Graciliano Ramos e Otto Maria Carpeaux eram companheiros de copo e de cruz, na redação do bravo Correio da Manhã, e no bar do Hotel Marialva – onde sempre terminavam o dia curtindo interminável pessimismo. Certa vez, Carpeaux se espantou com o valor da nota: “Como as coisas estão, intelectual vai ter que pedir esmola…” Graciliano apenas murmurou: “A quem?…”

Sair da versão mobile