Um surto chamado Volks T-Cross Extreme, nova top de linha do SUV

O utilitário passa a contar com duas versões com motor 1.4 turbo, mas cobra caro – muito caro – por isso, superando os R$ 200 mil

Após Amarok e Saveiro, o T-Cross também ganha uma configuração batizada de “Extreme” da Volkswagen, que assim como nas picapes, assume como versão topo de linha do SUV. Com a novidade, o modelo é o segundo utilitário compacto a superar a barreira dos R$ 200 mil no Brasil.

Tecnicamente, a Extreme parte de R$ 188.990, mas com os penduricalhos possíveis de acrescentar nele, como pintura metálica biton (R$ 1.750), Pacote Sky View (R$ 7.550) e Pacote Adas (R$ 4.150) ele bate em inadmissíveis R$ 202.440 e mantém o título de segundo modelo mais caro da categoria, atrás apenas do Honda HR-V e seus R$ 204.200.

Como nas picapes, a versão é focada em aventura, estilo e tecnologia. De forma inédita no Brasil, o T-Cross Extreme é o primeiro veículo produzido em série no país a receber uma cor fosca. Baseada no “Cinza Oliver”, também herdada das picapes, o tom de verde acinzentado trará opção de verniz fosco.

Segundo a marca, o estudo para a criação da cor nasceu da referência de outras fábricas do Grupo VW fora do Brasil, que já trabalham com paleta fosca. Após a definição do matiz, foram gastas 1.200 horas de parametrizações no processo de pintura para alcançar o nível de qualidade e acabamento necessários.

Assim como as irmãs Amarok e Saveiro, o T-Cross ganha o badge “Extreme”.

Ainda de acordo com a Volks, apesar de parecer simples, o verniz de baixo brilho – como é chamado tecnicamente –, demanda um cuidado maior na aplicação para que seja homogêneo e consiga reduzir corretamente a refração da luz.

Na cor nova aplicada ao T‑Cross, entre 20% e 25% da luz é refletida apenas. Em comparação, uma pintura metálica convencional tem 100% de refração de luz, dando o brilho e cor que já conhecemos. A “Cinza Oliver Fosco” será limitada a 1.700 unidades, todas exclusivas para versão Extreme e no mesmo valor das metálicas, R$ 1.750.

O visul externo tem uma pegada mais aventureira.

Além da pintura, a nova versão conta com outros diferenciais no visual. Por fora, as maçanetas e retrovisores são em preto ninja com detalhes em laranja. O mesmo tom é aplicado no para-choque dianteiro e no emblema “Extreme” nas laterais. As rodas de 17 polegadas têm novo design e são escurecidas, seguindo a linha de design da versão.

A coluna C, assim como nos outros modelos que carregam a configuração aventureira, tem um “badge” exclusivo. A Extreme, e a Highline também, recebem o “light strip” na grade dianteira, o filete de luz de LED que conecta os faróis, atual marca registrada da assinatura de iluminação da Volkswagen.

O interior também conta com detalhes em laranja.

Por dentro, os bancos têm novo revestimento com costura laranja, além do nome Extreme aplicado nos encostos. O painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas agora acompanha a nova central multimídia VW Play Connect de 10,1 polegadas.

Além das telas, entre os itens de série, destaque para piloto automático adaptativo, sistema de frenagem autônoma de emergência, chave sensorial, seis airbags, ar-condicionado digital, faróis em LED, sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento dianteiro e traseiro, detector de fadiga do motorista e partida por botão.

A motorização é a mesma da versão Highline. A Extreme utiliza o motor 1.4 250 TSI, que gera 150 cavalos e 25,5kgfm de torque, aliado a transmissão automática de seis velocidades, direção elétrica e freios a disco nas quatro rodas.

1/7Volkswagen T-Cross Extreme.Volkswagen T-Cross Extreme.Volkswagen T-Cross Extreme.Volkswagen T-Cross Extreme.Volkswagen T-Cross Extreme.Volkswagen T-Cross Extreme.Um surto chamado Volks T-Cross Extreme, nova top de linha do SUV (fotos: VW).

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