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As forças das armas e das ruas

Dentre as instituições Republicanas do Brasil, sem dúvida que as Forças Armadas (FFAAS) são as únicas em que o povo confia plenamente como garantidoras da democracia e da liberdade de nossa gente. Nos dias de agora, e já há algumas décadas, a grande maioria dos órgãos e das entidades do executivo, bem como do judiciário e do legislativo, com ênfase para o Congresso Nacional e para Corte Suprema, deixaram de serem entes honestos e sérios. O povão a quem tais instituições pertencem nem mais respeito a elas devota.

De um tempo para esta parte, mais propriamente com o advento das redes sociais e com o ocaso da mídia podre tradicional, o que das ruas e de seus movimentos se extrai é um sentimento de repugnância e de revolta, sobretudo porque a tal gente – que tomou de assalto aquelas que outrora foram instituições honradas – ela hoje nos custa os olhos da cara. Ninguém gosta de falar no assunto, porém estou certo de que se um dia os brasileiros da “Nova Ordem” se rebelarem e cercarem o Congresso e o STF, gritando pega ladrão, não haverá coisa alguma que o contenha. Prevenir um conflito desta magnitude ou impedir que uma desgraceira dessa ordem ocorra é garantir a verdadeira democracia e o real estado de direito e desta missão heroica e ingente somente as Forças Armadas podem se desincumbir.

Posto que aos vermelhos, aos corruptos, aos venais e aos vendilhões da Pátria de todas as origens não interessam senão a volta ao poder para voltar a roubalheira estancada em janeiro de 2019, todos os mais recentes movimentos, manobras e tramoias deles estão direcionadas para dividir, enfraquecer, conspurcar as Forças Armadas da Nação Verde e Amarela.

O lado negro da Corte Suprema, com irrestrito endosso de toda Corte, vem sistematicamente insultando os milhões e milhões de brasileiros que elegeram Jair Messias Bolsonaro, Presidente do Brasil, por causa de suas claras e legítimas propostas e ações de governo que se negam a aceitar e, reparem, assim procedem o atingindo invariavelmente, direta ou sordidamente, na posição de Chefe Supremo das Forças Armadas. É nesta qualidade que mais pretendem ultrajá-lo.

O Congresso Nacional, por aquilo que de mais nojento e vagabundo abriga em seu meio como longas mãos dos ativistas togados que o povão apedreja em praça pública, estando desesperado com a popularidade do Capitão e com a resistência dos patriotas aos seus nefandos propósitos, também passou a fustigar, dia sim outro também, as Forças Armadas na figura de todo seu Alto Comando.

Ainda outro dia deste, dois moleques sem verniz – que o Senado da República se deu a desfaçatez de indicar como presidente e relator da “CPI dos Proxenetas do Covidão” – postos a serviço do establishment venal e apoiados pelos cínicos jornalistas vendidos para os Barões Marinhos – infamaram as Forças Armadas acusando de corruptos seus generais e comandantes objetivando testar o grau de tolerância ou de comedimento dos militares e de suas nobres corporações. Não se pode esquecer que esta insana atitude veio na esteira de outra não menos petulante, qual seja, a interpelação de uma Mandarina do STF contra o general Comandante do Exército no sentido de que desse uma urgente explicação quanto a uma decisão que, por preceito constitucional, é restrita ao âmbito da caserna.

Igualmente deve ser considerado que a Câmara dos Deputados quer convidar o Ministro da Defesa para prestar esclarecimento quanto à nota conjunta, assinada por ele e pelos demais comandantes em chefe das três forças militares, de repudio à ofensa irrogada por um pilantra desclassificado e ladrão conhecido no Amazonas.

Percebam que a linha de ação do Presidente e de seus colaboradores objetivando escorar no peito e as investidas contra a lei e a ordem instituída e que lhes está custando pessoalmente muita energia – que deveria estar sendo usada em prol do Brasil, justo quando atravessa uma das fazes mais dramáticas de sua história – tanto quanto um incomensurável sofrimento pessoal para o Chefe da Nação e para sua família, até aqui de nada serviu para arrefecer os ânimos. Como estou rouco de escrever, os “Contras” não vão parar. Muito pelo contrário, vão continuar em sua escalada de rancor até o confronto final.

Quando os “Azzis e os Renans” da vida dizem ao vivo e em cores, para ser escancarado pelo Sistema Goebbels de Comunicação, que os generais de Bolsonaro são corruptos e as Forças Armadas seus esconderijos da quadrilha, em verdade querem dizer duas coisas: primeiro que eles, ladrões de carreira, também devem ser integrados aos tais esquemas escusos que insolentemente imaginam existir, ávidos que se encontram para retomar seus lugares na roubalheira das épocas de FHC a Temer e, segundo, que as Forças Armadas devem se postarem submissas às Casas do Congresso e aos Tribunais Superiores – antigos e conhecidos antros da roubalheira sistêmica – sem oferecerem perigo aos seus planos de saquear a Nação.

Assim como o bandidaço “Renam Canalheiros” em uma sessão da CPI da vigarice, proclamou sua revolta contra a nomeação de um militar para Ministro da Defesa, dizendo que isso representava um inconveniente retrocesso, pois nos governos passados se ocupava a pasta com civis ladrões e comunistas, também um porcaria destes na Câmara, aos berros, justificava o requerimento de convocação do Ministro da Defesa, General Braga Neto, dizendo veladamente que assim, desafiando as Forças Armadas, “vamos em definitivo saber quem é quem manda neste País”. Imbecilidade igual a esta só mesmo a que ouvi recentemente de um antigo ministro de um ex-governo safado, que disse, sorridente e em alto e bom som, que em breve teremos um Silva de volta ao poder, para consertar tudo isso.

A todos aqueles cretinos de mau caráter eu digo que, ao invés de se desinformarem assistindo às “Falidas Globos” do pedaço, consultem as redes sociais e assistam impactados, como eu, ao seguinte vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=WJlLHJ03y8s

A julgar pelo que aconteceu em 01 de maio do corrente, quando 25 milhões de brasileiros, aos gritos pelo Brasil inteiro, autorizaram e continuam autorizando o Presidente eleito a adotar as medidas que julgar oportunas e adequadas para nos libertar da vermelhada, bem como, assim, tomando conhecimento daquilo que talvez seja o começo da derrubada, pelo povão rebelado, do regime assassino dos sanguinários ditadores cubanos, a mim parece que está finalmente surgindo aqui – também nascido no meio de nossa gente simples, humilde e aguerrida – um enorme movimento verdadeiramente revolucionário de natureza pacífica e ordeira, tendente a exigir que se ponha um ponto final nesta balbúrdia institucional que se instaurou no País.

Pois bem, quem tem ouvido ouça, quem tem olhos enxergue e na hipótese de não serem burros ou se não estiveram adoecidos de rancor, constatarão a aproximação de uma gigantesca onda que virá precedendo as “Forças das Armas”, qual seja, as “Forças das Ruas”, que varrerá em definitivo a vermelhada ladra e inconsequente desta Terra de Santa Cruz.

Jose Mauricio de Barcellos, ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br.