IPCA

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Estimativa segue abaixo da meta de inflação que é 4,25%; para 2020, a projeção para o IPCA segue em 4%
14/01/2019

Mercado financeiro estima inflação de 4,02% para este ano

IPCA

Mercado financeiro estima inflação de 4,02% para este ano

Estimativa segue abaixo da meta de inflação que é 4,25%; para 2020, a projeção para o IPCA segue em 4%

A inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), neste ano deve ficar em 4,02%. Essa é a previsão de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) todas as semanas sobre os principais indicadores econômicos. Na semana passada, a projeção para o IPCA estava em 4,01%. A estimativa segue abaixo da meta de inflação que é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, neste ano. Para 2020, a projeção para o IPCA segue em 4%. Para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 3,75%. A meta de inflação é 4%, em 2020, e 3,75%, em 2021, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). O BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano, para alcançar a meta da taxa inflacionária. De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2019 em 7% ao ano e subir em 2020 para 8% ao ano, permanecendo nesse patamar em 2021 e 2022. O Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic para conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. Atividade econômica A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,53% para 2,57% neste ano. Para os próximos três anos, a previsão de crescimento é 2,50%. A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no final deste ano e de 2020. (ABr)
11/01/2019

IPCA no Distrito Federal fecha o último ano com variação de 3,06%

Economia

IPCA no Distrito Federal fecha o último ano com variação de 3,06%

Grupo que mais contribuiu para a inflação do último ano foi o de Alimentação e Bebidas, seguido pelo de Transportes

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Distrito Federal fechou o último ano com variação de 3,06% — em dezembro, a variação registrada foi de 0,32%. O resultado fica abaixo da inflação oficial nacional de 2018, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 3,75%. Em 2017, a inflação registrada no DF foi de 3,76%. Assim como no registro para o Brasil, o grupo que mais contribuiu para a inflação do último ano foi o de Alimentação e Bebidas. Refeições fora de casa, tomate e pão francês foram os itens de maior impacto. O segundo grupo que mais influenciou o resultado da inflação do DF em 2018 foi o de Transporters, pressionado pelas passagens aéreas e o preço de automóveis novos. Enquanto isso, a gasolina apresentou forte desaceleração nos últimos três meses, período em que o preço internacional do petróleo esteve em baixa. A queda na taxa de câmbio também contribuiu para a melhora no preço dos combustíveis no país. A deflação dos últimos três meses de 2018 foram suficientes para compensar a alta registrada ao longo do ano, segundo dados apresentados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). Dezembro No último mês do ano, a inflação registrada foi puxada pela variação no grupo de alimentação e bebida, que teve alta de 0,99%. Batata, cebola e feijão foram os principais responsáveis pela alta. O grupo de Transportes aparece em seguida com as maiores altas, impulsinada pelo aumento nas passagens aéreas. Índice CEASA O Índice Ceasa do Distrito Federal (ICDF) registrou alta de 7,04% em 2018 — o que representou uma queda de 0,59% em relação ao resultado de 2017. Em dezembro, o ICDF registrou alta de 6,66% em comparação ao mês anterior. As chuvas intensas em dezembro do ano passado pressionaram os preços de tomate, cenoura, batata e cebola.
11/01/2019

Medida pelo IPCA, inflação oficial fecha 2018 em 3,75%

Economia

Medida pelo IPCA, inflação oficial fecha 2018 em 3,75%

Principal responsável pela inflação de 3,75% em 2018 foi o aumento do custo com alimentos

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2018 em 3,75%. Em 2017, ela havia ficado em 2,95%. Os dados foram divulgados nesta (11) no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação ficou dentro da meta estabelecida pelo Banco Central para 2018, que varia de 3% a 6%. Em dezembro, o IPCA registrou inflação de 0,15%, taxa maior que a de novembro, que teve deflação de 0,21%. Em dezembro de 2017, o indicador havia registrado inflação de 0,44%. Com alta de 4,04%, alimentos puxam inflação O principal responsável pela inflação de 3,75% em 2018 foi o aumento do custo com alimentos, que tiveram alta de preços de 4,04% no ano passado. Em 2017, o grupo alimentação e bebidas registrou queda de preços de 1,87%. O resultado foi impactado pela greve dos caminhoneiros em maio, o que provocou desabastecimento de itens alimentícios e aumento de preços desses produtos. Os alimentos consumidos em casa ficaram 4,53% mais caros no ano, enquanto os preços dos alimentos consumidos fora de casa (em bares e restaurantes, por exemplo) subiram 3,17%. Os produtos alimentícios que tiveram maior impacto na inflação de 2018 foram o tomate (71,76% mais caros), frutas (14,1%), refeição fora de casa (2,38%), lanche fora (4,35%), leite longa vida (8,43%) e pão francês (6,46%). Outras despesas Outros grupos de despesas que tiveram impacto importante na inflação do ano passado foram habitação (4,72%) e transportes (4,19%). Entre os itens de transporte que ficaram mais caros estão passagem aérea (16,92%), gasolina (7,24%) e ônibus urbano (6,32%). Já entre os gastos com habitação, o principal impacto no aumento do custo de vida veio da energia elétrica (8,7%). Entre os nove grupos de despesa pesquisados, apenas comunicação teve deflação (-0,09%). Os demais grupos tiveram os seguintes índices de inflação: artigos de residência (3,74%), saúde e cuidados pessoais (3,95%), educação (5,32%), despesas pessoais (2,98%) e vestuário (0,61%). Dezembro Em dezembro, o IPCA registrou taxa de inflação de 0,15%. No mês, os alimentos também foram os principais responsáveis pela alta de preços, com uma inflação de 0,44%. Os transportes e os gastos com habitação, por outro lado, evitaram uma alta maior do IPCA no mês, ao acusarem deflação de 0,54% e 0,15%, respectivamente. Capitais Entre as regiões metropolitanas e capitais pesquisadas pelo IBGE, Porto Alegre foi a que acumulou maior inflação em 2018 (4,62%), seguida por Rio de Janeiro (4,3%), Vitória (4,19%) Salvador (4,04%) e Belo Horizonte (4%), todas acima da média nacional. As menores taxas de inflação foram observadas em Aracaju (2,64%), São Luís (2,65%), Recife (2,84%), Fortaleza (2,9%) e Campo Grande (2,98%). (ABr)
07/01/2019

Mercado mantém expectativa de inflação em 4,01% e dólar a R$ 3,80

Boletim Focus

Mercado mantém expectativa de inflação em 4,01% e dólar a R$ 3,80

Já as expectativas de crescimento econômico tiveram ligeira redução: de 2,55% para 2,53

Divulgado hoje, em Brasília, o Boletim Focus do Banco Central projeta a inflação anual oficial do país – medida pelo IPCA – em 4,01% e o câmbio em R$ 3,80. Os dois indicadores são os mesmos apontados há uma semana. Já as expectativas de crescimento econômico tiveram ligeira redução: de 2,55% para 2,53. Na comparação das últimas semanas, as projeções de inflação, dólar e crescimento da economia seguem estáveis. Para o próximo ano, analistas ouvidos pelos Focus continuam prevendo inflação de 4% em 2020 e 3,75% em 2021. Para 2020, as projeções indicam dólar a R$ 3,80 e a R$ 3,85 em 2022. Nos dois anos, a estimativa é de que a alta do Produto Interno Bruto – PIB (a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) fique em 2,5%. Para este mês de janeiro, a previsão é de que inflação se mantenha em 0,37% e, em fevereiro, 0,44% – os mesmos percentuais assinalados na semana passada. Houve, no entanto, expectativa de alta da inflação acumulada nos últimos 12 meses: de 3,87% vislumbrados há uma semana para 3,96% no boletim de hoje. A consulta do Banco Central – feita semanalmente a analistas econômicos – também aponta estabilidade da taxa de câmbio em janeiro e fevereiro (dólar na faixa dos R$ 3,80). (ABr)