Dr. Furlan tem 65,5% para governo e a esposa Rayssa 60% para o Senado
Adversário mais próximo, ligado a Davi Alcolumbre, soma 26% das intenções de voto

Levantamento do instituto Paraná Pesquisas no Amapá reforça o favoritismo do ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan (PSD) na disputa pelo governo do Estado, indicando que sua eleição deve ser confirmada em primeiro turno, tal a vantagem que apresenta sobre o principal adversário. Marcos Reategui (Democracia Cristã) soma apenas 0,5%.
De acordo com a pesquisa, o líder nas intenções de voto tem 65,5%, bem mais que o dobro do adversário Clécio (União Brasil), que soma 26,3%. O levantamento mostra ainda que 4,3% afirmam que votarão em branco ou anularão seus votos, enquanto 3,5% ficaram em cima do muro, sem opinar e dizer que não sabe.
O favoritismo o transformou no maior adversário do grupo político comandado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), acusado de promover uma sequência de ações de perseguição ao ex-prefeito que apenas consolidaram a elevada intenção de votos do eleitor.
Veja os números da disputa pelo governo do Amapá:
Além de liderar nas intenções de voto, Dr. Furlan também tem a menor rejeição entre todos os candidatos (12,1%), enquanto Clécio chega a 41,5%. O candidato do DC é o segundo mais rejeitado, cm 37,5%.
As simulações de voto para as duas vagas de senador pelo Amapá também apontam a liderança de Rayssa Furlan (PSD), esposa do líder na disputa pelo governo estadual, com impressionantes 60%, muito à frente do segundo candidato mais citado pelos eleitores, o atual senador Lucas Barreto, com 37%.
Outros candidatos ao Senado também pontuaram como Randolfe Rodrigues (PT), com 35,1%, Alliny Serrão (União) 13,6%, deputado federal Acácio Favacho (MDB). 10% e o ex-senador João Capiberibe (PSB) 10%.
Veja os números das intenções de voto para o Senado:
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de julho e entrevistou presencialmente 1100 eleitores em 14 municípios, tendo sido registrada na Justiça Eleitoral sob nº AP-02651/2026, com margem de erro de três pontos percentuais.