Moraes pede nova manifestação da PGR sobre arma de Bolsonaro

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) afirmou que a arma registrada no nome do ex-chefe do Executivo não se enquadra como crime

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta quarta-feira (1) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresente um novo parecer sobre a arma apreendida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em uma blitz em Brasília.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) afirmou que a arma registrada no nome do ex-chefe do Executivo não se enquadra como crime.

O magistrado relator do caso deu um prazo de 48 horas para Paulo Gonet e a defesa de Bolsonaro pra apresentarem novo manifesto.

Após não encontrar infrações ou quebra de medida cautelar no caso, a PCDF sugeriu o indiciamento do sargento Estácio Leite Filho por porte ilegal de arma de fogo.

Em sua primeira manifestação, a PGR havia defendido o fim das diligências após o depoimento de Bolsonaro aos agentes responsáveis, para defender ou não a “falta grave” durante o regime domiciliar.

Diante da nova posição do ministro, a permanência de Bolsonaro em prisão domiciliar só será decidida após as novas manifestações.

Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por suposta tentativa de golpe desde o dia 27 de março de 2026, após apresentar problemas de saúde quando estava na Papudinha.

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