Cláudio Humberto
Coluna CH / 06 de janeiro

Negócios de Joesley com Maduro, que Lula tornou ‘secretos’, complicam o petista

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Ditador Nicolas Maduro (E), Lula (superior direito) e Joesley Batista (inferior direito)

Após insinuar suposta proximidade com a Casa Branca, os irmãos Joesley e Wesley Batista agora devem enfrentar a ira norte-americana, em razão dos seus negócios na Venezuela que podem ter ajudado a prolongar a narcoditadura de Nicolás Maduro, criminoso finalmente atrás das grades. Também causou estupefação no governo de Donald Trump a notícia de que os negócios dessa dupla com Maduro, que contaram com a interveniência do governo petista, foi colocada sob sigilo por Lula (PT).

Nervosismo explicado

Na oposição há a certeza de que não foram razões ideológicas que deixaram Lula nervoso, com a prisão do amigo e parceiro Maduro.

Dólares para o PT

Além de negócios secretos de Joesley com o narcoditador, voltaram à tona os dólares de Maduro para a campanha presidencial do PT.

Dinheiroduto sujo

Em depoimento de 24 de fevereiro de 2016, Mônica Moura relatou em vídeo como recebia os milhões entregues a ela por Maduro.

‘Malas de dinheiro’

Esposa e sócia de Santana, Mônica disse que recebia dinheiro das mãos do próprio Maduro “malas de dinheiro, várias” e “quase semanalmente”.

Presidente Lula em evento da ONU (Foto: Reprodução)

Lula injetou quase R$1 bilhão do Brasil na ONU

Funcionando basicamente como palco para lacração, a Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu colocar no bolso mais de US$170,3 milhões dos esfolados brasileiros apenas nos últimos três anos de Lula (PT) na presidência do Brasil. Em conversão direta, usando ferramenta disponibilizada pelo Banco Central (BC), o montante supera os R$925,6 milhões. O caminhão de dinheiro não é suficiente para garantir o sonho do petista de ser membro permanente do Conselho de Segurança.

Quarto de bilhão

Enquanto o governo Lula espreme para arrancar até a última gota do salário do brasileiro, doou, em 2025, US$48 milhões (R$260,9 milhões).

Sem dó

Em 2024, o brasileiro levou a maior estocada para bancar a ONU, mais de US$63,4 milhões, que convertidos ultrapassam os R$344,6 milhões.

Nosso dinheiro

Primeiro ano do Lula 3, o petista já mostrou (com o bolso alheio) que seria generoso e deu US$58,8 milhões; mais de R$320 milhões.

Poder sem Pudor

Pelada política

Durante almoço, o senador Ney Suassuna (PB), então líder do PMDB, enumerava as agruras que enfrenta no seu dia-a-dia. O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ouviu o relato com espanto e depois desabafou, arrancando gargalhadas: - E eu achava que futebol era complicado...

Tudo estranho

Já tem pedido de impeachment do prefeito, João Campos (PSB), após estranhíssima manobra para nomeação em concurso para procurador do Recife (PE). A ofensiva é assinada pelo vereador Eduardo Moura (Novo).

No pote

Ao contrário do Brasil, onde audiência de custódia é como porta giratória que libera criminosos presos, os Estados Unidos mantiveram a prisão de Nicolás Maduro. A próxima audiência do ditador será dia 17 março.

Algo estranho

Major Araújo (PL-GO) estranha ofensiva do Tribunal de Contas da União contra o Banco Central no caso Master, “O TCU não exerce função de órgão regulador do sistema bancário”, lembra o deputado estadual.

Explica como

Ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga ironizou o atual chefão da pasta Alexandre Padilha, que prometeu cuidar dos venezuelanos, "Mas não cuida nem dos brasileiros”, lembrou ao citar as quilométricas filas.

Frase do dia

“A esquerda quer ditar como o venezuelano deve agir”

Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre a lacração após prisão do ditador Nicolás Maduro

Operação abafa

Nikolas Ferreira (PL-MG) celebra a queda do ditador venezuelano, mas chama atenção para não desviar o foco das mazelas nacionais, “Show de bola, agora voltemos: escândalo do Banco Master"

Vice dos sonhos

O Paraná Pesquisas revela o “vice perfeito” para a chapa presidencial que, somadas as características, batem quase 50% da preferência do eleitor: ser mulher (24,4%) e um nome do agronegócio (22,3%).

Só com CPI

Carlos Jordy (PL-RJ) expõe a arbitrariedade do TCU em descarada ofensiva contra o Banco Central, “O TCU não é regulador bancário”. O deputado não tem dúvidas, “CPMI do Banco Master é imprescindível!”.

No voto

Blindagem governista a aliados na CPMI do INSS não deve sair impune, avalia o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), “O desgaste é crescente e a resposta virá nas urnas!”

Pensando bem...

... caiu de Maduro.

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