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Presidente do TSE

Brasil deve mostrar que rejeita ‘aventuras autoritárias’, diz o presidente do TSE

País serve como vitrine para comunidade global, afirma Fachin

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O presidente do TSE lembrou casos recentes de ataques a instituições democráticas - Foto: TSE.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, disse nesta terça-feira (17) que fatos políticos no Brasil serve como vitrine para a comunidade global, e que o país tem obrigação de mostrar que não aceita mais aventuras autoritárias.

“Somos hoje uma vitrine para os analistas internacionais, e cabe à sociedade brasileira garantir que levaremos aos nossos vizinhos uma mensagem de estabilidade, de paz e de segurança, e que o Brasil não mais aquiesce a aventuras autoritárias”, disse Fachin.

A declaração foi dada durante abertura do evento Democracia e Eleições na América Latina, na sede do TSE, em Brasília. Fachin disse que o Brasil não está alheio ao que acontece em outros países, e que o acontece aqui também exerce influência nos rumos internacionais.

O presidente do TSE lembrou casos recentes de ataques a instituições democráticas — como a invasão ao Capitólio, nos EUA e ataques a autoridades eleitorais no México, Peru e Equador — e afirmou que o Brasil deve considerar esses episódios como um alerta do que não pode ser tolerado.

Fachin anunciou ainda parceria com o professor Daniel Zovatto, do Instituto Internacional para Democracia e Assistência Eleitoral (Idea Internacional), para trazer ao Brasil observadores eleitorais europeus, além de outros já confirmados pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), entre outros.(ABr)

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