Os pedidos se baseiam em dúvidas sobre a atuação da Procuradoria-Geral da República em investigações que envolvem suspeitas graves, como espionagem ilegal, intimidação de jornalistas e acesso indevido a sistemas sigilosos de órgãos públicos, incluindo a Polícia Federal (PF) e o próprio Ministério Público.
Segundo a deputada, há indícios de omissão, contradições e possível falta de imparcialidade na condução do caso. A parlamentar afirma que o Ministério Público tem o dever de defender a ordem jurídica, mas que essa atuação ficou sob questionamento diante das dúvidas levantadas.
A representação destaca que a PGR pediu mais tempo para analisar provas, mas ao mesmo tempo afirmou que não havia urgência para medidas cautelares. Veja aqui na íntegra.
O documento também questiona o arquivamento de pedidos considerados relevantes, como apurações sobre possíveis conflitos de interesse, e afirma que a falta de aprofundamento em temas sensíveis pode comprometer a confiança da população nas instituições.
“Não pode haver qualquer dúvida sobre a atuação de quem ocupa um cargo dessa relevância. Quando há questionamentos consistentes, é dever das instituições agir”, concluiu Carol.