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A morte do Capitão

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Ao longo do meu último artigo semanal, penso que tenha deixado claro e evidenciado o verdadeiro “vale tudo” em que se transformou a oposição sem verniz neste País, isto é, a nítida determinação dos “Contras” e dos “Terceirosviistas” de destruir a “Nova Ordem Barsileira”, começando pela eliminação do Presidente Bolsonaro, de toda sua família e igualmente, de sua equipe de ministros ou colaboradores.

Por tudo que o “Ogro Descondenado” e sua quadrilha – nesta se incluindo o marginal Stédile, o tal hediondo “Exército do MST” e o bando do MTST – já fizeram em suas trajetórias de crimes e de descaminhos e levando-se em conta o grau de periculosidade daqueles malditos, ligados ou integrantes das mais terríveis e atuantes organizações “narcoterroristas” do mundo (FARC, MIR, HAMAS, EI, FORO DE SÃO PAULO, PCC etc) tem-se que qualquer patriota minimamente informado pode intuir, com raro acerto, que o PT e os vermelhos em geral farão o que for preciso para tomar o poder de volta, isto e mais alguma coisa, inclusive matar, como um dia alertou o mestre Olavo de Carvalho.

Por isso faço um alerta, quase um vaticínio, e, como se fosse a pequena procelária que no sertão prenuncia a tempestade que se avizinha, digo que: a esquerda delinquente, daqui e do exterior, fará tudo para matar Bolsonaro até as eleições de outubro ou mesmo depois destas, quer ele seja eleito ou não.

Penso que dentro do peito de todo patriota grita este medonho temor. Imagino que carcoma as entranhas do homem de honra no Brasil esta amarga premonição e estou convencido de que Bolsonaro e sua gente bem sabem também que, com a chegada da esquerda ao poder, em pouco tempo todos que circulam pelo Planalto estarão presos e mortos, porque quanto a isto já avisou, sem rebuço, o maior ladrão da coisa pública da história contemporânea.

Lula, o PT e os seus asseclas são como cesteiros que fizeram um cesto de bambu, sabem e vão fazer um cento de cestos. Para atingir seus perversos propósitos ou seus projetos ignóbeis, quantos eles já mataram? Vale a pena relembrar um pouco.

Aí nos idos de 2005, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito dos Bingos, Roseana Morais Garcia, viúva de Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT – prefeito de Campinas (SP) assassinado em setembro de 2001 – afirmou que o marido foi morto por ferir interesses de “gente graúda”, incluindo os de figuras importantes na história do PT, como o ex-prefeito do município Jacó Bittar.

“Lula mandou matar Celso Daniel”. A frase é de um dos chefões do esquema do Mensalão, o publicitário e empresário Marcos Valério. Foi durante um depoimento ao Ministério Público de São Paulo. Segundo disse, o ex-presidente e hoje descondensado foi um dos mandantes da morte do então prefeito de Santo André do PT, que em janeiro de 2022 completou 20 anos e jamais foi solucionado.

De acordo com Valério, ele e o chefe de gabinete de Lula na época, Gilberto Carvalho, compraram o silêncio do empresário Ronan Maria Pinto, durante uma reunião um ano após a morte de Celso Daniel. O empresário teria aceitado a proposta, mas não sem antes dizer que “não pagaria o pato sozinho” pelo crime.

O motivo do crime teria sido o fato do prefeito ter se prontificado a pagar por uma caravana de Lula pelo Brasil com dinheiro do Município, mas teria desistido de participar por conta dos esquemas de corrupção.

Celso Daniel foi assassinado no dia 18 de janeiro de 2002 a tiros, após ser vítima de um sequestro. Consoante o mais puro estilo da “Cosa Nostra” siciliana ou da Camorra napolitana (as máfias dos anos 30), na sequência, outros assassinatos foram executados, também por ordem de Lula (?), a saber: (Dionísio Aquino Severo: sequestrador de Celso Daniel e uma das principais testemunhas no caso; Sérgio ‘Orelha’: homem que escondeu Dionísio em casa após o sequestro, fuzilado em novembro de 2002; Otávio Mercier: investigador da Polícia Civil e era o assecla que havia telefonado para Dionísio na véspera da morte de Daniel, foi morto a tiros em sua casa; Antonio Palácio de Oliveira: garçom que serviu Celso Daniel na noite do crime pouco antes do sequestro foi morto em fevereiro de 2003; Paulo Henrique Brito: testemunhou a morte do garçom, levou um tiro, 20 dias depois; Iran Moraes Redua: agente funerário que reconheceu o corpo do prefeito jogado na estrada e que chamou a polícia em Juquitiba morreu com dois tiros em novembro de 2004; Carlos Delmonte Printes: legista que atestou marcas de tortura no cadáver de Celso Daniel foi encontrado morto em seu escritório em São Paulo, em 12 de outubro de 2005).

De acordo com o irmão de Celso Daniel, o oftalmologista João Francisco Daniel, o prefeito morreu porque detinha um dossiê indicando um esquema corrupto que resultaria em desvio de dinheiro ao PT. Conforme depoimento prestado pelo ex-Secretário-Geral da Presidência no governo da “Anta Guerrilheira”, o dinheiro que matou Celso Daniel provinha do esquema mantido na Prefeitura de Santo André, no ABC paulista, que era por ele próprio entregue ao então Presidente do PT, o bandidaço Zé Dirceu.

Ainda recordando os crimes de Lula e do PT. Quem não se lembra do caso do “tipex” do “Ogro de Garanhuns” no edifício Solaris, em Guarujá – SP. O fato está relacionado à morte mal explicada de três ex-diretores da Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. Os dirigentes foram vítimas fatais de um estranho acidente de carro ocorrido em novembro de 2004, em Petrolina (PE), quando voltavam de um encontro com Lula na cidade pernambucana.

Revelam as redes sociais que os integrantes da cooperativa tinham ido procurar o petista para cobrar o ressarcimento à Bancoop de um dinheiro desviado para a campanha presidencial de 2002. A falta dos recursos havia paralisado as obras tocadas pela cooperativa e milhares de cooperados reclamavam a demora para a entrega de seus imóveis. Mas o retorno para casa foi trágico. Entre os diretores mortos estava o então presidente da Bancoop, Luiz Eduardo Saeger Malheiro.

Consta que o serviço foi executado por um segurança de Lula, Fred Godoy que acabou dono do segundo apartamento que caberia ao petista. O apartamento 133-A de Freud Godoy fica dois pavimentos abaixo do tríplex de Lula, o 164-A. O imóvel levou Lula a ser condenado a 12 anos de prisão. Já Freud foi apenas investigado.

Continuando no mesmo diapasão. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) e a Polícia Civil arquivaram a investigação da morte do empresário Roberto Soares Vieira (PT), ex-vice-prefeito de Ourolândia e testemunha da fase da operação Lava Jato que apurou desvios de recursos na Transpetro.

Há um ano e meio, em 18 de janeiro, o político conhecido como Roberto do PT se viu abordado na porta de sua empresa, na rodovia BA-522 em Candeias, por um homem que supostamente o perseguia à procura de emprego. Ao baixar o vidro do carro, Roberto foi atingido por disparos de arma de fogo efetuados pelo suspeito, que fugiu do local em uma moto com um comparsa.

Roberto do PT foi testemunha-chave no processo que levou o ex-gerente da Transpetro, José Antônio de Jesus, à cadeia. A polícia e o Ministério Público afirmam não ter encontrado indícios de relação do ex-dirigente da Transpetro com o assassinato.

No caso que envolve a empresa e o testemunho da vítima, José Antônio de Jesus foi preso sob suspeita de receber propinas que chegaram a R$ 7,5 milhões por meio de empresas e contas bancárias de familiares. Os recursos, segundo investigações do Ministério Público Federal, seriam destinados ao PT da Bahia.

Nem cabe no escopo deste artigo desfiar o rosário de crimes bárbaros de Lula e de sua gente, porém para se ter uma pálida ideia da gravidade da situação que atravessamos em relação às pretensões criminosas da “esquerdalha” assassina, lembremos ainda da trágica morte do Ministro do STF e grande fiador da Operação Lava Jato, Teori Zavascki, tanto quanto da morte do ex-presidente da Vale, membro do Conselho de Administração da Petrobras e da Caixa Econômica Federal, Roger Agnelli.

Um pouco antes desses crimes, o Brasil assistiu estupefato ao assassinato do ex-governador Eduardo Campos – retirado criminosamente do pleito eleitoral que elegeu a terrorista dos anos 1970, Dilma Rousset – seguido da morte do empresário proprietário do avião sabotado em que morreu Eduardo Campos, Paulo Cesar Morato, que acabou envenenado em um motel de Olinda-PE, em 22.06.2016 e tudo ficou por isso mesmo.

Entretanto, nenhum destes crimes impacta, indigna e desespera o País mais do que a tentativa de assassinato, em Juiz de Fora-MG, de Jair Messias Bolsonaro, então candidato à presidência da República.

Impacta pela obviedade de sua autoria, indigna pela petulância de seus mandantes e desespera o cidadão comum por conta da sensação de impotência que nossa sociedade experimenta ao ver que o primeiro mandatário do País e Chefe Supremo de suas Forças Armadas quase foi morto, certamente que a mando de Lula ou de sua gente, justos os mesmos canalhas que continuam livres para mandar matar outra vez o Presidente ou qualquer um de nós patriotas que lhes atravesse o caminho.

Quando ouvi, nesta semana o anúncio do Bolsonaro no sentido de que terá como vice na chapa para sua reeleição o valente, firme e experiente general Braga Netto – hoje certamente a maior liderança de nossas Forças Armadas – minha angústia em relação à petulância e à ousadia da bandidagem diminuiu um tantinho e acho que a Nação Verde e Amarela pode também dormir um pouco mais tranquila.

Já que vaticinei, agora quero dar um aviso para a canalha vermelha. Se pretenderem retirar o Capitão antes do pleito eleitoral deste ano, vivo ou morto, milhões e milhões de patriotas vingarão sua sorte. Se pretenderem matá-lo depois de eleito, o general Braga Neto, à frente das nossas Forças Armadas, cuidará da sorte das quadrilhas de FHC a Temer que, há trinta anos, tramam contra este grande País.

Jose Mauricio de Barcellos ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br.

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