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José Maurício de Barcellos

Combatendo o lero lero

Do tempo em que ainda se podia assistir a um canal de televisão sem ter engulhos ou ficar indignado, conquanto nunca tenha sido um expectador contumaz, tenho lembranças de excepcionais programas humorísticos como a “Escolinha” do grande “Chico Anísio”. Vez por outra me vem à memória um dos bordões do qual se valia para tentar pôr fim às tentativas de um tipo “enrolador sem verniz” – personificado pelo seu genial “Rolando Lero”, no set interpretado pelo saudoso comediante Rogério Cardoso – quando ao lhe dar a última chance de se livrar de um “zero” na sabatina dizia: “Eu não devia seu…, mas vou lhe ajudar“.

Pois bem, é dessa forma também que me dirijo àquela gente que, ainda depois de tudo quanto fizeram de mal para o nosso País, tem o verdadeiro descaramento de tentar voltar ao poder e nele, como digo sempre, voltar a roubar tudo quanto puderem. Eu não devia seus vagabundos, mas vou lhes ajudar!

Vou lhes dizer que não adianta mais tentarem infamar e difamar o Presidente eleito, sua família e sua equipe ministerial, justo porque cada dia que passa eles estão surpreendendo o País e o Mundo, por sua competência e honorabilidade. Vou insistir em dizer que é de uma burrice atroz criar versões enganosas – que agora a mediocridade dominante, afrontando o vernáculo, insiste em chamar de “narrativas” – simplesmente porque essas lampanas mal lançadas ao serem desmentidas, e invariavelmente o são, desmoralizam de vez os ofensores e exaltam o ofendido. Vou sugerir aos Contras que não se valham dos ladrões, dos corruptos dos incompetentes e dos que adoecerem idelogicamente para combater aqueles que o povo enxerga como modelos de coragem, de honradez e de patriotismo, porque o povão recebe estas afrontas como se fossem para si e cada vez mais se irrita contra aqueles calhordas.

Continuando, vou me permitir ensinar aos que almejam se vingar da “Nova Ordem” ou de tudo quanto em seu nome vem sendo construído, que o façam trazendo novas ideias, melhores propostas ou sugestões factíveis, porque se atacam a esmo, se criticam por criticar e se nada têm para exibir senão seus antigos e fracassados programas que nos desgraçaram por 3 décadas é melhor que fiquem calados, pois pior e mais inútil que um idiota despreparado é um burro pretensioso, os quais dentre muitos hoje se pode ver bem configurados nos senadores Presidente e vice-Presidente do torpe e nauseante espetáculo, conhecido como “CPI da Cloroquina”.

Quem sabe, talvez, já tenha ruído totalmente o último plano para destruir o Governo da União, que foi concebido com os consubstanciais concursos dos Mandarins do STF que ultrajaram os homens de bem no Brasil e no mundo ao libertar um ladrão descarado – que, em face da revolta dos desvalidos, por cuja integridade pessoal eu temo e, por humanidade sinceramente eu temo, caso se arrisque a fazer campanha política pelas ruas – e igualmente, também com a participação ativa da “cacicalhada” de FHC a Temer, que trabalhou para quebrar o País através da perversa jogada do “fique em casa que a economia se vê depois”, ao mesmo tempo em que, com o podre apoio da extrema imprensa vassala dos Barões Marinhos, iria se tentar “impichar” o Capitão após meses e meses de ataques concentrados pela CPI do “Covidão”. Por essa causa, então, a trupe da esquerda ensandeceu.

A economia do País incensada pela OCDE e sendo destacada nas capas dos maiores jornais da imprensa estrangeira em face de sua extraordinária recuperação pós-pandemia e vendo também os analistas do mercado financeiro revisarem para cima, pela 8ª vez consecutiva, seu PIB- Produto Interno Bruto – que agora passa a ter uma estimativa de crescimento ainda maior, batendo em 4,85% neste ano – bem como assim otimizada pelo “boom” dos investimentos internos e pelos sucessivos recordes das Bolsas ou pela significativa baixa do dólar, aí acabou por “maluquecer” a “canhotada” pregoeira do atraso e da miséria.

Por isso registre-se. O “Ogro Antes Duplamente Condenado” já deu a partida na temporada de achaques e de bravatas. Anda gritando para sua diminuta plateia que é uma horda miliciana a indomável classe dos motociclistas do Brasil que, com as forças de segurança desta Nação, morrerão lutando por ela ao lado do Capitão. Está ousando dizer com seu semblante de “burro velho” que vai apreender todas as armas que ao povo estão sendo concedidas, na forma da lei, para se defender das organizações criminosas a ele aliadas, bem como, também, que irá estatizar todas as empresas governamentais que estão sendo privatizadas porque delas precisa para voltar a aparelhar a paquidérmica máquina governamental e outras baboseiras do mesmo teor.

Imediatamente se seguiram e recrudesceram os insanos impropérios dos vermelhos de todas as matizes. Até mesmo quem ainda se vestia (ou travestia?) com a capa do bom crítico, do “isentão”, do bonzinho – aquele que não faz mal a ninguém, calminho e sorrateiro, que sua nas mãos ao enfrentar o patriota – agora saíram dos seus cuidados para atacar os homens de honra dando botinadas em todas as direções, como dizia o grande Nelson Rodrigues.

Para ser ter ideia do grau de insanidade a que chegou aquela gente do interesse contrariado pelo Planalto, li por aí em algum canto um desses caras de sindicatos escrever, nesta semana, que “O atual governo é um desastre, devido ao tal do “Bolsotralha”, um vagabundo que nunca trabalhou, desonesto, miliciano, fascista, desumano, cercado de pessoas de má índole, responsável por 300 mil mortes na pandemia, por não seguir os protocolo da OMS, que produz uma avalanche de fake news ou mentira fabricadas pelo gabinete do ódio, para construir um “bolsaquistao”…,o mundo da ignorância, da estupidez. Uma maioria canalhas. Lamentável. O pobre diabo que não consegue nem ser original em suas colocações, agredindo os fatos e o vernáculo, diz tudo isso, mas nada explica nem justifica e, ademais, como diz a música do cantor sertanejo Leonardo, “nem sei onde ele acha tanto nome para xingar”.

Bem sei que não devia perder tempo com doentes daquele tipo porque, tal como ocorreu em 2018, eles não se dão conta das razões deste tsunami patriótico que varre o Brasil de canto a canto. Vou contestar aqueles Contras com as declarações do Ministro Onix Lorenzoni, que correm pelo território livre da rede mundial de computadores: “O que nós estamos colhendo, que o presidente colhe, é fruto do seu trabalho ao longo desses anos todos e da confiança que a população tem nele, quer a imprensa queira, quer a imprensa não queira”.

É isto mesmo e não há como tergiversar. Em outras palavras: é com exemplos do bem, do bom e do justo que se arrastam multidões. É com ideias que se constrói uma sociedade e com ações concretas exibidas como bons exemplos, vindos de cima para baixo, que em apenas dois anos se consolidou um Governo que vem destruindo 35 anos de desmandos, de incompetência e de roubalheira, tudo levado antes às barras dos Tribunais. Como um dia disse Albert Schweitzer (1875/1965), teólogo, filósofo e médico alemão, crítico de seu primo admirador do assassino Che Guevara, Jean-Paul Satre: “O exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros. É a única”.

Jose Mauricio de Barcellos ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br.