Veja o perfil de Flávio Dino, indicado por Lula ao STF

O presidente Lula anunciou nesta segunda-feira (27) a indicação de Flávio Dino para ser o novo ministro no Supremo Tribunal Federal

O presidente Lula anunciou nesta segunda-feira (27), a indicação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) o  então ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. A nota direta anunciou também Paulo Gonet ao cargo de procurador-geral da República.

A indicação de Dino seguirá para a aprovação da Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania do Senado Federal (CCJ), uma vez aprovado na CCJ, o nome segue para apreciação do Plenário do Senado.

Flávio Dino de Castro e Costa,  é um advogado, político, professor e ex-magistrado brasileiro, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). É o atual ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil e senador pelo estado do Maranhão, do qual também foi governador entre 2015 e 2022. É também professor de direito constitucional da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Como ministro da Justiça e Segurança Pública, Dino está tendo uma atuação polêmica desde os atos de vandalismo do 8 de Janeiro. Com o Congresso Dino tem uma relação ambígua marcada com muitos “bolos” em comissões e respostas debochadas. Enquanto ministro, o índice de violência no Rio de Janeiro e na Bahia aumentaram drasticamente, ao ponto de Dino enviar a Força Nacional atuar nos estados.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), elogiou a indicação de Flávio Dino para a corte maior. “A escolha do ministro do Supremo é uma prerrogativa do presidente da República, mas o ministro Flávio Dino foi um juiz federal de alta qualidade, foi secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça, foi um governador bem avaliado, de modo que se for essa a escolha do presidente, ele será muito bem-vindo no Supremo. Eu pessoalmente quero muito bem”, afirmou na manhã desta segunda-feira (27).

Já o ministro Alexandre de Moraes, afirmou que a indicação de Dino para a Corte e Gonet para o procurador-geral da República “são escolhas sérias e republicanas e, uma vez aprovados pelo Senado Federal, contribuirão para o fortalecimento de nosso Estado Democrático de Direito”.

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