Geap lança política de equidade de gênero com festa para a mulher
Iniciativa beneficia colaboradoras, beneficiárias e servidoras públicas

Uma grande festa, elaborada por mãos femininas, colaboradoras da Geap, marcou o Dia Internacional da Mulher, como conta o diretor-presidente Douglas Figueiredo.
“Eu não posso nem dizer que teve o meu toque. Eu pedi para que todas as nossas diretoras e gerentes, desenvolvessem o melhor evento de lançamento desse nosso programa. Foi um belíssimo evento, mulheres sabem fazer festas”.
Na ocasião, a Geap lançou o programa Pra Elas, Saúde, Equidade e Inclusão. E sobre a implementação desse projeto, Douglas propôs um momento de reflexão a respeito da necessidade de se trabalhar para sanar a desigualdade que ainda existe entre homens e mulheres em diversas áreas.
“Eu trato esse assunto de 8 de março, assim como o mês de março, como um momento de reflexão, e não como uma data essencialmente comemorativa. Porque a história ainda deve, ao meu ver, as mulheres no mundo, e deve muito às mulheres no Brasil”. Para Douglas esse marco reparatório que se adere às mulheres já deveria ter sido superado.
Ele destaca as divergências em relação à equidade. “Hoje nós temos somente 38% de mulheres em cargos de liderança, enquanto o censo aponta que temos 53% de mulheres na população”.
E dentro desse prisma, o trabalho só poderia começar de forma interna. Tendo em vista que quase 70% do quadro da Geap é formado por mulheres, e que a maternidade além de representar um grande marco também traz desafios, principalmente no retorno ao trabalho após o nascimento dos filhos, a Geap garantirá a estabilidade dessas mães.
“Nós envidamos esforços para fazer diferente nesse 8 de março. Nós trabalhamos intensamente para apresentar para as nossas colaboradoras, beneficiárias e para a sociedade um diferencial. Vamos estender a estabilidade da mulher mãe de 6 para 12 meses. Toda colaboradora da Geap vai ter o seu bebê e vai poder garantir a sua estabilidade. Porque a prática, atualmente, é retornar ao trabalho depois do direito de ser mãe e ser demitida”, destacou.
Além disso, a equidade de gênero também será estabelecida internamente com a observação do equilíbrio entre os cargos de liderança da Geap.
“No mínimo o que diz o censo. Se é 53% de mulheres, a cada contratação de gestor, vai ter que ser observado o censo. Na Geap tem que ser 53% de lideranças femininas, no mínimo. São iniciativas solidárias que qualquer equipe gestora e qualquer ambiente de liderança precisa perceber e tomar”.
As beneficiárias da Gaep também foram incluídas dentro do planejamento. Para Douglas a saúde feminina precisa ser encarada como investimento e não como um custo. Ele destaca a importância do trabalho de prevenção.
Atualmente, cerca de 173 mil mulheres são beneficiárias dos planos de saúde Geap, o equivalente a 62% do público. Nesse âmbito, a política impacta a experiência delas em diferentes fases da vida e contempla um programa de manutenção da saúde da mulher.
Desta forma, Douglas destaca duas outras iniciativas importantes na área da saúde.
“A primeira delas é que nós vamos oferecer, gratuitamente, para as beneficiárias o implanom. Toda mulher que vive mensalmente as suas oscilações hormonais vai entender o que isso significa”.
A segunda é a prevenção contra o HPV e ao câncer de colo uterino é outra frente do programa de saúde do Pra Elas.
“A nossa meta é oferecer o teste de HPV para todas as nossas beneficiárias e a vacina àquelas que forem testadas positivas. E não é uma vacina simples. É a nonavalente, a principal e mais importante vacina do mercado, que hoje atende a todos os tipos de HPV”.
Uma grande notícia para as mulheres é o Pra Elas Cidadã. Como maioria no país, a mulher se cuida mais e vive mais. Em homenagem a elas e como forma de valorizar e promover o cuidado à saúde em toda a sociedade, a Geap preparou uma ação de impacto.
“Nós vamos oferecer, de imediato, por 45 dias, carência zero. E vem por aí um bom e arrojado Refis por aí, diferente da média dos antigos Refis. Isso tem um prazo, nós estamos encerrando o ciclo interno de desenvolvimento dessas políticas e propostas apresentadas aqui, mas, a maioria delas, a partir de 25 de março já estarão validadas. Como falou a presidente do Conad, é um presentão, diferente dos demais anos”, garantiu Douglas.
Pra elas – Saúde, equidade e inclusão
Pra Elas Colaboradora:
- Estabilidade com garantia de emprego por 12 meses, a partir do início da licença-maternidade;
- Implantar a igualdade de gênero para os cargos de gestão.
Pra Elas Beneficiária:
- Implante Contraceptivo Subdérmico (Implanom), que não consta no rol da ANS, com isenção de coparticipação;
- Aplicação da vacina Nonavalente contra o HPV, com isenção de coparticipação, para portadoras do vírus;
- Exames para detecção do HPV, vírus causador de câncer do colo do útero, com isenção de coparticipação.
Pra Elas Cidadã:
- Carência zero durante 45, a partir de 8 de março, com cobertura total imediata a partir da formalização do plano.