registrar mês com menor número de mortes pela doença este ano

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Jovem sendo vacinado contra covid-19 em Maceió. Foto: Edvan Ferreira/Secom Maceió

O Brasil atingiu, nesta quarta-feira (6), a marca de 60% da população maior de 18 anos com o ciclo vacinal completo contra a covid-19. Este novo passo importante no enfrentamento da pandemia significa que 95,3 milhões de brasileiros já tomaram a segunda dose ou a vacina de dose única.

O Ministério da Saúde orienta que, quando chegar o seu momento da segunda dose, procure a unidade de saúde mais próxima, caso o seu imunizante seja de dose dupla. Quem não completa o esquema vacinal fica mais vulnerável à infecção pela covid-19 e suas complicações.

Segundo o último levantamento feio pelo Ministério da Saúde, cerca de 17 milhões de brasileiros estão nesta situação e precisam completar o ciclo vacinal, mesmo com atraso.

Vacina fundamental

O resultado do avanço da imunização é muito importante: é essencial para a retomada da economia, desafoga o sistema de saúde, e, o mais importante, diminui o número de mortes causadas pelo vírus. Até agora, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 300 milhões de doses para todos os estados e Distrito Federal, suficiente para vacinar quase 94% da população adulta com a primeira dose, ou seja, mais de 148 milhões de brasileiros.

Os reflexos da maior campanha de vacinação da história do Brasil já aparecem todos os dias. Desde junho, a média móvel de casos e óbitos pela doença registra queda de mais de 70%. Em setembro, o país registrou o menor número de mortes pela Covid-19 em 2021.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, ao todo, foram notificadas 16,3 mil vidas perdidas pela doença em setembro. Comparado a abril, mês com o maior número de registros (82,2 mil), a redução de mortes é de 80%.

Doses de reforço

Outra importante estratégia do Ministério da Saúde no enfrentamento da pandemia é o reforço da vacinação dos idosos acima de 60 anos, das pessoas imunussuprimidas e dos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate à pandemia.

Estes públicos foram escolhidos como prioritários por estarem entre os grupos com mais riscos de acometimento pelas formas graves e óbitos causados pela doença. O reforço é feito preferencialmente com o imunizante da Pfizer.

A aplicação do reforço é para as pessoas que tomaram a segunda dose há mais de seis meses, independentemente da vacina usada no primeiro ciclo de imunização. No caso dos imunossuprimidos, o reforço deve ser feito 28 dias após a segunda ou dose única. (Com informações da Comunicação do MS)

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