Carlos Bolsonaro exalta Eduardo e sua atuação nos EUA
Em mensagem de aniversário, ex-vereador elogia a atuação internacional do irmão e afirma que ele teve impacto em medidas recentes envolvendo o Brasil

O ex-vereador Carlos Bolsonaro publicou nesta sexta-feira (10) uma mensagem em homenagem ao irmão, Eduardo Bolsonaro, por ocasião de seu aniversário.
Na publicação, divulgada nas redes sociais, Carlos afirmou que o ex-deputado tem desempenhado um papel relevante durante sua permanência nos Estados Unidos e destacou o que considera resultados concretos de sua atuação política no exterior.
Na mensagem, Carlos declarou que Eduardo enfrentou mudanças profundas em sua vida depois da retenção de seu passaporte e da possibilidade de responder a medidas judiciais no Brasil.
Segundo ele, mesmo diante desse cenário, o irmão decidiu permanecer nos Estados Unidos para continuar defendendo as pautas que considera importantes para o país.
O ex-vereador atribuiu a Eduardo influência em acontecimentos recentes relacionados ao cenário político e institucional brasileiro, além de mencionar a classificação das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelo governo norte-americano.
Carlos também afirmou que o irmão contribuiu para ampliar a atenção internacional sobre temas envolvendo o Brasil.
Durante a homenagem, Carlos afirmou que Eduardo e sua família fizeram uma escolha difícil ao permanecerem fora do Brasil e disse que a decisão trouxe impactos para toda a família Bolsonaro.
Na publicação, descreveu o irmão como motivo de orgulho e admiração, ressaltando que ele não estaria sozinho em sua atuação política.
Carlos também informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro pediu que fosse transmitido um abraço especial ao filho pela data de seu aniversário.
Segundo a publicação, a mensagem foi enviada porque as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal impedem contato direto entre Jair Bolsonaro e Eduardo.
Eduardo Bolsonaro permanece nos Estados Unidos desde março.
Na ocasião, anunciou que continuaria no país alegando sofrer perseguição política e afirmando que poderia ser preso caso retornasse ao Brasil.
Desde então, o ex-deputado tem participado de encontros com parlamentares e lideranças conservadoras norte-americanas, buscando ampliar o debate internacional sobre a situação política brasileira, conforme tem divulgado em suas redes sociais e em entrevistas.